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Sabrina, aprendiz de Feiticeira (Sabrina, The Teenage Witch) {Mês Especial do Halloween}

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Um dos meus programas favoritos quando criança era Sabrina, aprendiz de Feiticeira (Sabrina, the Teenage Witch), uma série dos anos 90 que girava em torno de Sabrina (interpretada por Melissa Joan Hart), uma adolescente que foi morar com suas tias Hilda e Zelda e o seu gato preto de estimação Salém. Em seu aniversário de 16 anos, as tias contam para Sabrina que ela na verdade é uma meia-bruxa, já que sua mãe é uma mortal e seu pai um bruxo. Sabrina então descobre que ficaria proibida de ver a própria mãe, pelo menos no início. Caso contrário, sua mãe se transformaria em uma bola de cera. No decorrer da série, acompanhamos Sabrina desenvolvendo os seus poderes mágicos, mas sempre se metendo em confusões e desastres. Com o passar do tempo, a personagem aprende a controlar o seu dom e a guardar o segredo.

A série foi inspirada nos quadrinhos da Archie Comics e foi ao ar nos anos 1996 até 2000 no canal ABC nos Estados Unidos e de 2000 até 2003 foi exibida no canal The WB. No Brasil, a série foi exibida pelos canais Nickelodeon, Rede Globo, Rede Record e a versão do desenho animado pelo SBT.

O que mais chamava atenção na série eram os personagens carismáticos, como Salém, o gato falante que era um homem que foi condenado a passar 100 anos como um gato, pois tentou dominar o mundo. Ele era responsável pelas partes mais divertidas da série e se tornou um símbolo do programa.

Outro detalhe que eu amava é que Sabrina era uma adolescente comum. Ela adorava sair com as amigas Jennifer e Valerie, era louca por festas, namorava o Harvey e usava sua mágica para coisas super divertidas como trocar de roupa, ficar testando combinações ou aprontar com a Libby, que era seu desafeto na escola e rendia várias situações engraçadas. Como se esquecer das cenas hilárias com o diretor da escola, o Sr. Wilard Fraft e o professor Eugene? Sabrina apesar de boa aluna, era a típica aluna que dava dor de cabeça para os seus professores por conta das confusões que arranjava haha. A série tinha uma vibe muito gostosinha, porque envolvia várias combinações diferentes como magia, comédia, romance e muita diversão. Para completar, a série – assim como nos quadrinhos – tinha uma mitologia própria para explicar a magia e o universo mágico. Achava incrível o armário da casa delas ser um portal para o mundo mágico. E a criação de um mundo mágico dentro da própria história, como um universo paralelo é genial. Na maioria das vezes em que a magia é abordada em histórias, ela é inserida no mundo real – o que é muito bacana também – mas é interessante ver outros lados. Essa sacada já foi utilizada em Harry Potter e em Lugar Nenhum, de Neil Gaiman. A série possui episódios especiais de Halloween que são super divertidos. A Melissa é uma atriz que tem uma afinidade com a comédia, muito carismática e isso ajudou a série a fazer um sucesso estrondoso. Tanto que a série originou vários filmes paralelos como Sabrina vai à Roma e Sabrina vai à Austrália que são tão maravilhosos quanto o programa. Assim como Buffy, Sabrina é mãe de muitas outras séries. Eu por exemplo, vejo muitos paralelos entre ela e Os Feiticeiros de Waverly Place. Imagina um crossover? Seria fantástico!

A série também é conhecida pelas várias participações especiais de famosos no sitcom. Sabrina fazia muito sucesso e era muito comum ver estrelas da música e do cinema fazendo participações. RuPaul é um exemplo. Na época, ele tinha um talk show e estava começando a fazer sucesso na televisão. Foi assim que em 1997, o ator foi convidado para fazer uma participação na série. E o mais maravilhoso é que RuPaul apareceu vestido como mulher e homem, fazendo parte do conselho de Bruxos, que tenta ajudar Sabrina com um penteado. Considero o episódio em que ele aparece um dos mais divertidos. É um dos meus favoritos e marcou a minha infância. Apesar do reality show dele fazer muito sucesso atualmente, foi nos anos 90 que o ator estourou e era figurinha marcada em várias produções de sucesso.

Como não se lembrar da participação da diva princesinha do pop Britney Spears? Eu dei várias surtadas na época, porque né gente é a Neide ❤ Na época em que Brit apareceu, suas músicas estavam bombando e um tempo depois, quem aparece no clipe (You drive me) crazy da cantora? Isso mesmo, nossa Sabrina retribuindo a parceria que deu MUITO certo.

