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Sobre jornada, destinação e se permitir mudar

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Já faz muito tempo desde a primeira vez que tive a ideia de escrever sobre isso. Esse textão está rondando a minha cabeça há muito tempo, mas acho que precisava compreender muitas coisas antes de transformá-lo em palavras.

Queria muito dizer que esse texto não é apenas “sobre mim”, por mais que tenha a minha perspectiva pessoal, mas ele é sobre nós, sobre todo mundo.

Muitas coisas aconteceram nos últimos tempos e preciso dizer que mudei. Uma mudança gradativa, como as ondas que quebram na praia em um gostoso fim de tarde.

Acho que chega uma hora que dá um start dentro da gente, que faz todas nossas ideias se revirarem e nossos pensamentos são chacoalhados como se estivessem dentro de um liquidificador. E eu aprendo todos os dias, não me canso de aprender.

Nós sempre achamos que somos nós mesmos, que temos personalidade, que nos descobrimos, mas a verdade é que a vida é uma eterna desconstrução, um eterno aprender e mutar-se. E que bom é assim. Infelizmente o cotidiano, as pessoas, o mundo, a sociedade, os padrões nos corrompem e às vezes nos afastamos da nossa essência. E demorei bastante pra notar isso. Mas não tarde demais.

Quem me conhece há muito tempo sabe que sempre fui uma pessoa muito sonhadora e que minhas conquistas são todas resultados de todo o trabalho e empenho que tive para chegar onde estou (a faculdade de Letras, o Novos Escritores, meu livro Maratona Do Terror). Por mais que alguns desses sonhos não façam mais parte de mim, eu sonhei e trabalhei muito para chegar até lá. Só que no decorrer do caminho, me perdi. Amizades tóxicas, desencontros e problemas que me cegaram ou apenas a “vida adulta” que começou a me mostrar tudo de um jeito diferente. Infelizmente quando isso acontece a gente demora bastante pra perceber.

Eu não parei de acreditar em sonhos, mas passei a acreditar que muitas coisas interferiam. Coisas de adulto que não deveriam estar na minha cabeça. Isso me enfraqueceu demais. Infelizmente passamos por uma época na qual virou moda “estar na bad”, “querer estar morta”. Não me leve a mal, nem todos os dias estamos sorrindo. Tem dias que fracassos ou notícias ruins acontecem e às vezes eles são necessários para o nosso amadurecimento, para que a gente possa chegar aos dias bons.

E apesar de nunca ter desistido dos meus sonhos, perdi a conta das vezes que pessoas diziam ver um chamado pra mim. Diziam que eu escreveria histórias, que inspiraria pessoas, que mudaria a vida delas e em todas elas, fugi desse assunto. E eu nunca entendi o motivo. Sabia que tinha muito medo, mas não entendia. Era o mesmo medo que tinha quando me deparava com o filme “sempre ao seu lado” ou “ a procura da felicidade” e os livros do Nicholas Sparks que sempre evitei.

No fundo sabia que meu chamado estava ali, que eles tinham a mesma essência que carregava, que tinha tanto medo de me deparar e me quebrar novamente.

Não foi fácil perceber isso. Foi preciso que eu batesse de frente com vários sentimentos e confrontasse a mim mesma. Nessa busca, descobri que amo literatura autoajuda, coisa que sempre achei odiar. Descobri que posso ser uma escritora de terror e usar roupas coloridas, tá tudo bem. Descobri que também posso escrever outras histórias, as pessoas mudam. E aí entram as pessoas, porque elas nunca entendem. Elas sempre questionam a sua mudança. Mas por quê? Como assim? Existe uma certa recusa em aceitar e eu sei que vai ter muita gente que não vai acreditar, mas não cabe a ninguém me julgar. Eu sou eu, você é você.

Demorei a perceber que tenho uma missão por aqui e agora eu sei. Nessa busca, compreendi que infelizmente o mundo está recheado de pessoas que só enxergam o lado ruim. Entendi que as críticas estão fora de controle, pois perderam o foco e pararam de se importar com quem recebe do outro lado. Você percebe quando tentam criar confusões e te colocar no meio. Você é apenas o alvo para dissimular ódio ou magoar alguém, que nem era a sua intenção quando teve aquele pensamento aleatório. E não, não adianta de nada essa mudança ser de fora pra dentro. Não é ser good vibes por fora e torcer pra alguém se dar mal por dentro. Não é fingir ser alguém que você não é. Você pode enganar muita gente, mas não o universo. Ele reconhece. É a felicidade genuína pelo próximo, é a empatia e o foco em si mesmo.

Há quem acredite que histórias são apenas histórias, que não carregam nada por trás. Mas há sim, muita coisa por trás. É quando você lê sobre a morte de um trabalhador, que teve sua vida interrompida de forma bruta e injusta, que você se pergunta o que pode fazer para melhorar o mundo. É quando você vê uma possível guerra se formando, que se pergunta desesperadamente como pode ajudar pessoas a mudar. É quando vê uma legião de jovens desanimados e sem perspectivas que você compreende que não escreve apenas por acaso. A vida é muito curta para desperdiçar com medo, preocupado com sentimentos e vibes erradas. O mundo já tem pessimistas demais e não vou ganhar nada sendo mais uma. Infelizmente esse perfil de pessoa é um dos piores, porque não basta ela não acreditar em si mesma, ela ainda quer desestimular os outros. Se depender de mim, não mais. Escrevo sim, porque preciso escrever. Mas agora compreendo que estou aqui para inspirar pessoas, dar o melhor para elas, não deixá-las perderem a fé (independentemente no que acreditam), diverti-las e mostrar que acreditar em sonhos são possíveis. Basta acreditar não apenas por fora, mas por dentro também e lutar por isso. E é o que farei até o fim. Do terror ao romance, estarei aqui contando histórias para inspirar e motivar pessoas, que é a minha missão nessa vida. Isso é muito maior que eu.

“O universo conspira a favor, de quem não conspira contra ninguém” 

E como falei ali em cima, isso não é apenas um texto pessoal. Isso também serve para um professor que deseja inspirar seus alunos, para uma mãe ou família que deseja inspirar seus filhos, para um chefe que queira motivar a sua equipe. Ou para você que pode estar passando por uma fase difícil. Não estamos aqui por acaso, façamos por merecer cada segundo. Principalmente por aqueles que não estão mais aqui e gostariam de poder fazer a diferença. Faça por eles também ❤

Sei também que meu texto é utópico, pois bem, essa é a MINHA utopia. Essa sempre foi a minha e sempre vai ser. Tentaram destruir meus sonhos e quase conseguiram, mas alguma coisa dentro de mim não deixou. Eu prefiro acreditar no impossível que rege a minha vida, eu quero.

