A casa do penhasco · A casa do penhasco - Agatha Christie · cultura pop · Editora L&PM Pocket · Histórias de Detetives · Mistério · Resenhas · Romance Policial · [Agatha Christie] · [Leitores] · [Literatura] · [Livros] · [Pretty Little Liars] · [Sara Shepard]

A casa do penhasco – Agatha Christie

“Adoro esses pequenos fatos curiosos. Dizem muita coisa. Eles nos mostram caminhos”.

A primeira vez que li Agatha Christie, tinha apenas 13 anos e foi amor à primeira vista. Já contei a minha experiência aqui no blog com os livros da escritora e é necessário dizer que sou super fangirl de suas obras. Agatha Christie tem o dom de escrever histórias intrigantes com finais surpreendentes e enredos muito bem construídos. O mais difícil para os seus leitores é descobrir a identidade do assassino do crime. Já perdi a conta de quantos livros da autora que li, mas só descobri o assassino de um deles depois de quase 13 anos lendo seus livros. Descobrir a identidade do vilão é aquele típico caso que acontece dentre um de um milhão haha. Mas esse post fica para outro dia.

Em A casa do penhasco publicado pela L&PM Pocket, temos o detetive Hercule Poirot que está passando as férias na praia com o seu parceiro, o detetive Hastings. Tudo seria perfeito, senão fosse pelo fato dos dois esbarrarem com uma jovem chamada Miss Buckley que conta para eles sobre as várias tentativas de assassinato que vem sofrendo nos últimos dias. Curioso, Hercule Poirot percebe que o mistério o chama, não perde tempo, cancela suas férias e se encarrega de descobrir o que se passa na misteriosa casa do penhasco. A partir daí, a história começa a ficar interessante. Poirot é um detetive inteligente, brilhante e tem um faro terrível. De repente, todos se tornam suspeitos. Da melhor amiga até os vizinhos de Miss Buckley. Mas por quê tentariam assassinar essa jovem? A situação aponta para um caminho, mas durante a leitura surgem outras direções. Jogo de intrigas, enigmas, mentiras e charadas sempre tão presentes na atmosfera de Agatha, se encontram nesse livro.

O mais interessante nas histórias da autora é que  “as coisas nunca são como aparentam”. Em seus livros, os personagens vão além das aparências, sempre há algo mais. Chegamos a conclusão de que todos no universo da Agatha Christie carregam segredos. E com mais segredos, mais pistas e verdades escondidas.

Elementos como o mistério e o suspense são o ponto alto da trama, o que faz com que o leitor fique preso a narrativa e não descanse enquanto o criminoso não for revelado. Hercule Poirot é um personagem fascinante que investiga a fundo quem poderia querer se livrar da garota. Enquanto Hastings é uma figura pra lá de engraçada com a sua inocência e bondade fora do comum, o que rende boas risadas no decorrer da trama. A relação dos dois é muito cômica. Hercule e Hastings possuem duas personalidades diferentes que complementam um ao outro e mesmo que o detetive bigodudo insista em chamá-lo de cabeça dura, acredito que não chegaria ao veredito sem a ajuda do amigo.

Outro destaque no enredo de Agatha é a presença do psicológico. Os crimes estão sempre ligados a algum motivo que é psicologicamente explicado. Nenhum crime é à toa, tudo tem um porquê. Em A casa do penhasco, a autora não deixou a desejar no final. As revelações conseguem sempre ser impressionantes por conta dos plot twists que viram a trama de cabeça para baixo levando o leitor a loucura, assim como nessa história. Ela consegue enganar o leitor direitinho com uma resolução coerente e lúcida.

Mesmo não esperando o tipo de desfecho que há em A casa do penhasco, fiquei de cara com o final. Como não podia deixar de ser, o livro entrou para a lista dos meus favoritos. Agatha é o tipo de autora que independentemente de descobrir o final ou não, nunca vai perder a graça. E seus leitores sempre vão ler e seguir as suas histórias.