A série chegou no final nos anos 2000 depois de 7 temporadas, com Sabrina já adulta, na faculdade e trabalhando. A personagem quase casou, mas no final das contas chegou a conclusão que o amor da sua vida sempre foi o seu melhor amigo, o Harvey. Para a alegria do fandom que sempre torceu pelos dois juntos!

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Introduções feitas (vai que você não nasceu nos anos 90 e perdeu essa série divertida), vamos as curiosidades sobre a série:

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# Sabrina é uma meia-bruxa porque seu pai é bruxo e sua mãe é mortal, o que explica o fato de seus poderes terem aparecidos somente aos 16 anos. Bruxos normalmente já nascem com poderes, como foi o caso do pai da protagonista e suas tias.

# Sabrina nasceu no dia 22 de abril de 1981.

#A atriz Michelle Beaudoin que interpretava Jennifer, a amiga nerd de Sabrina nunca soube o motivo pelo qual a sua personagem foi retirada da série. Ela permaneceu na primeira temporada, mas na segunda sua personagem sumiu misteriosamente e nada foi dito sobre sua saída. Esse é um dos maiores mistérios da série. Ninguém sabe explicar isso. Quem acompanhou ou acompanha a série, sabe que em nenhum momento explicam o que acontece com a Jennifer e logo em seguida, outra personagem é inserida na série como amiga da Sabrina. Que no caso é a Valerie, interpretada por Lindsay Sloane.

# O CEP da casa de Sabrina na cidade fictícia de Westbridge é 01970. Este é o mesmo CEP de Salém, Massachusetts, conhecida como a cidade das bruxas.

# Como falei anteriormente, Britney Spears fez participação especial na série e cantou (You Drive Me) Crazy em um dos episódios. A coincidência é que Melissa Joan Hart já fez um filme chamado Drive Me Crazy e também participou do clipe dessa música da princesa do pop. Mais que migas, friends ❤

# Na sala de estar do dormitório da faculdade de Sabrina tem uma placa de rua em que lemos Ashmont Terrace. Ashmont é a empresa que William Asher e Elizabeth Montgomery tinham  nas últimas temporadas de A Feiticeira.

# A prima chata de Sabrina, Amanda, era interpretada pela irmã mais nova de Melissa Joan Hart, a atriz Emily Hart.

# Sabrina e Salém são os únicos personagens da série a aparecer em todos os episódios do show.

# A série se encerrou com uma música da banda No Doubt chamada Running.

# Emily Hart é a única atriz convidada a participar de todas as temporadas da série e o sétimo ano é o único no qual ela faz duas participações especiais.

# Beth Broderick afirmou que seu personagem, Zelda, não tinha mais história e não poderia mais evoluir. Por isso ela deixa o elenco de Sabrina no final da sexta temporada.

# Bumper Robinson interpretou dois personagens em Sabrina: Clifford Weaver na primeira temporada e James em vários episódios da sétima temporada.

# Toda família de bruxos tem um segredo. No caso da família de Sabrina, os Spellman, todos os membros têm um irmão gêmeo.

A série se tornou um marco na TV, tanto para o público jovem quanto para o universo das séries fantasiosas e recentemente fomos surpreendidos com a notícia de que existe a pequena possibilidade de um reboot de Sabrina, aprendiz de feiticeira em uma versão mais terror com Dove Cameron na pele da personagem principal. O reboot seria um crossover de Riverdale, que faz parte do mesmo universo (da Archie Comics) que a trama de Sabrina e eu não sabia. 

Para a galera que procura algo mais leve, tem medo de terror e quer assistir algo mais light no Halloween, pode assistir Sabrina sem medo que é garantia de diversão na certa. Sabrina fez história e tenho certeza de que não importa a sua idade, essa bruxinha vai te arrancar muitas gargalhadas.  Infelizmente é muito difícil encontrar episódios da série pela internet, ainda existem alguns perdidos no youtube, mas a sua grande maioria foi retirado. Que tal lembrarmos a Netflix disso? Já pensou que mágico seria ter Sabrina na grade?

Espero que tenham gostado do post, ele é muito especial para mim, visto que Sabrina é uma das maiores referências na minha vida e significa muito para mim. E vocês já assistiram? Já ouviram falar? Contem nos comentários e se você ainda não conhece, acho que está na hora de mudar isso.

Beijos,

Ju.