Eu tô muito feliz de poder falar sobre isso. Não tem mais treta, não mais amizade tóxica, não mais derrota, nem fracasso. Espero que não estranhem as mudanças, o conteúdo que teremos aqui para frente. O que importa é que estou feliz de poder dividir isso com todo mundo e muito grata por poder mudar. Eu só quero compartilhar amor. E se você vem pelo bem, vai ser muito bem vindo. No final das contas, é tudo sobre o amor.

E como presente, deixo Malibu para vocês. Uma canção que tem muito do que estou vivendo. Quem diria eu e Miley estaríamos passando pela mesma fase, hein? ❤ Mas sobre Malibu e essa nova fase da Miley, volto com outro post.

Mil beijos,

Juliana

172 horas na lua · Editora Novo Conceito · Ficção Científica · Johan Harstad · Sobrenatural · Spoilers · Teorias · [Livros] · [Terror]

172 horas na lua e muitas teorias com spoilers

O ano é 2018. Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez.

Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 – um lugar que, até então, só era conhecido pelos altos funcionários do governo americano.
Mia, Midore e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviado mais ninguém à Lua.
Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer…
Prepara-se para a contagem regressiva.

       Olá pessoas, tudo bem com vocês? É, eu sei que mais uma vez tomei chá de sumiço, mas dessa vez foi por um bom motivo. Estou me formando na faculdade e nos últimos meses fiquei envolvida demais com o meu tcc. Por causa disso, fiquei mais de 4 meses sem ler, nem escrever. Assim que terminei de escrever a monografia, tentei ler alguma coisa, mas não rolou. Acho que foram meses tão cansativos e de leituras tão puxadas que precisava me desintoxicar, fazer outras coisas e foi isso que eu fiz. Um dia, navegando no twitter tive a ideia de ler 172 horas na lua. Eu já tinha ouvido algumas @ que sigo por lá falando muito bem e a Barbara Herdy, minha amiga e autora de Apenas Respire, um conto quase de fadas, decidiu ler junto comigo, como em uma espécie de clube do livro. Não poderia ter sido uma ideia melhor!

      Primeiramente devo dizer que fazia muito tempo que não lia um livro tão bom quanto esse. E que poder ler um livro com essa magnitude, depois de tanto tempo parada, me ajudou demais. Também devo avisar a vocês que esse texto vai ser longo e que não é um daqueles que se trata de resenha da história, mas sim um texto cheio de teorias e com MUITOS spoilers. Então se você ainda não leu, volte depois que ler o livro e aproveite para comentar o que achou. Vamos lá?

       172 horas na lua foi escrito por Johan Harstad e publicado pela Editora Novo Conceito. O livro narra a história de três adolescentes que a NASA decide sortear em 2018 para embarcar em uma missão. Acontece que a NASA está passando por problemas financeiros e a escolha de 3 adolescentes seria ótimo para publicidade por unir diferentes gerações e patrocínio para a viagem. É óbvio que a notícia repercute entre a população que fica eufórica com a possibilidade de viajarem para a lua, mas logo de cara ficamos sabendo que apenas Mia, Midori e Antoine conseguem ser “os escolhidos”. Os três são de lugares diferentes – a primeira é Norueguesa, a segunda japonesa e o terceiro francês. E eles também são motivados por ideais diferentes. Mia por exemplo é a única que não curtiu a ideia. Ela foi inscrita pelos pais e só aceitou a ideia depois de muito custo por conta das amigas insistirem que seria ótimo para a sua banda de rock. Já Midori se inscreveu porque queria fugir do país opressor em que vivia e ter um futuro livre. Enquanto Antoine queria se afastar para esquecer sua ex – namorada Simone que o trocou por outro.

Relacionamentos deveriam vir estampados com a data de validade para que as pessoas pelo menos tivessem chance de cair fora antes que a coisa ficasse totalmente rançosa.

     Com o passar do tempo, os adolescentes são contagiados pela ideia de viajarem para a lua e ao lado dos outros astronautas, passam por uma série de testes e treinamentos que duram cerca de três meses antes da viagem. Uma coisa que senti falta foi do desenvolvimento dos personagens e do treinamento para os leitores. Só é narrado para quem lê que isso ocorreu, mas não vemos a amizade dos três se desenvolvendo, nem parte do treinamento. Só que antes de embarcarem, uma série de coisas estranhas acontecem como uma espécie de sinal para avisar aos adolescentes a não partirem. E diga-se de passagem que essas partes são bem sinistras. Os sinais são assustadores e deixa os competidores estremecidos e com medo. Mas os três embarcam mesmo assim, ignorando os sinais e de início ocorre tudo bem, apesar da ansiedade pelo acontecimento. A equipe vai passar 172 horas na lua (que dá uma semana e algumas horas, me desculpa sou de humanas) e nesse tempo, vão ficar na base DARLAH 2 no mar da tranquilidade na lua, no mesmo lugar que Neil Armstrong pisou. Tudo está se encaminhando bem até quando uma série de acontecimentos trágicos começa a se desenrolar. Nas primeiras 144 páginas pouca coisa acontece e o leitor tem a sensação de que a história demora a acontecer. Devo confessar que achei o romance entre Mia e Antoine desnecessário. Eles até são fofos juntos, só que o romance não cabe na história. Tanto que ele nem se desenrola. Ao mesmo tempo que dá pra compreender, já que o autor possivelmente fez isso para aproximar o leitor. Só que assim que pisam na base DARLAH 2, o livro começa a se desenvolver e a gente tem a sensação de que entramos em uma montanha russa com tanto plot twist.

Eu e a Barbara depois de terminar de ler o livro

       A escrita do autor é fluída e atraente. Eu fiquei lendo sem parar, pois não conseguia dar uma pausa. Talvez ele pudesse desenvolver mais algumas partes do livro – como mencionei anteriormente – mas o plot twits e o final compensam, pois 172 horas na lua – desculpem o palavreado – é um puta livro. O final é estarrecedor e chocante. Eu previ como o final seria, mas não imaginava que o autor tivesse coragem de ousar tanto. Na hora em que terminei de ler, me vi dividida por muitos sentimentos. Primeiro fiquei muito irritada porque não queria que tivesse terminado daquele jeito. Não basta todas aquelas mortes, todo o desespero, ainda tem que morrer mais uma? Eu jurava que Mia seria a única sobrevivente, até mesmo por conta de uma frase que Midori diz a ela fazendo uma referência a Robinson Crusoe: “- Imagina se você fosse a única a sobreviver e a voltar para a casa?” A frase pode soar meio solta, mas quem escreve sabe que talvez ela não tenha sido colocado ali a toa, mas fiquei triste ao ver que me enganei. Mas depois que se passaram alguns dias, cheguei a conclusão de que mesmo não gostando do final, o livro além de ser maravilhoso, faz muito sentido. Talvez se a Mia verdadeira realmente tivesse sobrevivido não teria tanta graça assim e o livro não teria o mesmo impacto. Uma parte de mim perdoa o autor.