Durante a leitura, pude notar um paralelo com a série de livros Pretty Little Liars que também virou série de TV. Tenho a sensação de que a autora Sara Shepard se inspirou em Agatha para escrever as suas histórias. Não sei se esse é o caso, mas é uma feliz coincidência de se ver. Prova viva de que a obra da escritora vai sempre influenciar os outros escritores e estará mais viva do que nunca na cultura pop.

Vocês já leram esse livro? Me contem nos comentários. Espero que estejam curtindo os posts quase todos os dias. Estou amando poder retornar e produzir coisas novas para o blog. Como podem ter observado, tem muita coisa mudando para melhor por aqui. Quero que o site fique cada vez mais a minha cara e acho que vocês estão conseguindo captar isso ❤ Obrigada pelos comentários, curtidas e compartilhamentos. Foi por vocês que voltei ❤

Beijos,

Ju.

P.s: Essa é uma das resenhas que recuperei do meu antigo site e não é que ficou bacana? ❤

Anúncios
Asylum · Contos · cultura pop · Editora BestBolso · Editora Gutenberg · Fantasmas · Histórias de Detetives · Infantojuvenil · Literatura Nacional · Madeleine Roux · Minha vida fora de série · Minhas últimas leituras · Paula Pimenta · Poirot Investiga · Resenhas · Romance Policial · Tags · Teen · V&R Editora · [Agatha Christie] · [Leitores] · [Literatura] · [Livros] · [Terror] · [Top]

Minhas últimas leituras #01

Aproveitando que o inverno está chegando e o clima super combina com livros, café e um sofá quentinho, decidi compartilhar com vocês as minhas últimas leituras. Apesar de não ter lido muito em Junho, já que fiquei doente e aproveitei pra colocar as minhas séries em dia, decidi correr atrás do prejuízo e não me arrependi. Li muita coisa legal e ao mesmo tempo, sinistra. Sem mais enrolação, vamos a lista que interessa:

Poirot Investiga (Agatha Christie): Quem me acompanha nas Redes Sociais sabe que a Agatha Christie é uma das minhas autoras  favoritas do Universo. É o tipo de Autora que leio todos os livros e que coleciono todas as obras. Poirot Investiga (Editora BestBolso) é um livro que reúne contos da dama do crime. Confesso que apesar de amar contos, estava com receio de ler o livro, já que nunca tinha lido um  escrito por ela. Mais uma vez, é claro, me surpreendi. Fiquei feliz em constatar que os contos foram bem escritos, a Escritora consegue inserir início – meio e fim em 6 folhas sem deixar furo ou brecha!!! Sensacional! Agatha arrasa demais! 5 estrelas merecidas!

 

Minha vida fora de série #1 (Paula Pimenta): Outra Autora que adoro de paixão e sou muito fã é a  Paula Pimenta. Já tive a oportunidade de ler a coleção de Fazendo meu filme e é maravilhosa.  Um dia conto para vocês o quanto sou apaixonada pela série ❤ E pra quem não sabe, o Minha  vida  fora  de  série 1 (Editora Gutenberg) é o spin off de uma das minhas personagens  favoritas  de FMF, a  Priscila. Amei a ideia da Paula de contar mais da história dessa personagem.  Resumindo, Minha  vida fora de série é um livro muito gostoso e  amorzinho! Foi muito bacana  conhecer mais da  história dela e do Rodrigo. Fiquei curiosa pra ver o que vai acontecer! Terminei  querendo mais ❤  Não vejo a hora de ler o segundo e poder adquirir o terceiro que foi lançado na  última semana. A  princípio seriam 3 livros, mas parece que surgiu mais um O.o Me pergunto o que a Priscila pode estar aprontando! 5 estrelas, se pudesse ainda daria mais!