P.s: As curiosidades que encontrei sobre Sabrina são originalmente de um site, mas como formatei o computador, perdi o endereço e acho que foi desativado =/. Se alguém conhecer quem postou, por favor me passe o endereço nos comentários para poder creditar aqui. Muito obrigada ❤

 

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99 fear street · A hora do arrepio · Clube do terror · Contos de Terror · Episódio piloto raro da série Fantasmas da Rua do Medo (Ghosts of Fear Street) por R. L. Stine · Fantasmas da rua do medo · Fear Street · Fox Kids · Ghosts of Fear Street · Goosebumps Horrorland · Goosebumps series 2000 · Midnight Society · Rua do Medo · Sobrenatural · The Nightmare Room · TV · [ The Haunting Hour] · [Anos 90] · [Fantasmas à solta] · [Filmes] · [Goosebumps] · [Literatura] · [Livros] · [R. L. Stine] · [Séries] · [Terror]

Episódio piloto raro da série Fantasmas da Rua do Medo (Ghosts of Fear Street) por R. L. Stine

Fantasmas da Rua do Medo é uma série de livros do meu escritor favorito R. L. Stine. Caso alguém aí não saiba, Stine é autor de várias séries de livros que foram sucesso nos anos 90 e foram adaptadas para TV e recentemente no cinema. Ele escreveu Goosebumps, Goosebumps Horrorland, Goosebumps series 2000, Fantasmas à solta, A hora do Arrepio e Rua do Medo. E é essa última série que originou o spin off “Fantasmas da Rua do Medo”. De todos as séries, esse é ainda a única que não li .Ainda. Fantasmas da Rua Do Medo segue o caminho da Rua do Medo, que se passa em Shadyside. Diferente da Rua do Medo, que se concentra em uma trama sombria com espaço para suspense, enigmas e mistérios, notei em minhas pesquisas que Fantasmas é uma série mais fadada a eventos sobrenaturais e para um público mais teen. Se você já leu algum livro da Rua do medo, sabe que é uma trama mais young adult. Tanto que também inspirou outro spin off “99 Fear Street” que R. L. Stine assina, mas não escreveu. Parece que ele só escreveu um volume, que é o primeiro. Porém é tudo creditado a ele, porque o universo é dele. É uma série mais adulta e apesar de não ter curtido o fato de não ter escrito por Stine, ainda assim pretendo ler. Eu tenho muita vontade, pois foi super recomendado.

Como sou muito curiosa com as obras do Stine, pesquisando na internet achei esse episódio piloto e raro de Fantasmas da Rua do Medo (Ghosts of Fear Street). Acredito que quase ninguém conheça e nem tenha passado na TV. Episódios pilotos geralmente são gravados e só depois de serem aceitos pelos produtores e pelo público (convidado a assistir) é liberado para o grande público. Não sei se foi por causa do público ou patrocínio, mas o projeto não foi para frente. Ainda assim, fiquei feliz porque se tinham interesse em adaptar a série spin off da Rua do Medo, seria bem possível adaptar a série mãe para a TV não é mesmo?

E eis que em Fevereiro, sir R. L. Stine me posta essa foto no facebook. OMG! Seria possível então a Rua do medo ser adaptada para a TV ou filme? Muitos mistérios, mas tenho fé de que esse ano teremos novidades. E espero que as melhores possíveis. R. L. Stine é um autor muito criativo, têm muitos livros e com uma linguagem ótima para roteiro. Nos resta torcer! Sobre o episódio piloto, curti muito. Achei que tem bem a cara da série e em alguns momentos me lembrou Goosebumps por conta da inserção dos elementos trash. Só que ainda assim, tem alguma coisa ali de diferente que caracteriza a série com personalidade própria.

E aí, curtiram? Espero que sim! Não se esqueçam de deixar um comentário e nos vemos no próximo post.

Beijos,

Ju

A hora do arrepio · Contos de Terror · Halloween · Halloween em noite de lua cheia (A hora do Arrepio) - R. L. Stine · Resenhas · SBT · Sobrenatural · The Nightmare Room · TV · [Anos 90] · [Editora Rocco] · [Leitores] · [Literatura] · [Livros] · [R. L. Stine] · [Séries] · [Terror]

Halloween em noite de lua cheia (A hora do Arrepio) – R. L. Stine

 Tristan acha seu novo professor, Sr. Delua, muito estranho.E está prestes a descobrir o quanto estranho ele é ao ser convidado a participar da sua festa de Haloween… onde todas as portas e janelas são trancadas com barras de ferro… E uivos de lobisomem ecoam por toda a casa!