         Assim que terminei de ler, fui comentar com a Barbara e chegamos a várias conclusões. Então todos os comentários e teorias que vão ler aqui são pensamentos e ideias que tivemos a respeito da história. De primeira vale a pena destacar que logo no prólogo, quando pessoas do alto escalão se reúnem para discutir sobre retomar as missões para a lua, eles estavam cientes de que a última viagem tinha tido problemas que o público desconhecia. E eles também dão a entender que estavam cientes de que havia alguma coisa na lua muito perigosa, eles sabiam que pessoas correriam riscos e ainda assim, permanecem com a ideia de levarem adolescentes. Eles não descartam a missão e nem a ideia. Vale também destacar que quem tem a ideia é o Dr. XXXXXX e que em nenhum momento conhecemos a sua identidade. Não falam o nome dele e o leitor não faz ideia de quem ele é. Ficamos totalmente no escuro. O anonimato a respeito do seu nome talvez não tenha sido em vão. Só que fica a dúvida: quem é ele? ele é um doutor mesmo? Lembrando que tanto um médico quanto uma pessoa pós graduada podem ter o título de “Doutor”. O que seria a ele? Fica evidente o quanto ele está animado para a missão, mesmo sabendo que pessoas podem morrer por causa disso e em nenhum momento demonstra estar preocupado com isso. Seria ele então uma cópia que sobreviveu da outra missão e ficou na terra? Ou seria alguém importante, tipo o presidente dos Estados Unidos? Isso não ficou claro e um ponto aberto que o autor deixou.

O tempo era uma lesma grudenta e poderosa. 

Outro detalhe que não entendi foi a respeito do final. Eu li duas vezes e em nenhum momento vi algum indício de que a Mia doppelganger teria vindo para a terra. Só quando ela chega a terra e começa a agir estranhamente é que fica claro de que não se trata da verdadeira Mia. Também não entendi porque a Mia doppelganger assassinou o morador de rua, com quem ela esbarra antes de viajar no início do livro. Seria apenas um recurso narrativo do autor para mostrar ao leitor de que não se tratava da mesma pessoa ou então a Mia cópia teria as mesmas lembranças da original? Ainda assim não sustenta a morte. Também não entendi porque surgem tantas Mias no final – que o funcionário do hotel vê passando – se apenas uma Mia chegou a terra. Então ao doppelganger se multiplicaria? Outra explicação possível seria de que as pessoas atacadas, acabariam virando doppelganger. Outra questão que ficou mal explicada é que logo depois do final do livro, eles relatam que em missão para a lua de 2081, eles encontram o corpo de uma garota de 16 anos com uma carta ao lado de um homem que era o Coleman. A princípio acreditei que se tratava da Midori, pois ela foi pega pelo doppelganger ainda dentro da base DARLAH 2, mas na verdade é a Mia. Aí fica a dúvida no ar: a Mia que correu até a DARLAH 1 com a Midori cópia era um doppelganger? Então quem era a outra Mia que lutou com ela na hora de entrar na cápsula? Outra Mia doppelganger ou a verdadeira? Não faz muito sentido ser a verdadeira, porque ela não tinha mais oxigênio, como Mia conseguiu retornar para a DARLAH 2 e ainda escrever uma carta? Ou a carta seria a do irmão que foi esquecida com ela?  Também não faz sentido porque a carta ficou na Flórida onde ela treinou por 3 meses e acabou esquecendo dentro de um armário. Outro ponto que também não bate é que logo no final enquanto Coleman conversa com Mia e Midori, ele diz que se os doppelganger forem para a terra seria o fim do mundo. E no próprio livro descreve as Mias cópias atacando e matando todo mundo. Como teria sobrado alguém pra viajar em 2081 para a lua?

      Também não vi sentido na escolha de adolescentes para viajarem para a lua. Sim, eu sei que em vários momentos eles se comportaram de forma muito mais madura que os adultos. Tanto é que várias vezes me esqueci que tinham cerca de 16 – 17 anos. Sei que a escolha pode ter sido para criar público alvo para o livro, mas em questão de coerência com a história achei nada a ver. No final das contas, por mais que Mia e Midori foram as últimas a morrer, elas não adicionaram nada a missão. E eu fiquei sentida por isso, queria que eles tivessem mais espaço e conhecimento. Seria interessante ver aqueles adolescentes esfregando na cara dos adultos várias coisas. Outro ponto importante abordar e que não compreendi muito bem foi o velhinho, sr.  Oleg Himmelfarb. Ele era um dos sobreviventes/ espectadores da última missão e um dos poucos que sabia sobre o perigo que havia na lua, mas não sabemos se a memória dele tinha sido alterada e por isso ele pode ter sido considerado um inválido ou se estava mesmo doente, mas ainda lúcido com alguns lapsos de memória. É intrigante a forma como as memórias dele são despertadas e fica a dúvida no ar sobre o que realmente aconteceu com ele.

        Agora algumas questões que não ficaram claras e que adoraria que me explicassem: como o Antoine teve a visão do “QU”? Quem era a pessoa no banheiro com a Midori falando da J5? Quem foi que escreveu o 6E no casaco do morador de rua? Para isso não tem resposta e a gente fica na dúvida se foi algo sobrenatural, como os espíritos das pessoas nas outras missões querendo avisar ou algum tipo de sexto sentido externado. Fica confuso, pois foi como a Bárbara comentou. No caso de Antoine, ele leu e estudou sobre tudo que aconteceu, mas ele não menciona nenhum acidente. Eu acreditava que seria por conta do acidente de “Apollo 13” no qual uma parte onde tinha oxigênio explodiu e eles explicam no final do livro.

         Quando terminei de ler, fiquei confusa sobre qual seria o objetivo da viagem. Em nenhum momento fica claro qual era o principal motivo da missão. Eles dão a entender que seria para procurar tântalo setenta e três, mas a ideia e motivação do Dr. XXXXXX parecem outras (seria a intenção de povoar a terra de cópias?). No final, já estava achando que eles estavam ali para destruir a lua, mas ainda assim é uma ideia remota, uma vez que a missão é quase um reality show com o mundo inteiro voltado com os olhos para lá. Achei muito interesse o autor incluir lendas japonesas na trama. Tenho muito interesse em ler mais sobre isso, apesar de conhecer um pouco e saber que elas são sinistras. O Japão não brinca em serviço quando se trata de terror e a adição das lendas trouxe um charme a mais para a história. A inclusão do “doppelganger” também combinou com o enredo e achei que foi uma grande sacada do autor. Fiquei mais chocada ainda ao descobrir que existem vários relatos na internet sobre isso e em alguns casos bem reais. Aliás, descobri que vários detalhes do livro são reais e eu acho que nunca mais vou conseguir dormir de luz apagada?

Como assim algumas coisas de 172 horas na lua são reais?