    Asylum (Madeleine Roux): Esse foi um dos livros mais perturbadores que li da lista, pra não dizer da vida. O livro conta a história de Daniel Crawford, um garoto de 16 anos que decide fazer um curso de versão para se habilitar antes entrar na faculdade. Lá ele faz amigos e descobre que o lugar em que estuda e mora já foi um sanatório, mais conhecido como um asilo. O garoto descobre vários segredos que rondam o lugar que abrigou doentes e assassinos. A história tem um enredo rico, mas tive a sensação de que demorou a “engrenar”. Quem é fã de Thriller e terror sabe que é comum encontrar “ligações”, “fios” entre o decorrer da trama. Só que a Autora demorou a fazer isso. O que tornou a leitura um pouco entendiante. Classifiquei com 3 estrelas, e sim é uma boa nota. Ah, Asylum (V&R Editora) faz parte de uma série. Ainda não sei se vou continuar a ler. Acho que é o tipo de livro que podia ser único.

Espero que tenham curtido a lista! E vocês, o que estão lendo? Prometo voltar em posts desse tipo mais vezes. Me diverti criando haha Foram 4 tentativas!!! Sei não, acho que esse Asylum aí tentou não me deixar postar hahaha :p

Não deixem de comentar o que acharam 🙂

Bruxos · Editora Nova Fronteira · Editora Record · [3 livros que mudaram a minha vida] · [Agatha Christie] · [Assassinato no Expresso do Oriente] · [Editora Rocco] · [Filmes] · [Harry Potter e a Pedra Filosofal] · [J. K. Rowling] · [Literatura] · [Livros] · [O Diário da Princesa] · [Rotaroots] · [Séries]

3 livros que mudaram a minha vida

Já faz um tempinho que estou doida para participar das postagens do Rotaroots. Para quem não conhece, o Rotaroots é um grupo de blogueiros que se uniu para mobilizar a blogosfera com postagens super divertidas e interessantes pra lá de old school. Já participo do grupo, mas a rotina não me deixava postar. Perdia as datas e programações do mês até que vi esse meme. A única coisa que pensei foi, preciso escrever algo sobre isso e participar. Bem, aqui estou!

Agora vamos combinar que escolher só 3 livros é muito difícil, mas juro que tentei ser justa. Espero não me lembrar de outro depois do post ser criado. É, a gente sabe que isso vai acontecer  haha.

 

Harry Potter e a Pedra Filosofal


Tá, eu sei que isso é super clichezão, mas é óbvio que o meu bruxinho preferido não podia ficar de fora. Antes de Harry Potter entrar na minha vida, eu já lia muito. Só que foi Harry Potter que fez meu mundo mudar virar de cabeça para baixo, ler sem parar, confabular teorias com os amigos e encontros para assistir o filme no cinema. Foi uma época inesquecível e assim Pedra Filosofal se tornou um dos livros favoritos. Acho que esse amor platônico aconteceu principalmente por tratar de um assunto que amo: BRUXAS. Não importa se é livro de criança, seriado da Disney ou canção do One Direction. Se falar de bruxas, eu vou parar o que estou fazendo para ouvir e se eu gostar, vai se transformar em amor e aí já viu. Agradeço muito a J. K. Rowling e Harry pela leitora e escritora que me tornei. Eu sempre digo e vou continuar repetindo: Harry Potter mudou a minha vida para melhor ❤

O diário da Princesa

No auge dos meus doze anos, sofri muito bullying. Eu era a pessoa mais alta da turma, usava óculos, aparelho e não me encaixava em nenhum grupinho. Foi por acaso que entrei na sessão do filme do Diário da Princesa e depois que assisti não conseguia parar de pensar o quanto aquelas duas meninas – Mia e Lilly – eram parecidas comigo e isso era incrível. Eu estava acostumada a ver as populares, lindas e incríveis como protagonistas. Era difícil encontrar uma personagem outsider estrelando histórias. Depois que li o livro, eu tive certeza de que a minha vida nunca mais seria a mesma. Não tinha problema me sentir deslocada, em não ser popular ou curtir rosa, O diário da Princesa me trouxe a confiança que não tinha. Dali foi um passo para o rock e toda a libertação que a adolescência proporcionou. Sem dúvidas, foram momentos inesquecíveis.