Olá, sentiram a minha falta? Depois de um longo tempo longe por um turbilhão de motivos, estou aqui de volta com o primeiro post do ano *–* Desejo todos a vocês um BIG 2017 recheado de paz, saúde, amor, felicidades e luz. E como não poderia deixar de ser, mesmo enrolada com TCC e diversas outras coisas, trouxe um post sobre um livro super gostosinho de ler. E se preparem, porque vão ter mais posts durante a semana! Estou na reta final do meu tcc, mas decidi – para me distrair – aparecer por aqui e atualizar com os livros que já li e séries que venho assistindo. Vocês vão adorar as novidades que vamos ter esse ano *O*

A hora do Arrepio (The Nightmare Room) é uma série de livros do escritor R. L. Stine, que muitos de vocês devem conhecer. Stine é autor de Goosebumps, Rua do Medo, The Haunting Hour e Fantasmas à solta. Suas histórias também inspiraram a criação da série Clube do Terror (Midnight Society) que ficou muito famosa nos anos 90 e passava a tarde na TV Record. O autor tornou-se famoso, pois seus livros venderam mais de 300 milhões ao redor do mundo e por conta disso, entrou no guinness book. Antes de Harry Potter fazer história, R. L. Stine fez um marco na literatura.

 Suas séries faziam tanto sucesso que foram adaptadas para a TV e recentemente para o cinema. A série de A Hora do Arrepio passava nas tardes do SBT e contou apenas com 13 episódios. A série de livros teve 15 livros publicados, 11 desses sendo publicados pela Editora Rocco no Brasil. Halloween em noite de lua cheia é um dos meus favoritos da série e possui um episódio que vocês podem assistir no youtube (está no final do post). Grande parte dos livros da série foram adaptados para a tv e com isso, tiveram que mudar algumas coisas – o que é super comum nas adaptações -, mas a essência das histórias ainda são as mesmas.

 Se você nunca leu ou assistiu alguma coisa do universo do R. L. Stine, primeiro tem que entender que o R. L. Stine trabalha com terror psicológico e que escreve para o público infantojuvenil. Ele também têm livros de terror para adultos, mas seu público alvo maior são os teens. E essa é uma das características mais ricas de suas histórias. Nelas, vão encontrar escolas, famílias, crianças, casais de namorados, jogadores de basquete se envolvendo em várias aventuras com monstros, zumbis com muito terror. E claro, sem deixar a diversão de lado!

E em Halloween em noite de lua cheia não poderia ser diferente. Nessa história, temos uma turma de amigos: Rosa, Tristan, Ray e Bella que são convidados pelo misterioso professor Sr. Delua para a festa de Halloween na casa dele. O problema é que o professor é novo na escola e já parece ter uma implicância com esses alunos. Eles ficam mais ressabiados ainda ao descobrirem que os outros alunos da escola não foram convidados. Até o filho do Sr. Delua, Michael tenta convencê-los a não irem. Para completar, o lugar onde moram está sendo alvo de ataques de algum tipo de animal que vem assassinando os bichinhos de estimações da vizinhança. Mas os amigos resolvem não dar corda e acabam embarcando em uma noite misteriosa e cheia de reviravoltas.

O que notei – tanto na história quanto no episódio – é que as partes pesadas da história permaneceu, o que contribuiu para o clima soturno do livro. Mesmo escrevendo para o público infatojuvenil, Stine deixa o teor mais sombrio em suas histórias – sua marca registrada. Halloween assim como grande parte dos seus livros, possui um final intrigante e muito criativo. A leitura é leve, fluída e muito envolvente. É um livro em que é possível ler de uma vez só. Outro detalhe sobre a série é que foi muito influenciada por Twilight Zone com sobrenatural/ terror e ficção científica como tema. Mas isso aí é assunto pra outro post. 

Para a galera que curte terror psicológico com  uma linha mais leve para o público infantojuvenil, as histórias de R. L. Stine sempre serão uma ótima pedida. Assistam o episódio baseado no livro e não esqueçam de me contar o que acharam ❤

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Seja bem – vindo mês especial do Halloween

Ladies and Gentlemans, é com muita alegria que anuncio que está aberto o mês especial do Halloween *O*

Vocês sabem que essa é a minha época favorita do ano – não é a toa que me consideram a louca do dia das bruxas – e estou SUPER animada para todas as novidades e a programação especial desse mês!