          Uma das partes mais sinistras para mim é quando quase no final do livro, Coleman narra para Mia e Midori uma conversa que teve com o seu amigo pastor. Ele fala para Coleman que a lua poderia ser o inferno e é nesse momento em que toda a história faz sentido e isso me deixou literalmente no chão e com muitas vibes sobrenaturais. Um detalhe interessante é a crítica que o autor faz de certa forma velada aos EUA por conta da necessidade da NASA esconder dos soviéticos a existência de DARLAH 1 e 2. É aquela velha história de se preocupar com o próprio umbigo e pouco se importar com as reais consequências ao redor. Um ponto negativo e que vale a pena destacar é que achei um tanto incoerente o fato dos pais não fazerem perguntas para os funcionários da NASA que parecem desviar das delas. Os filhos embarcam e é notório que os pais sabem muito pouco da missão. Como a Jella em prosa diz em seu vídeo sobre o livro: “- Os personagens parecem fazer as perguntas erradas.”

          Apesar de todas essas questões e muitas ressalvas, o livro é muito bem escrito e possui momento eletrizantes que poderiam facilmente ser adaptado para o cinema. O livro possui uma linguagem bem trabalhada para roteiro, já que é um enredo muito visual. A edição é linda, o livro possui várias gravuras e ilustrações com mapas e indicações de situações que se passam na história. Até o presente momento, 172 horas na lua é um stand alone (livro solo) e a princípio não terá uma continuação, mas seria muito bom se o autor criasse um livro spin off explicando os vários pontos em aberto e o que aconteceu depois das cópias terem ido para a terra. Não tem necessidade de um livro dois, mas sim um complemento para essas brechas.

          Acho que depois de todas essas teorias e comentários, não há dúvidas para ler 172 horas na lua. É uma trama completa de suspense, terror e ficção cientifica. Já estou caçando outros livros do autor para ler e eu super indico para a galera que curte esse gênero e tramas como Doctor Who, Perdido em Marte, Star Trek e Interestelar. Cinco estrelas e favoritado.

           Para quem ainda não viu, participei da seção “Livros de Cabeceira” da Revista Geração Bookaholic e listei meus cinco livros favoritos da vida. Corre lá para descobrir quais são. E em Janeiro tive a oportunidade de participar de um bate papo com a Escritora Roxane Norris e Katy Navarro no programa Conversa com o Autor da rádio MEC AM sobre livros, escrita, Maratona Do Terror e romance. Para ouvir é só acessar o site.

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Halloween em noite de lua cheia (A hora do Arrepio) – R. L. Stine

 Tristan acha seu novo professor, Sr. Delua, muito estranho.E está prestes a descobrir o quanto estranho ele é ao ser convidado a participar da sua festa de Haloween… onde todas as portas e janelas são trancadas com barras de ferro… E uivos de lobisomem ecoam por toda a casa!

Olá, sentiram a minha falta? Depois de um longo tempo longe por um turbilhão de motivos, estou aqui de volta com o primeiro post do ano *–* Desejo todos a vocês um BIG 2017 recheado de paz, saúde, amor, felicidades e luz. E como não poderia deixar de ser, mesmo enrolada com TCC e diversas outras coisas, trouxe um post sobre um livro super gostosinho de ler. E se preparem, porque vão ter mais posts durante a semana! Estou na reta final do meu tcc, mas decidi – para me distrair – aparecer por aqui e atualizar com os livros que já li e séries que venho assistindo. Vocês vão adorar as novidades que vamos ter esse ano *O*

A hora do Arrepio (The Nightmare Room) é uma série de livros do escritor R. L. Stine, que muitos de vocês devem conhecer. Stine é autor de Goosebumps, Rua do Medo, The Haunting Hour e Fantasmas à solta. Suas histórias também inspiraram a criação da série Clube do Terror (Midnight Society) que ficou muito famosa nos anos 90 e passava a tarde na TV Record. O autor tornou-se famoso, pois seus livros venderam mais de 300 milhões ao redor do mundo e por conta disso, entrou no guinness book. Antes de Harry Potter fazer história, R. L. Stine fez um marco na literatura.

 Suas séries faziam tanto sucesso que foram adaptadas para a TV e recentemente para o cinema. A série de A Hora do Arrepio passava nas tardes do SBT e contou apenas com 13 episódios. A série de livros teve 15 livros publicados, 11 desses sendo publicados pela Editora Rocco no Brasil. Halloween em noite de lua cheia é um dos meus favoritos da série e possui um episódio que vocês podem assistir no youtube (está no final do post). Grande parte dos livros da série foram adaptados para a tv e com isso, tiveram que mudar algumas coisas – o que é super comum nas adaptações -, mas a essência das histórias ainda são as mesmas.

 Se você nunca leu ou assistiu alguma coisa do universo do R. L. Stine, primeiro tem que entender que o R. L. Stine trabalha com terror psicológico e que escreve para o público infantojuvenil. Ele também têm livros de terror para adultos, mas seu público alvo maior são os teens. E essa é uma das características mais ricas de suas histórias. Nelas, vão encontrar escolas, famílias, crianças, casais de namorados, jogadores de basquete se envolvendo em várias aventuras com monstros, zumbis com muito terror. E claro, sem deixar a diversão de lado!

E em Halloween em noite de lua cheia não poderia ser diferente. Nessa história, temos uma turma de amigos: Rosa, Tristan, Ray e Bella que são convidados pelo misterioso professor Sr. Delua para a festa de Halloween na casa dele. O problema é que o professor é novo na escola e já parece ter uma implicância com esses alunos. Eles ficam mais ressabiados ainda ao descobrirem que os outros alunos da escola não foram convidados. Até o filho do Sr. Delua, Michael tenta convencê-los a não irem. Para completar, o lugar onde moram está sendo alvo de ataques de algum tipo de animal que vem assassinando os bichinhos de estimações da vizinhança. Mas os amigos resolvem não dar corda e acabam embarcando em uma noite misteriosa e cheia de reviravoltas.

O que notei – tanto na história quanto no episódio – é que as partes pesadas da história permaneceu, o que contribuiu para o clima soturno do livro. Mesmo escrevendo para o público infatojuvenil, Stine deixa o teor mais sombrio em suas histórias – sua marca registrada. Halloween assim como grande parte dos seus livros, possui um final intrigante e muito criativo. A leitura é leve, fluída e muito envolvente. É um livro em que é possível ler de uma vez só. Outro detalhe sobre a série é que foi muito influenciada por Twilight Zone com sobrenatural/ terror e ficção científica como tema. Mas isso aí é assunto pra outro post. 