 Assassinato no Expresso do Oriente

Que eu amo a Agatha Christie e ela é uma das minhas autoras favoritas isso todo mundo sabe! Até já contei um pouquinho como me tornei fã dela aqui no blog. Só que foi com Assassinato no Expresso do Oriente que me apaixonei de vez. Eu me lembro que antes de ler o assassinato pela primeira vez, já tinha lido todos os livros de Harry Potter que tinham sido lançados e não tinha mais nada pra ler. Não tinha dinheiro para comprar livro e já tinha devorado o Mansão Hollow da Agatha que uma amiga tinha me emprestado. Já naquela época sentia necessidade de ler um livro atrás do outro. Um colega da minha turma me contou que a mãe dele era a maior fã e me emprestou o livro. Eu fiquei impressionada, ele era antigo, tinha a capa era dura e se passava no trem. Tirando Harry Potter,  nunca tinha lido uma história que se passava no trem. Fiquei toda deslumbrada, me achando haha Pois bem, eu terminei o livro em menos de três dias, porque não conseguia parar de ler. Novamente, não consegui concluir quem era o assassino, mas cheguei bem perto de descobrir. O fato de ” me sentir enganada” pela Agatha nunca me irritou. Ao contrário, acho que é isso que me instiga a ler mais e mais livros dela. E assassinato no expresso é unanimidade. Todo mundo que leu e devorou, amou e com toda a certeza é uma ótima indicação. Se você quer se aventurar pelo universo da rainha do crime, sem dúvidas comece por esse. É aventura garantida do início ao fim.

Esses foram os três livros que mudaram a minha vida e devo muito o que me tornei a eles. Espero que tenham curtido e prometo voltar com mais postagens desse tipo. E vocês, quais foram os três livros que mudaram suas vidas? Me contem nos comentários, quero me aventurar com vocês 😉

[Agatha Christie] · [Crônicas] · [Livros] · [O mistério do "quem matou quem"]

O mistério do “quem matou quem”

Descobri Agatha Christie com uns 13 anos ao ler Mansão Hollow, emprestado da minha melhor amiga. Na época, lia um livro atrás do outro e me lembro que já tinha devorado todos os Harry Potter’s lançados e também tinha relido. Até então, Harry Potter era caso de amor platônico e nenhum outro autor conseguia me fazer sentir o que senti ao ler a saga da J. K. Rowling. Acontece que sempre odiei ficar sem ler alguma coisa, como só tinha treze anos e não tinha grana para comprar livros, pegava alguns emprestados com as minhas amigas. Foi aí que naquele ano, teve um feira de livros na escola;  eu e minha melhor amiga encontramos Mansão Hollow da Agatha Christie e nos apaixonamos. Foi caso de amor à primeira vista. O livro que tinha capa dura, anunciava uma história sombria e meio dark.

O CULPADO lindo e maravilhoso <3
O CULPADO lindo e maravilhoso ❤

E adivinha quem sempre adorou esse tipo de história? Sim, eu mesma. Eu só não contava com algumas coisas:

1 – Eu não tinha dinheiro e ganhava muito mal uma mesada.

2 – A mãe da minha melhor amiga ser uma das maiores fãs da Agatha Christie e minha melhor amiga acabar comprando o livro.