Podem se preparar, pois teremos muitos posts e vídeos com direitos a filmes, séries, playlists, muitos livros, muita Maratona Do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio – acá, o meu livro – e algumas surpresinhas ❤

Aproveita e vem junto comigo! Todos estão convidados para participar da programação especial do mês do dia das bruxas! Vem comigo 👻👽💀

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Tudo o que gostaria de saber sobre The Haunting Hour

Como todo mundo sabe, sou muito fã do R. L. Stine e depois de tirar férias com direito a Netflix, vim compartilhar com vocês uma das minhas séries favoritas.  Senhoras e senhores, apresento The Haunting Hour.

 The Hauntig Hour – A Série é um seriado americano de terror, com episódios de meia hora. O show estreou no canal The Hub nos Estados Unidos em 2010. Voltado para crianças e jovens, a trama é inspirada nas histórias de terror do Autor R. L. Stine. Cada episódio possui uma história diferente, alguns com continuações, outros não.

“A Floresta De Lovecraft “: um dos episódios mais assustadores e um dos melhores da série.

A série segue a mesma linha de A Hora do Arrepio (The Nightmare Room), seriado que passava no SBT em 1998 e é uma série publicada pela Editora Rocco, escrita pelo R. L. Stine. Nos episódios, forças ocultas e criaturas sobrenaturais envolvem as histórias cujo mistérios no final são revelados. A trama tem uma carga muito forte com lição de moral, assim como as outras obras do Stine – Goosebumps e Clube do Terror. The Haunting Hour foi reprisado recentemente pelo canal HBO Family e apresentou vários atores que começaram a carreira no programa, como Debby Ryan (do seriado Jessie) Dylan Minnette que curiosamente protagonizou o filme de Goosebumps em 2015 no papel do adolescente Zach Cooper.

Alguém conhece esse rapaz? Foto nos bastidores da gravação do episódio que Dylan participa.

Uma coisa muito comum na série são os atores participando de outros episódios e interpretando diferentes personagens, visto que a maioria dos episódios são independentes dos outros ( Dylan foi um desses). A série possui vários episódios inesquecíveis. Quem não se lembra da boneca psicótica em “Igual a você: parte 1 e parte 2”? Ou da pousada sinistra de “A Pousada dos Pesadelos”? A pousada dos pesadelos é um dos meus episódios favoritos ao lado do episódio “Vô Vampiro – parte 1 e 2”, que por sinal tem Christopher Lloyd – a lenda de De volta para o futuro – no papel do avô vampiro. Quase pirei quando descobri isso haha

Olha o Lloyd como vampiro *–*

Mas um dos melhores episódios e mais assustadores é sem dúvidas “A Floresta de Lovecraft” que é uma clara referência/ homenagem ao Escritor Lovecraft, um dos maiores escritores de horror que já existiu. O episódio é surreal e aborda um dos meus temas preferidos na ficção.  Outro episódio que me deixou assustada foi o “Espantalho” e o seu final destruidor. Juro que nunca imaginei um final daquele! Para ter uma ideia, a série produziu um final alternativo para esse episódio. E mesmo assim, nem em mil anos esperava que terminasse daquela forma. Foi chocante!

Apesar de seguir ideias semelhantes as “séries – irmãs” como: A hora do Arrepio, Clube Do Terror e Goosebumps, senti que The Haunting Hour flerta bem mais com Além da imaginação (The Twilight Zone) – série clássica de terror, sobrenatural e ficção cientifica da década de 50 que foi refilmada nos anos 2000 e exibida no SBT – só que para o público infantojuvenil, com finais repletos de reviravoltas e arrepios. R. L. Stine já confirmou em entrevistas que TTZ foi uma grande inspiração para as suas séries. Por conta disso, The Haunting Hour se tornou uma das minhas séries favoritas desde que descobri no youtube. Ah, a série foi filmada em Vancouver no Canadá e possui um visual de tirar o fôlego. Mais um motivo para assistir >.<

Se você curte enigmas, histórias eletrizantes e um bom conto de terror, assista The Haunting Hour! A série ainda está disponível no Netflix e tem três temporadas por lá. Especula-se de que em breve o Netflix vai passar a 4ª temporada.  Escute os meus conselhos e vá assistir! Garanto que a sua vida nunca mais vai ser a mesma.

P.s: Essa série foi uma das inspirações que tive para escrever Maratona Do Terror ❤

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Promoção Especial Sexta – Feira 13: Maratona Do Terror

Olá Perdidos, tudo bem? Sei que ando sumidinha, mas com a volta das aulas da faculdade, trabalho e #NaNoWriMo (outro dia falarei sobre isso), fui engolida pelo furacão, mas voltei com muuuitas novidades legais!