Para a galera que curte terror psicológico com  uma linha mais leve para o público infantojuvenil, as histórias de R. L. Stine sempre serão uma ótima pedida. Assistam o episódio baseado no livro e não esqueçam de me contar o que acharam ❤

NaNo WriMo · NaNoWriMo · Uncategorized · [Novidades]

Alô, alô, tem alguém aí? #NaNoWriMo 2016

Uma nova era se inicia no Juliana Skwara. É, eu sei, sumi. É, não fiz a programação de Halloween. Sei que não adianta  pedir desculpa, mas peço perdão mesmo assim. Em minha defesa, comemorei o Dia das Bruxas e compartilhei muitos comentários nas minhas redes sociais. Seja no twitter, fanpage, instagram ou snapchat (juskwara). Então, se você não me segue ainda, está na hora de mudar isso =)

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No meio desse tempo que estive afastada, passei por algumas crises e dúvidas. Uma parte de mim achava que não iria mais escrever em blogs, outra queria dar um tempo para o tcc e uma outra (e a maior parte poderosa) queria escrever para se distrair. E adivinha quem venceu?

Um dos motivos pelo qual sumi tem nome e sobrenome: meu tcc. É, estou no último período de faculdade e se nenhum professor me reprovar (ou alguma greve explodir) me formo em 2016. 2. Vocês devem estar pensando: se ela está em fase de TCC por que está aqui? Bem, no meio dessa descoberta sobre monografias descobri coisas muito importantes. Eu precisava escrever o meu tcc e por mais que tenha escolhido um tema que ame – Sir Edgar Allan Poe – isso é bem complicado. Quando você começa a escrever um tcc, meio que entra em colapso. Demorei muito para escrever alguma coisa, cerca de 5 meses. Isso aconteceu porque meu tema inicialmente seria sobre a relação entre Poe e Baudelaire e por mais que exista uma ligação entre os dois, não consegui encaixá-los. Eu tenho uma intimidade muito maior com o Poe do que o Baudelaire e nesse tempo encontrei muito material sobre ele (mas isso é um assunto para outro post). O fato é que me senti muito culpada por estar procrastinando e sim, eu sou uma das maiores procrastinadoras do universo. Por exemplo, enquanto escrevo, estou adiando um trabalho de Poesia Portuguesa 3 que tenho que entregar e um conto que estou com a deadline apertada. Para completar, passei a dar aulas particulares à noite. Essa oportunidade surgiu em um momento maravilhoso já que a grana está apertada. E eu não pretendo voltar a ser professora. Isso é uma coisa encerrada, que ficou para trás na minha vida. É apenas um trabalho momentâneo por questões financeiras. Pode parecer que estou sem tempo e isso é meio que uma verdade, mas estou aos poucos aprendendo a lidar com a disciplina.

Voltando ao TCC, só passei a ficar mais calma quando descobri através do marido da minha melhor amiga que faltando dois meses para entregar a monografia dela, a bonita começou a fazer. Ué, como assim? Fiquei bastante surpresa com o comentário porque a minha bff é uma das pessoas mais inteligentes que conheço em todo o universo. Ela sempre tirou notas altas na escola e inclusive na faculdade, na qual era super nerd. Fiquei mais surpresa ainda quando descobri que uma galera que vai se formar junto comigo nem começou a fazer. Tá, eu sei que é errado se comparar com os outros, mas isso ajudou a me tranquilizar pelos seguintes motivos: já tenho o primeiro capítulo pronto e já estou delineando o segundo. Quero muito terminá-lo ainda esse mês para poder começar o terceiro. Só não terminei ainda de escrever o segundo, pois tenho muitas leituras que não estão em dia. Infelizmente elas são muito necessárias. As leituras teóricas, apesar de chatas, realmente são importantes para um trabalho acadêmico. Porque sem elas, suas anotações e seus textos rendem apenas um artigo ou mini artigo. Mais surpreendente ainda dizer que estou curtindo muitas essas leituras. É assustador, né? Quem diria! O único motivo de estar atrasada com elas é porque todas as minhas leituras estão em PDF e ando tendo muita dor de cabeça por ler na frente do computador/ celular. Foi aí que decidi adquirir um leitor digital. Estou ainda na dúvida em qual comprar, mas estou aguardando a Black Friday para fazer isso. Vocês tem alguma indicação para me dar? Se tiverem, podem falar. Vai ser de muita ajuda.

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                          Esse é o estado que me encontro nesse momento

E é claro que vocês devem imaginar que não estou lendo nada fora das minhas leituras acadêmicas. Gostaria muito mesmo de estar, mas meu ritmo de leitura anda super lento e aceitei que vai ser assim até terminar o TCC. O único livro que estou lendo sem ser ligado ao Poe é Welcome To Night Vale. É um livro incrível que estava de olho há um tempo e adquiri com um super desconto na Estante Virtual. O livro é muito louco, meio fantasia urbana com ficção científica. Seria algo que o Neil Gaiman escreveria com toda certeza. Nem cheguei na metade ainda, primeiro porque estou dividindo meu tempo de leitura com o tcc e segundo, porque não quero terminar. Fazia tempo que não lia uma coisa tão louca! Falo mais sobre o livro em um post só para ele. Porque com toda certeza vai ter!

Agora vamos ao interessa. Como muitos sabem, todos os anos participo do NaNoWriMo que é  National Novel Writing Month ou conhecido como Mês Especial para escrever um romance. É um desafio criado para escritores alcançarem 50 mil palavras  em um mês (podendo terminar um livro ou não). Ano passado participei e cosegui vencer o desafio! Já falei diversas vezes a respeito disso no site. Por conta das minhas aventuras acadêmicas, pensei seriamente em não participar esse ano. Mas com o tempo, conforme fui surtando decidi escrever para me distrair. Por isso estou de volta ao site e ao NaNoWriMo. Escrever pode ser estressante na maioria das vezes por conta das olheiras e dores nas costas, mas escrever me faz viva. É uma coisa louca, que não dá pra explicar e um remédio para a minha mente em tempos tão estressantes. É por isso que estou participando com “Apartamento 26”. 

A história desse livro é um tanto curiosa. Surgiu meio que do nada, quando estava dormindo no carro enquanto meu namorido dirigia e eu voltava de um evento que participei com Maratona Do Terror. Não quero falar muita coisa ainda sobre ele (mas se vocês quiserem posso até postar), mas basicamente é uma história de mistério, suspense e crimes com toques sobrenaturais inspirado em filmes noir, preto e branco, romances da Agatha Christie,  Poe e Twilight Zone. Quando comecei a escrever, notei de imediato que possivelmente Apt 26 pode ser um eco do meu TCC. Quem sabe? Pelo menos a minha monografia vai deixar alguma coisa de bom, não é mesmo?

giphy.gif                         *O gif do sapinho me representa*

Para poder participar, aceitei que não escreveria todos os dias e teria que ir com calma. Sendo assim, escrevo boa parte da trama em meus caderninhos e faço roteiros para não me perder. Não faço ideia se vou chegar as 50 mil palavras. Eu queria muito, mas estou preferindo curtir e viver o momento do que me estressar com o desafio. De forma que estou no momento com 21. 760 palavras. Se quiserem me adicionar no site do NaNo para fofocarmos muito sobre o nosso processo de criação é só chegar mais.

