Autoajuda, Autoconhecimento, Místico, Misticismo

Compilado de coisas

Dizem que estrelas são poeiras, restos de coisas no espaço. Não faço a mínima ideia se isso é verdade, mas isso é uma frase que eu li ou ouvi e grudou na minha cabeça. A questão é que assim como as estrelas, a vida em época de quarentena, parece um compilado de coisas.

Não vou comentar sobre o fato de que nas últimas postagens, um dos assuntos mais abordados era sobre o apocalipse zumbi. Coincidências acontecem e esse assunto é muito comum na bolha escritorística. E eu desejo do fundo do meu coração que tudo fique bem, que vocês estejam em casa seguros e bem, lendo esse blog enquanto compartilho aqui, um monte de coisas que fazem sentido ou não. Vamos superar isso, com muita força, união e respeito. Pelos profissionais de saúde, pelos doentes, pelo próximo, ficando em casa. E seguindo todas as recomendações da OMS.

Aproveite esse tempo e venha navegar nas minhas últimas descobertas ou redescobertas dos últimos tempos. Vai ser um prazer compartilhar isso com vocês ❤

the_midnight_gospel-800x952Minha grande descoberta dos últimos tempos sem dúvidas foi The Midnight Gospel. A nova animação da Netflix em formato de podcast, do mesmo criador de Hora de Aventura, o Pendleton Ward. Inspirado no podcast do comediante Duncan Trussell, o “Duncan Trussell Family Hour” no qual ele discute vários temas sobre o universo como metafísica, entre outros. Em Midnight Gospel, temos temas como meditação, budismo, existencialismo, filosofia, um amaranhado de coisas que juntas, são simplesmente perfeitas. São oito episódios de 20 minutos que você maratona e quando termina, lamenta ter assistido tudo de uma vez, pois queria mais. Eu estou apaixonada por essa série e não consigo superar ainda!!! Esse não vai ser o último post sobre ela, quero ainda falar mais sobre por aqui, mas em outro momento. The Midnight Gospel se tornou uma das minhas séries favoritas da vida e vai se preparando porque ela vai te deixar DAQUELE jeito. Ela te faz pensar, refletir, repensar, uma delícia!

 

Já perdi as contas de quantas vezes vi Friends e lá vamos nós reassistir pela 18292020229447aac331ff8427cd5883444c9d732 vez. Sou muito conectada com essa turminha, assim como 90% da população. Mas acredito que um dos motivos para estar assistindo novamente é o fato deles serem a minha série de conforto e no momento que nos encontramos, nos conectar com um conteúdo que aborda questões ao mesmo tão simples e mais elaboradas como relacionamentos, amizades, família, como ser um jovem adulto no central park, dá um quentinho no coração poder assistir um turma de amigos reunidos tomando café e dar boas risadas com eles. Como se nada tivesse mudado e a vida continuasse a mesma coisa. Tão gostoso rir das loucuras da Rachel, das brisas da Phoebe, do toc da Monica, das aventuras do Chandler Bing e Joe e das chatices do Ross. É como estar entre amigos. Sempre que eu assisto Friends, me sinto num eterno sábado a noite. Explico. Eu assistia muito Friends nos sábados a noite quando criança. Eu não tinha TV a cabo em casa, mas vivia nas casas das amigas das minhas tias que assistiam e eu ia no combo. Essa memória afetiva me faz muito bem e poder reassistir pela décima vez enquanto faço uma skincare e tomo o meu chazinho antes de dormir definitivamente não tem preço. E eu amo o fato de que todo episódio começa com um “Aquele em que (…)”

 

20259-cartazUma das minhas paixões são documentários. Faz um tempinho que me apaixonei pelo autoconhecimento e o que mais me encanta nesse mundo, é a disponibilidade de catálogo de livros, séries e documentários incríveis sobre. Foi quando vi uma indicação sobre Yoga – A arquitetura da paz. Dirigido pelo Brasileiro Heitor Dhalia, “Yoga: Arquitetura da paz” é um documentário baseado no livro homônimo do fotógrafo Michael O’Neill, que tem clientes como Rolling Stone, The New York Times, Vanity Fair e outros grandes nomes em seu portfólio que após recuperar o movimento do braço direito, paralisado em uma cirurgia, através da meditação e da yoga, o fotógrafo, fascinado pelo universo da prática, acompanhou e registrou durante 10 anos gurus, mestres e praticantes, o que, posteriormente, resultaria no melhor livro de fotografia do mundo já feito sobre a yoga. O documentário já está disponível na Netflix e é simplesmente incrível. Sou praticante de meditação tem 3 anos e alguns meses comecei a Yoga, essa prática que me apaixonei, me conectei de forma absurda e foi incrível essa experiência com o documentário. Me emocionei em diversos momentos e é sem dúvidas, um bagagem de conhecimentos que levarei pra vida. Tanto a yoga quanto a meditação são práticas que nos ajudam demais no dia a dia e acredito que é um momento importante para experimentar e se iniciar em algo novo, que pode trazer um mundo infinito de possibilidades e conhecimentos. É fantástico!

 

 

Uma das coisas que mais amo fazer enquanto me exercito ou trabalho é ouvir músicas.2f778d0f66e170ffb9248d0e60dec5ee Minha playlist varia de The Police, Panic! At The Disco, Portugal The Man até Doja Cat que é uma das maiores descobertas segundo a revista eu. Descobri a musa pink através do aplicativo TikTok que sou viciada. Doja Cat é estrela no aplicativo, uma vez que grande parte dos desafios que viralizam na rede são compostas por suas músicas como tema de fundo. Eu corri e fui conferir todas elas e fiquei completamente apaixonada. Doja mistura pop, rap, reggae, tudo de um jeito original, mas claramente com referências ao pop anos 90 e 2000, é simplesmente P E R F E I T O. As minhas favoritas são Boss Bitch da trilha sonora de Aves de Rapina e Rules. Todas as músicas são incríveis, tem uma ou outra que não curti tanto, mas essas são as minhas queridinhas. Outro dia retorno com um post todinho só sobre a Doja. No momento eu indico que você curta muito as músicas da Doja no conforto da sua casa. Sério, vai sem receio. Vai ser gostoso.

Deu para perceber que sou bastante eclética, né? Mas o motivo desse post é trazer um pouco de diversão, leveza e entretenimento nesse período de quarentena que passamos e compartilhar um pouco das coisas que fazem parte do meu mundo. Tem muitas mais indicações, mas para o post não ficar muito grande, decidi fazer só um top 4 de coisas e se vocês curtirem, trago mais na próxima.

Fiquem bem, fiquem seguros. Já dizia aquela frase budista: “Tudo vai passar”.

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