A primeira delas é que vem aí a Sexta – Feira 13 e em comemoração, Maratona Do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio vai estar em promoção por apenas R$ 25, 00 com frete incluso, vai autografado e ainda por cima, ganha marcador personalizado da caveirinha. A promoção vai rolar até a meia – noite do dia 13/ 11/ 2015 e aproveita para garantir o seu, porque são os últimos exemplares! Para comprar o seu, clique aqui.

E até o fim da semana, vou divulgar uma novidade de derrubar os forninhos, espero que curtam MUITO, pois estou muito animada ❤

Queria aproveitar e pedir para quem adquiriu o livro, me enviar uma foto com ele, pois vou abrir um álbum só com as fotos dos leitores e em breve, pretendo gravar o vídeo sobre o #NaNoWrimo ~ campeonato de escrita ~ explicando como está sendo a minha experiência e outro com leitura dramatizada de trechos de Maratona Do Terror. E aí, o que acham? Não precisam ficar preocupados, pois em breve volto. Aproveite e adicione Maratona Do Terror no Skoob e me faça feliz >.<

99 fear street · A hora do arrepio · Bem - Vindo ao Acampamento dos Pesadelos · Clube do terror · Contos · Contos de Arrepio · Contos de Terror · Cultura Gótica · cultura pop · Dark · Dia das Bruxas · Editora Fundamento · Fantasmas da rua do medo · Fear Street · Ficção Científica · Fox Kids · Ghosts of Fear Street · Goosebumps Horrorland · Goosebumps series 2000 · Halloween · Infantojuvenil · Lobisomens · Mistério · Nickelodeon · Party Games · Resenhas · Rua do Medo · Sobre Bem - Vindo ao Acampamento dos Pesadelos · Sobrenatural · [Anos 90] · [Filmes] · [Leitores] · [Literatura] · [Livros] · [R. L. Stine] · [Séries]

Sobre Bem – Vindo ao Acampamento dos Pesadelos

No meu aniversário, ganhei Bem – Vindo ao Acampamento dos Pesadelos, livro que pertence a série de livros Goosebumps e publicado pela Editora Fundamento que foi adaptado pra TV na década de 90 e fez muito sucesso. O livro que foi escrito por R. L. Stine, é considerado um “Harry Potter dos anos 90”. Caso não conheça o Escritor, saiba que ele também é autor de A hora do Arrepio, Rua do Medo e Fantasmas à Solta que também foram para a TV e ficaram conhecidos como Clube do Terror,  A hora do arrepio e The Haunting Hour.

Bem – Vindo ao Acampamento dos Pesadelos conta a história de Billy, que vai passar as suas férias no Acampamento dos Sonhos, uma vez que seus pais precisam viajar a trabalho. Ele espera fazer novos amigos e se divertir muito. Só não esperava encontrar os monitores estranhos, a comida do lugar que não é muito boa e Tio Al, o Diretor do Acampamento pra lá de perturbado. Ao mesmo tempo começam a acontecer várias coisas estranhas, seus amigos desaparecem, seus pais não respondem as cartas e alguma coisa ronda o lugar durante a noite, o que faz com que passem várias noites sem dormir.  O que será?

Apesar de ser um livro de terror, o autor tem tiradas ótimas e muito divertidas. Suas histórias também têm várias críticas, mas metaforizadas que deixam reflexões.  Um dos motivos pelos quais sou apaixonada pelos livros do R. L. Stine – ele é meu escritor favorito – é que ele tem o dom de construir uma narrativa envolvente, viciante que te prende até a última linha. Ele é rei em bolar finais sensacionais e inesperados e foi o que aconteceu com esse livro. Depois de terminar, fiquei um tempo pensando sobre o final. Apesar do livro ser destinado ao público infanto – juvenil, Stine costuma caprichar em seus finais.  O louco é que em muitas entrevistas ele afirma que seus Editores sempre pedem pra pegar mais pesado. Para quem CURTE o terror assim como eu, pode se jogar que é diversão na certa. Para quem ainda não sabe, em Outubro vai estrear o filme do Goosebumps, estrelado por Jack Black. E como fã, é claro que postarei sobre o filme aqui!

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Trailer de Goosebumps: Monstros e Arrepios

Quem me conhece sabe que sou super fã do R. L. Stine e Goosebumps, que foi assunto várias vezes aqui. A adaptação da série Goosebumps publicada pela Editora Fundamento, cuja primeira temporada está disponível no Netflix, ficou famosa por causa da série que foi exibida na Fox Kids nos anos 90. R. L. Stine também é autor de Rua do medo e A hora do arrepio que também viraram séries. O filme tem Jack Black no elenco e estreia prevista para Outubro de 2015. Quem aí está ansioso? Eu tô contando os dias! Podemos comemorar, o terror e os anos 90 estão de volta!!!