O motivo para ter postado esse texto imenso é para avisar que estou de volta e prometo não abandonar mais o site. Vamos continuar com as postagens sobre filmes, séries, livros e cultura gótica. E com acréscimo de posts desse tipo e também posts com as minhas playlists ( por que não?).

Obrigada por não desistirem de mim (notei que mesmo longe do site, o apontador mostrou muitas visitas), então UAU. Espero que continuem comigo e me contem o que andam aprontando, se estão participando do NaNoWriMo ou já em clima de final de ano (como eu queria estar).

Mil beijos e vida longa e próspera,

Ju.

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Seja bem – vindo mês especial do Halloween

Ladies and Gentlemans, é com muita alegria que anuncio que está aberto o mês especial do Halloween *O*

Vocês sabem que essa é a minha época favorita do ano – não é a toa que me consideram a louca do dia das bruxas – e estou SUPER animada para todas as novidades e a programação especial desse mês!

Podem se preparar, pois teremos muitos posts e vídeos com direitos a filmes, séries, playlists, muitos livros, muita Maratona Do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio – acá, o meu livro – e algumas surpresinhas ❤

Aproveita e vem junto comigo! Todos estão convidados para participar da programação especial do mês do dia das bruxas! Vem comigo 👻👽💀

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10 curiosidades sobre o site · 10 mil visitas · 10 mil visitas + 10 curiosidades sobre o site · Cultura Gótica · Nickelodeon · [ The Haunting Hour] · [Disney] · [Filmes] · [Livros] · [R. L. Stine] · [Séries] · [Youtube]

10 mil visitas + 10 curiosidades sobre o site

Tenho uma notícia  incrível! O site passou das 10 mil visitas!!! YAAAAY! Vocês não fazem ideia do quanto estou feliz! Quando criei o site, queria dividir muitas coisas legais e estou contente com essa nova fase e as postagens que estão mais a minha cara *—*

Quero agradecer também aos leitores, aos meus amigos e o meu super namorado pelo apoio e embarcarem nas minhas aventuras. Esse feito é nosso, não seria possível sem vocês ❤

Sem mais voltas, como vocês votaram no twitter através da enquete pedindo um post com 10 curiosidades sobre os bastidores do site, aqui estou para saciar a curiosidade da nação. Espero que se divirtam!!!

1 – Eu tenho esse site há muuuito tempo, mas nunca tinha postado nele. Antes do www.julianaskwara.com entrar em ação, eu tinha um blog que usava como diário e compartilhava meus textos, resenhas, músicas e etc. Muita gente me conhece dessa época, aliás. Sinto saudades daquela época, mas como o site não me representava mais e estava cansada do blogspot, decidi investir no wordpress.

2 – No início, o site serviria apenas para ter meus contatos como autora e etc. Só que com o tempo, senti saudades de blogar, postar sobre os livros que leio e as séries que vejo. Foi aí que decidi usá-lo como site de autora e blog. Foi a melhor ideia que tive rs.

3 – No início também o site focava nos meus textos pessoais, tipo crônicas como fazia no antigo blog. Apesar de amar escrever, eu fui vendo que não era mais aquilo que queria. Eu queria falar das coisas que curto como séries, filmes, músicas, livros, escrita, Disney e cultura gótica. Foi aí que decidi ser mais eu e deixar as crônicas de lado. Foi uma fase que passou. De vez em quando ainda posto crônicas, mas não é mais o centro do site.

4 – O post mais acessado é sobre a série The Haunting Hour. No período que o site ficou sem post, ele continuou sendo muiiiito visualizado. Para ter uma noção, esse post está caminhando para 1000 visualizações :O Atualmente ele tem 906. Antes dele, o post sobre PLL estava no topo. Só que R. L. Stine e suas séries mudaram isso.

5 – Como disse anteriormente, as postagens sobre o Escritor R. L. Stine que eu amo, seus livros e as adaptações em séries/ filmes são os posts mais visitados. Ele é um assunto “popular” no site.

6 – Como o Halloween está vindo e eu SOU A LOUCA DO DIAS DAS BRUXAS, vai ter post todo dia, com várias programações legais e divertidas. Quem está ansioso aí? ❤

7 – Os Estados Unidos é o segundo país que mais visita o site. Ele é muito popular por lá, mas é claro que o Brasil está na frente, liderando como o país mais visitante. Isso foi uma surpresa para mim, visto que os assuntos que curto não são muito populares por aqui, mas sim nos EUA. Mas pelo visto estava enganada hahaha.

8 – Eu nunca quis falar só sobre livros no site, porque por mais que ame escrever e ler livros, sei que não somos feitos apenas disso. E eu AMO séries e filmes. Não sei qual que amo mais, mas tenho uma lista longa para compartilhar com vocês.

9 – Não sei se já notaram, mas curto muito falar de séries que já terminaram, que poucas pessoas conhecem (#diferentona) ou que muitas pessoas pensam que são para o público infantojuvenil como as séries da Disney e da Nickelodeon que eu AMO. Não ligo para o que as pessoas pensam ou falam e pretendo continuar falando muito delas por aqui ❤

10 – O Site tem um canal no youtube. Se você ainda não se inscreveu, corre, pois vou voltar com ele e falar sobre meus livros, séries, filmes, Disney e Cultura Gótica nele. Estou muito ansiosa para isso e prometo muitas surpresas ❤

Espero que tenham curtido a postagem! Aproveitei para inserir algumas novidades ❤ Eu estou MUITO animada com essa nova fase do site e curtindo muito postar todos os dias sobre as coisas que mais amo! E estou muito feliz com esse retorno que tem sido incrível. OBRIGADA, VOCÊS SÃO AWESOME ❤

A Fear Street Novel · Globo Alt · Jogos Macabros · Lançamento · Rua do Medo · [Editora Rocco] · [Livros] · [Party Games] · [R. L. Stine] · [Terror]

Jogos Macabros, lançamento do livro do R. L. Stine pela Globo Alt

Eu nem acredito que estou postando isso, mas a Rua do Medo do R. L. Stine está finalmente de volta! Quem me acompanha sabe que sou super fã dele, já fiz vários posts a respeito por aqui e é claro que já garanti o meu exemplar.