A questão é que não me lembro se fui eu ou a Ívina – vulgo BFF – quem leu primeiro, mas li Mansão Hollow logo depois dela comprar e quando olho para trás, vejo um divisor de águas na minha vida: Juliana sem Agatha, Juliana com Agatha.
Posso dizer com certeza que a minha vida nunca mais foi a mesma depois daquele livro. Lembro que senti como se alguma coisa dentro de mim vibrasse, pela primeira vez depois de tanto tempo senti aquela sensação gostosa como se estivesse lendo Harry Potter e foi ali que descobri que Agatha dividiria o meu coração com J. K numa boa e sem rivalidades. Mais tarde, descobri que essas sensações gostosas só acontecem quando lemos o nosso livro favorito.
Como a mãe da minha melhor amiga era a maior fã da Agatha, assim que terminei Mansão Hollow foi um pulo para ler as outras histórias. E não demorou muito para que começasse a pegar emprestado os livros da Agatha Christie com as mães dos meus amigos. Eu lia os livros em menos de três dias, simplesmente não conseguia parar de ler. Eu me apaixonei por aquelas tramas, clima de mistério e não tive escolha, segui em frente com essa paixão. Não sei explicar o que exatamente me fascinou no universo da dama do romance policial, mas analisando agora, provavelmente o “quem matou quem” foi o que pesou. Agatha escreve maravilhosamente bem e é claro que vou falar isso, já que sou fã assumida, mas a questão é que a autora consegue nos envolver de uma forma e  prender a nossa atenção sem deixar pistas de quem é o assassino. Eu nunca consegui acertar um assassino das histórias dela e olha que já li muitos livros. E o mais engraçado é que isso não me deixa chateada, ao contrário, isso me anima a ler os outros livros dela. Só me aconteceu uma vez de chegar bem perto e foi em o Assassinato do expresso do Oriente que aliás é o meu preferido. Você deve pensar que por conta disso sou uma grande fã de romance policial. Pode se dizer que sim, mas nenhum outro autor do gênero conseguiu me fazer sentir o que senti com ela. Já li outros romances policiais e a maioria não gostei. Na minha cabeça, só existe Agatha no universo policial. Outro autor que gostei muito e que pretendo ler mais é o Marcos Rey que pude ler na escola. Ele foi o que chegou mais próximo do que senti com Agatha.
Uma das minhas maiores dores é que a linha de livros sobrenaturais da Autora não tenha vindo para o Brasil. Fiquei sabendo que a fama dela no universo policial é tão grande que os Editores tem receio de comprar a linha Sobrenatural, o que é uma pena. Não tenho dúvidas de que os livros devem ser tão bons quanto os policiais.
Faz alguns anos que comecei a colecionar os livros da Agatha e quem me conhece, sabe o quanto sou louca por ela e que não vou desistir enquanto não tiver todos. O mais desejado é o noite das bruxas. Me lembro que quando descobri que Agatha escreveu sobre bruxas me senti em um natal particular. O livro que mais odiei foi Cai o pano, por motivos óbvios (quem leu sabe do que estou falando). Li as histórias da Miss Marple, outra protagonista que aparece nas histórias  e amei tanto quanto as histórias do Hercule Poirot; o detetive mais querido de toda a literatura.
Sempre que penso na Agatha, penso no quanto me influenciou. Se não fosse por ela, talvez nunca tivesse passado pela minha cabeça em ser escritora. Não descarto a ideia de escrever um romance policial em algum dia, é claro que a cobrança é grande, mas só vou publicar se sentir vontade. Adoraria tê-la “conhecido”, é bem evidente que ela era uma mulher a frente do seu tempo. A biografia da escritora é repleta de mistérios como o caso em que ficou três dias desaparecidas. E só isso, vale muito algumas viagens na TARDIS para quem sabe esbarrar com ela por aí. Aliás, quem é fã de Doctor Who, sabe que ela aparece em um episódio da 4ª temporada. Quando assisti, me senti feito criança em festa de aniversário ganhando presentes.
Então, leiam Agatha Christie. Tudo sobre ela. Não é a toa que ela ganhou uma estátua na Inglaterra e é chamada de Dama do romance policial. Se você começar a ler, nunca mais vai querer parar. A verdade é que ninguém resiste a um bom suspense.

AC