Com amor para Adam Sandler · Resenhas · [Adam Sandler] · [Anos 90] · [Filmes] · [Trocando os pés]

Com amor, para Adam Sandler

Caro leitor, talvez você não saiba, mas sou muito fã do Adam Sandler. Na verdade, ouso dizer que ele é um dos meus atores preferidos de todos os tempos. Pode ser que a grande maioria discorde de mim, mas tem um brilhantismo nesse ator que me faz admirar os seus trabalhos, por mais patetas que alguns sejam. Adoro seus personagens losers, deslocados ou atrapalhados. O que torna uma comédia atraente é justamente por ser familiarizada com a realidade. E quanto de nós, somos assim? Por favor, né? E claro, também tem o fator “ele estrelou dois filmes que amo: Afinado no amor e o clássico Click. Passei grande parte da minha infância nos anos 90 assistindo e crescendo com os seus filmes. Adam me remete a uma parte maravilhosa da minha vida na qual a minha maior preocupação era ser tesoureira do fã clube das Spice Girls.

Pois então, na semana passada, fui ao cinema com o meu namorado assistir “Trocando os pés”, o mais novo filme do Adam. Eu já tinha lido uma entrevista do Sandler (só para os íntimos) em que comentava que “Trocando os pés” era um filme um pouco diferente dos outros que atuou. No qual pode exercer um pouco o lado dramático, o que não é muito comum nas tramas que participa.

Apesar do Djan – também conhecido como o meu namorado – não ter curtido e achado a trama “muito previsível”, eu amei! Trocando os pés não é o melhor filme do Adam, não tem o melhor roteiro e nem entrou para o meu top de filmes favoritos, MAS a história e as peripécias dos personagens me fizeram perder as horas, ter uma noite agradável e ser conquistada pelo enredo.

O filme conta a história de Max, um homem comum que herdou o ofício de sapateiro de seu pai e leva uma vida sem atrativos e poucas alterações. Tem uma mãe que já está muito velhinha e seu único amigo é o seu vizinho de trabalho, o barbeiro Jimmy. Até que um dia em que tudo dá errado, ele descobre uma máquina muito velha e escondida no subsolo do trabalho que pode salvar a entrega dos sapatos. Ele só não contava que ao colocar o sapato dos clientes, ficasse com a forma física do dono. A partir daí, são várias situações engraçadas e cômicas. Pausa para dizer que adoro quando comédias flertam com fantasia ❤

Apesar de encontrar um Adam Sandler mais velho e sério (pois é, a idade chega pra todo mundo), o filme é divertido e leve. O personagem Max se mete nas situações mais engraçadas e típicas de comédias americanas. E como não podia deixar de ser, o filme conta com a presença de alguns atores sensacionais como Dustin Hoffman e Steve Buscemi, que também atuou em O paizão. Se você também acompanha os filmes do Adam, vai perceber que ele costuma trabalhar com os mesmos atores. O Rob Schneider é um exemplo de ator que de vez em quando surge nos filmes de Sandler. Para quem não sabe, além de atuar, Adam também produz os seus próprios filmes e segundo o Adoro Cinema, a ideia para “Trocando os pés” surgiu de uma expressão, espécie de ditado que existe nos EUA que diz que “Você não conhece um homem de verdade até caminhar um quilômetro com os sapatos dele”. Ele também se inspirou no sapateiro perto de sua casa quando era criança.

No fim das contas, a história passa uma mensagem muito bonita, que é importante não desistir dos sonhos e nem perder a fé. E nem ter pena de si próprio e se desvalorizar como Max fazia diversas vezes em que era testado. Sim, isso é pra lá de clichê, mas vamos confessar que é uma delícia né?

Só sei que no final, Adam me fez sentir com sete anos novamente, na sala de estar da minha casa em um verão muito quente, cujo maior sonho era ser tão cool como a Drew Barrymore quando crescer.

Valeu Adam! Estava com saudade ❤

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Minhas coleções de livros do R. L. Stine #Parte1

 

Dizem que na vida todo mundo carrega um vício. Alguns chocolate, roupas e nos meu caso foram os livros. Ué, como assim foram? Bem, não escondo de ninguém que sempre fui apaixonada por livros e isso me fez comprar vários, alguns de forma impulsiva. Com o tempo, reparei que não era justo. Consegui me “desapegar” e doei alguns livros, dei, troquei, fiz sorteios e vendi. Cheguei a conclusão de que posso amar os livros, mas isso não significa que deva comprar sem parar e deixar largados na estante “só pra tirar foto” ou como dizem, “ostentar”. Meus livros diminuíram muito e agora posso dizer que não são mais um vício, mas sim uma paixão.