O livro já está em pré – venda e disponíveis em várias livrarias virtuais. Para quem não sabe, Jogos Macabros é a tradução de Party Games, livro que foi publicado em 2014 e marca o retorno a famosa Rua do Medo. A série ficou famosa nos anos 90 pela Editora Rocco e agora está sendo publicada pela Globo Alt. Na fanpage da Editora é possível ler o primeiro capítulo. Eu estou DOIDA para ler esse livro há muuuito tempo. Só não li antes, porque não queria ler em eBook. Aproveita que o livro combina com o Halloween que já está se aproximando. É uma super pedida ❤

 

Confira a sinopse e os quotes da história:

Conhecido mundialmente por seus livros de terror e suspense, com centenas de milhões de exemplares vendidos, R. L. Stine desponta no cenário da ficção juvenil pela genialidade na criação de enredos sinistros. O“Stephen King da literatura juvenil” ficou famoso na década de 1990 com a aplaudida coleção Rua do Medo. Quase duas décadas depois do último volume, Stine atende aos pedidos dos leitores e lança o livro inédito Jogos macabros, publicado no Brasil pela Globo Alt. Tal como os outros títulos da coleção, a história se passa na velha cidade de Shadyside, nos EUA, conhecida por ser palco de acontecimentos misteriosos e aterrorizantes envolvendo os alunos da escola local. Todos na região conhecem a excêntrica e rica família Fear, e sabem também do passado terrível que os assombra. Apesar desses histórico nada promissor, Brendan Fear parece ser um garoto diferente de sua família. Gentil e simpático, o jovem vive rodeado de colegas e chama a atenção de Rachel Martin, uma garota simples, colega de classe dele. Quando o aniversário de Brendan está prestes a chegar, ele começa a planejar uma comemoração um tanto diferente na isolada ilha do Medo, onde existe um casarão de veraneio pertencente à família Fear. Rachel é uma das convidadas para passar o final de semana no local sombrio e, contrariando os avisos dos amigos, decide ir. No caminho, coisas estranhas já começam a acontecer e, ao chegarem à mansão, Brendan dá as coordenadas para o início de um jogo que se revelará o mais mortal de todos. Repleto de reviravoltas, “Jogos macabros” mantém o leitor apreensivo da primeira à última página. Como todo bom enredo de R. L. Stine, a história dá espaço a fantasmas, assassinato, traição e romance, e marca, enfim, um retorno triunfal do autor à Rua do medo. ‘

“Quer um conselho? Não chegue perto da família Fear”

 

“A maioria das pessoas interpreta isso como um aviso”

 

“A floresta é linda, perfumada e tranquila. Mas poucos residentes de Shadyside fariam uma caminhada ou um piquenique por ali.”

Continue lendo “Jogos Macabros, lançamento do livro do R. L. Stine pela Globo Alt”

Adam Lambert · Halloween · Laverne Cox · Musicais · Remake · Ryan McCartan · Sobrenatural · The Rocky Horror Picture Show · Victoria Justice · [Comédia] · [Filmes] · [Terror]

Remake de The Rocky Horror Picture Show (2016) estreia em Outubro

Depois de 40 anos da exibição do clássico The Rocky Horror Picture Show, o remake do filme vai estrear em Outubro no clima de Halloween na TV Americana com Laverne Cox como Dr. Frank N Furte, papel que foi de Tim Curry no original.
O filme conta a história do ingênuo casal formado por Brad (Ryan McCartan, o Diggie de Liv e Maddie <3) e Janet (Victoria Justice *–*) que estão viajando de carro, mas no meio do caminho, o veículo quebra e eles vão parar no castelo do Dr. Frank N Furter. Ele é um cientista maluco, “sexualmente ambíguo” que quer criar Rocky Horror, um homem que possa satisfazer seus desejos sexuais.
O telefilme de Kenny Ortega (que também produziu o primeiro) é baseado no musical de Richard O’Brien. O programa terá duas horas de duração e também tem no elenco: Adam Lambert, Annaleigh Ashford, Reeve Carney e Christina Milian.
Eu já assisti o original e curti muito, mas acho que vou curtir ainda mais o romake. Se quiserem, posso fazer um post a respeito dele por aqui *—*
Confira os trailers do filme para a TV. Eu já estou ansiosa ❤

 

Comédia Sobrenatural · Minha babá é uma vampira · My Babysitter's a Vampire · Sobrenatural · Vampiros · [Comédia] · [Disney] · [Filmes] · [Terror]

Minha babá é uma vampira (My Babysitter’s a Vampire – O Filme)

 

Os pais do adolescente Ethan Morgan resolvem contratar uma babá para cuidar do menino e sua irmã mais nova Jane. A escolhida é Erica, uma menina que decide deixar o serviço para ir em uma festa. Sarah assume o lugar da garota, mas Ethan começa a desconfiar que ela é uma vampira. Ao lado do melhor amigo, ele vai viver uma aventura muito perigosa.

Minha babá é uma vampira (My Babysitter’s a Vampire) é um filme da Disney , produzido no Canadá que virou série após o seu estrondoso sucesso e arrebatar muitos fãs. O filme conta a história de Ethan Morgan, um adolescente que após se envolver em muitas encrencas ao lado do seu melhor amigo, Benny e não cuidar da sua irmãzinha Jane é obrigado pelos pais a ter uma babá. Se o mico não fosse suficiente, a babá em questão é Erica, sua colega de escola. Ethan é o típico geek, aficionado por games e ficção científica, o que traz um tom mais cômico para o enredo.

Enquanto isso, Erica anda chateada com a sua melhor amiga Sarah. Nos últimos tempos, as duas andam afastadas desde que a primeira começou a namorar Jesse, o cara mais gato da turma do teatro e pra lá de sombrio. Chateada com a amiga que anda com um comportamento estranho e pouco se importando com a estreia do filme de vampiros Penumbra –  que as duas são fãs – Erica decide ir a uma festa com a turma de Jesse e deixa a amiga e o emprego de lado.  Sarah que fica estranha sempre que Jesse, seu ex – namorado está por perto, tenta impedir a amiga de ir, mas ela ignora. Sarah então vai no lugar da amiga para o trabalho de babá.

Ao se deparar com a chegada da babá, Ethan e Benny notam que Sarah se comporta de um jeito estranho. Ela não tem reflexo no espelho e é super misteriosa.  Eles não esperavam que Sarah fosse uma vampira e que ela tivesse sido mordida por  Jesse. A partir daí, os dois se envolvem em muita confusão e vão tentar de tudo para salvar Sarah e seus amigos, Erica e Rory.  Acontece que Jesse é o líder da gangue do mal dos vampiros, quer roubar as almas dos habitantes de Whitechapel  para prender em um cubili animus e trazer os antigos vampiros para acabar com a paz do lugar. E ele pretende fazer isso na estreia de Penumbra 3, justamente no dia em que o cinema vai estar lotado de jovens.

 

Os vampiros de My Babysitter’s a Vampire conseguem andar no sol, mas precisam usar óculos escuros e no caso de Sarah, que é uma novata, tem 28 dias para se alimentar de sangue humano ou o seu corpo morre de verdade para sempre. Daí a pressa para acabar com os vampiros, rola um clima entre Ethan e Sarah que fazem um casal bem fofinho.

Para completar, Ethan descobre que é um vidente e Benny um bruxo, descendente de uma linha de feiticeiros que está prometido para uma coisa grandiosa. Dispostos a salvar a cidade e não deixar Jesse seguir com o seu plano doentio, Ethan e seus amigos se metem em uma luta contra vampiros muito perigosa, com direito a sabres de luz a lá Star Wars (só quem viu o filme vai entender haha).

Minha babá é uma vampira é mais um filme da safra de modinha de vampiros de 2010. É um filme de terror e sobrenatural para o público infantojuvenil, mas não deixa de ser uma comédia indicada para todas as idades. As confusões entre Ethan, Benny e Rory são hilárias. Eles são super nerds e muito atrapalhados! A história tem um pé no trash por conta dos efeitos especiais (estamos falando da Disney né?), mas de um jeito legal e não apelativo. O filme faz várias referências a Crepúsculo e várias outras obras que seguem a linha sobrenatural- vampiro, já que Penumbra 3 é uma sátira a saga. (A história de Penumbra 3 gira em torno de uma garota comum que se apaixona por um vampiro).

Depois do sucesso, o filme virou série e conta com duas temporadas. Mas isso é um assunto para outro post.  Se você curte um filme no maior estilo teen, meio Goosebumps, meio High School musical nerd sombrioterror Disney e “aquele clima de tudo pode acontecer”, Minha babá é uma vampira é o título certo. Corre que o filme e a série estão disponíveis no Netflix (e corre mesmo, porque vire e mexe, eles tiram do ar haha).

campos de Wolfsberge · Festival Wolfsberge Moonlight Mania · Hit me baby one more time · Lobisomens · Nickelodeon · Sobrenatural · The Boy Who Cried Werewolf · Vampiros · Victoria Justice · [Britney Spears] · [Comédia] · [Filmes] · [Netflix] · [Supernatural] · [Terror]

Castelo do Medo

Em Castelo do Medo, depois de passar por alguns problemas financeiros, a família Sands descobre que herdou um antigo castelo na Romênia. Sem melhores opções, David e seus filhos, Hunter e Jordan, se mudam para a misteriosa cidade de Wolfsberge. Isto é extremamente excitante para o filho mais novo que é obcecado por monstros. E ele não irá se desapontar. A partir daí algumas coisas começam a se transformar na família, principalmente com sua filha mais velha, Jordan Sands.

 

Estrelado por Victoria Justice e produzido pela Nickelodeon, Castelo do Medo (The Boy Who Cried Werewolf  no título original) conta a história da família Sands que é liderada pelo pai, David e passa por problemas financeiros. Ele tem dois filhos: Hunter e Jordan. O primeiro é o mais novo e viciado em terror, ocultismo e seres sobrenaturais, enquanto Jordan é a típica filha certinha, nerd, vegetariana e tem uma queda pelo cara mais popular da escola. Clichê, eu sei. Desde a morte da mãe, Jordan vem ajudando o pai com os afazeres domésticos e cuidando do irmão. Só que além dos problemas financeiros, David enfrenta outra adversidade. Por conta do comportamento de Hunter que anda sem limites  e fazendo várias pegadinhas na escola, ele vem tendo dor de cabeça para impor regras ao filho. Hunter não se conformou com a morte da mãe e nem aceita que seu pai siga em frente. Porém tudo muda quando um homem misterioso deixa um envelope na frente da casa da família e muda suas vidas.

Acontece que a mãe das crianças recebeu uma herança que por consequência é deles. A família Sands descobre que herdaram um antigo castelo na Romênia, na misteriosa cidade de Wolfsberge e partem para o lugar dispostos a descobrir mais sobre suas raízes. O castelo pertencia ao Tio avô Dragomir, que faleceu em um acidente. Desde a sua morte, o local é cuidado pela Madame Varcolac que era braço direito dele.

Não é porque não acredita que não é verdade

Lançado em 2010 – (o filme faz parte de uma série de séries e filmes que surgiram no boom do sobrenatural no ano de 2010. Esse ano rendeu uma safra muito boa. Vamos falar disso em outro post.) – o filme tem uma pegada sombria, dark e é repleto de mistérios e enigmas. O visual da história é lindo, as produções da Nick nunca decepcionam. P.s: Eles são um dos meus canais favoritos. 

Assim que chegam ao lugar, Hunter e Jordan percebem que tem algo errado naquele castelo. Hunter descobre que chegaram na época do Festival Wolfsberge Moonlight Mania, época em que a fera de Wolfsberge aparece para os espectadores em uma noite de lua cheia. O garoto se amarra na ideia e se envolve em várias confusões ao lado da irmã que também não fica atrás, já que está entediada longe das amigas e da sua rotina. Para completar, a governanta é sinistra, eles escutam uivos o tempo todo e o castelo parece esconder muitos segredos.

A força do bando está no lobo e a força do lobo está no bando

O que a família Sands não sabia é que algumas pessoas estavam de olho no lugar. Como a imobiliária Paulina que demonstra interesse em David, o que Hunter não curte nem um pouco. A família fica dividida entre retornar para a cidade de origem ou permanecer na Romênia. No decorrer do filme, Hunter e Jordan descobrem que sua família têm muitos segredos, que o sobrenatural existe e que precisam lutar pelos campos de Wolfsberge, se quiserem que a luta do seu Tio Dragomir não tenha sido em vão. Eles compreendem que a fera de Wolfsberge não é apenas folclore local e uma guerra entre vampiros e lobisomens se inicia.

Apesar da temática sombria, a história também é muito divertida com direito a momentos engraçados, principalmente com os irmãos que se envolvem em muitas  aventuras. A Madame Varcolac  também rende momentos super divertidos na trama. A personagem dela é incrível! Eu não conseguia parar de rir quando descobri que o toque de celular dela era Hit me baby one more time da Britney Spears. Adoro músicas pops em filmes sobrenaturais haha  Aliás, Castelo do Medo é cheio de referências a cultura pop!

Castelo do Medo é um filme para todas as idades e muito leve. Se estiver interesse em assistir, corre que o filme ainda está disponível no Netflix.  O filme é perfeito para aqueles momentos sessão da tarde que você está afim de assistir um filme para se divertir. Coloca a pipoca no microondas e se joga.

 

Curiosidades sobre o filme:

– O nome da Madame Varcolac tem como origem a palavra romena “vârcolac”, que significa lobisomem.

– Enquanto pesquisava sobre o filme para esse post, descobri que a atriz que interpreta a Madame Varcolac é a Brooke Shields. A Brooke!!! A eterna mocinha de lagoa azul!!! Fiquei chocada. Ela atuou tão bem e está tão bem caracterizada que nem reconheci. Chocadaney!!!

– A Victoria Justice gravou a música Not Somebody Else que faz parte especialmente da trilha sonora do filme. Para ouvir, clique aqui.

– No final do filme tem um extra super engraçado que vão adorar. Assiste o filme até o fim, não dá pause e nem tira antes de dar umas boas gargalhadas com a “surpresinha”.