Ainda assim, me permiti cometer algumas loucuras hehe. Todo mundo é fã de alguém na vida. Seja na música, na tv ou na Literatura. Comigo, não podia ser diferente. Sempre que leio livros e acabo me apaixonando pela escrita do Autor, decido acompanhar as outras obras dele.  Hoje venho apresentar a minha coleção de livros de um dos Escritores que mais amo no universo, R. L. Stine ou Bob – como os fãs o chamam.  Pode não parecer, mas sou muito exigente com os livros. Tirando o R.L. Stine, também faço coleção dos livros da Agatha Christie, Stephen King, L. J. Smith, Paula Pimenta, Scott Westerfeld, Marian Keyes e J. K. Rowling. Se vocês toparem, faço outro post sobre as minhas outras coleções.

 

 

Draculaura fazendo companhia aos irmãos *–*

Meu interesse pelos livros do R. L. Stine começou com a série que acompanhava pela TV e os livros que tinham na Biblioteca e feirinha do colégio que estudava. Na época, não tinha dinheiro para comprar e costumava pegar emprestado da biblioteca e das amigas. Foi assim que acabei me apaixonando pela escrita instigante e viciante do Escritor. O que mais me impressionava é que apesar de escrever para crianças, os adultos também liam os seus livros e ficavam encantados. Acho que essa é a magia do livros, torná-los universais de forma que diferentes públicos se interessem por ele.

Passei praticamente a minha infância e adolescência inteira assistindo O Clube do Terror, Goosebumps e A hora do arrepio. Como falei em outro post, todas essa séries e mais The Haunting Hour – uma espécie de regravação de A hora do arrepio em 2010-  foram baseadas em seus livros. Alguns episódios podem até ser diferentes dos livros, mas 90 % segue o ritmo da história. O tempo passou, acabei parando de assistir, mas os livros dele nunca saíram do meu coração. E foi quando comecei a escrever os meus próprios livros  buscando Livros e Escritores que me inspiraram, fiz uma viagem no túnel do tempo e decidi começar a fazer coleção. Ah Juliana, mas são livros de criança! Não, não são. R. L. Stine tem fãs de todas as idades, é super popular nos Estados Unidos e também escreve livros para adultos, na mesma vibe de Stephen King.

Acho que o destino quis ajudar, porque em uma dessas trocas em que me desfiz de alguns livros, encontrei uma leitora que queria trocar os livros dele. Foi um sinal e a partir daí, comecei a caça aos livros de Bob. Infelizmente alguns títulos como Rua do Medo, Fantasmas à solta e A hora do arrepio foram publicados pela Rocco há muito tempo e não faço ideia se eles continuam publicando. Já os exemplares de Goosebumps são publicados pela Editora Fundamento. Resumindo: alguns comprei em sebos, troquei e ganhei de aniversário e sem ser no meu aniversário hahaah. O mais legal é que amigos costumam encontram os livros dele e logo vem me avisar. Adoro quando sou lembrada, isso é bem coisa de fã ❤

Sei que vocês devem pensar que a minha coleção é modesta, mas acreditem que estou fazendo de tudo pra adquirir mais títulos. Até já entrei em contato com donos de sebos pra vocês notarem o amor que tenho por essas séries. Também acabei fazendo muitas amizades com outros fãs, o que é ótimo. Apesar de R. L. Stine ser popular no Brasil é difícil entrar em contato com os fãs. A notícia boa é que recentemente foram públicados lá fora dois livros da Fear Street: Party Games e Don’t stay up late, ou melhor da Rua do Medo e estou torcendo para a Rocco publicá-los. Já perguntei para eles, mas a Editora ainda não me respondeu a respeito. R. L. Stine participou de um Evento de lançamento do livro na semana passada em Nova York, o que me fez ficar bem triste por não poder estar lá, mas quem sabe um dia? Sonhar não custa nada!

Para o texto não ficar mais longo, se vocês toparem, posso falar sobre os livros em futuros posts. E aí, topam? Outra notícia boa é Goosebumps vai virar filme com Jack Black. Pirei com a notícia ❤ Isso é ótimo para os livros e o R. L. Stine voltarem com força total! 2015 é um ótimo ano para ser fã de R. L. Stine hahaha