Sobre jornada, destinação e se permitir mudar · [Crônicas]

Sobre jornada, destinação e se permitir mudar

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Já faz muito tempo desde a primeira vez que tive a ideia de escrever sobre isso. Esse textão está rondando a minha cabeça há muito tempo, mas acho que precisava compreender muitas coisas antes de transformá-lo em palavras.

Queria muito dizer que esse texto não é apenas “sobre mim”, por mais que tenha a minha perspectiva pessoal, mas ele é sobre nós, sobre todo mundo.

Muitas coisas aconteceram nos últimos tempos e preciso dizer que mudei. Uma mudança gradativa, como as ondas que quebram na praia em um gostoso fim de tarde.

Acho que chega uma hora que dá um start dentro da gente, que faz todas nossas ideias se revirarem e nossos pensamentos são chacoalhados como se estivessem dentro de um liquidificador. E eu aprendo todos os dias, não me canso de aprender.

Nós sempre achamos que somos nós mesmos, que temos personalidade, que nos descobrimos, mas a verdade é que a vida é uma eterna desconstrução, um eterno aprender e mutar-se. E que bom é assim. Infelizmente o cotidiano, as pessoas, o mundo, a sociedade, os padrões nos corrompem e às vezes nos afastamos da nossa essência. E demorei bastante pra notar isso. Mas não tarde demais.

Quem me conhece há muito tempo sabe que sempre fui uma pessoa muito sonhadora e que minhas conquistas são todas resultados de todo o trabalho e empenho que tive para chegar onde estou (a faculdade de Letras, o Novos Escritores, meu livro Maratona Do Terror). Por mais que alguns desses sonhos não façam mais parte de mim, eu sonhei e trabalhei muito para chegar até lá. Só que no decorrer do caminho, me perdi. Amizades tóxicas, desencontros e problemas que me cegaram ou apenas a “vida adulta” que começou a me mostrar tudo de um jeito diferente. Infelizmente quando isso acontece a gente demora bastante pra perceber.

Eu não parei de acreditar em sonhos, mas passei a acreditar que muitas coisas interferiam. Coisas de adulto que não deveriam estar na minha cabeça. Isso me enfraqueceu demais. Infelizmente passamos por uma época na qual virou moda “estar na bad”, “querer estar morta”. Não me leve a mal, nem todos os dias estamos sorrindo. Tem dias que fracassos ou notícias ruins acontecem e às vezes eles são necessários para o nosso amadurecimento, para que a gente possa chegar aos dias bons.

E apesar de nunca ter desistido dos meus sonhos, perdi a conta das vezes que pessoas diziam ver um chamado pra mim. Diziam que eu escreveria histórias, que inspiraria pessoas, que mudaria a vida delas e em todas elas, fugi desse assunto. E eu nunca entendi o motivo. Sabia que tinha muito medo, mas não entendia. Era o mesmo medo que tinha quando me deparava com o filme “sempre ao seu lado” ou “ a procura da felicidade” e os livros do Nicholas Sparks que sempre evitei.

No fundo sabia que meu chamado estava ali, que eles tinham a mesma essência que carregava, que tinha tanto medo de me deparar e me quebrar novamente.

Não foi fácil perceber isso. Foi preciso que eu batesse de frente com vários sentimentos e confrontasse a mim mesma. Nessa busca, descobri que amo literatura autoajuda, coisa que sempre achei odiar. Descobri que posso ser uma escritora de terror e usar roupas coloridas, tá tudo bem. Descobri que também posso escrever outras histórias, as pessoas mudam. E aí entram as pessoas, porque elas nunca entendem. Elas sempre questionam a sua mudança. Mas por quê? Como assim? Existe uma certa recusa em aceitar e eu sei que vai ter muita gente que não vai acreditar, mas não cabe a ninguém me julgar. Eu sou eu, você é você.

Demorei a perceber que tenho uma missão por aqui e agora eu sei. Nessa busca, compreendi que infelizmente o mundo está recheado de pessoas que só enxergam o lado ruim. Entendi que as críticas estão fora de controle, pois perderam o foco e pararam de se importar com quem recebe do outro lado. Você percebe quando tentam criar confusões e te colocar no meio. Você é apenas o alvo para dissimular ódio ou magoar alguém, que nem era a sua intenção quando teve aquele pensamento aleatório. E não, não adianta de nada essa mudança ser de fora pra dentro. Não é ser good vibes por fora e torcer pra alguém se dar mal por dentro. Não é fingir ser alguém que você não é. Você pode enganar muita gente, mas não o universo. Ele reconhece. É a felicidade genuína pelo próximo, é a empatia e o foco em si mesmo.

Há quem acredite que histórias são apenas histórias, que não carregam nada por trás. Mas há sim, muita coisa por trás. É quando você lê sobre a morte de um trabalhador, que teve sua vida interrompida de forma bruta e injusta, que você se pergunta o que pode fazer para melhorar o mundo. É quando você vê uma possível guerra se formando, que se pergunta desesperadamente como pode ajudar pessoas a mudar. É quando vê uma legião de jovens desanimados e sem perspectivas que você compreende que não escreve apenas por acaso. A vida é muito curta para desperdiçar com medo, preocupado com sentimentos e vibes erradas. O mundo já tem pessimistas demais e não vou ganhar nada sendo mais uma. Infelizmente esse perfil de pessoa é um dos piores, porque não basta ela não acreditar em si mesma, ela ainda quer desestimular os outros. Se depender de mim, não mais. Escrevo sim, porque preciso escrever. Mas agora compreendo que estou aqui para inspirar pessoas, dar o melhor para elas, não deixá-las perderem a fé (independentemente no que acreditam), diverti-las e mostrar que acreditar em sonhos são possíveis. Basta acreditar não apenas por fora, mas por dentro também e lutar por isso. E é o que farei até o fim. Do terror ao romance, estarei aqui contando histórias para inspirar e motivar pessoas, que é a minha missão nessa vida. Isso é muito maior que eu.

“O universo conspira a favor, de quem não conspira contra ninguém” 

E como falei ali em cima, isso não é apenas um texto pessoal. Isso também serve para um professor que deseja inspirar seus alunos, para uma mãe ou família que deseja inspirar seus filhos, para um chefe que queira motivar a sua equipe. Ou para você que pode estar passando por uma fase difícil. Não estamos aqui por acaso, façamos por merecer cada segundo. Principalmente por aqueles que não estão mais aqui e gostariam de poder fazer a diferença. Faça por eles também ❤

Sei também que meu texto é utópico, pois bem, essa é a MINHA utopia. Essa sempre foi a minha e sempre vai ser. Tentaram destruir meus sonhos e quase conseguiram, mas alguma coisa dentro de mim não deixou. Eu prefiro acreditar no impossível que rege a minha vida, eu quero.

Eu tô muito feliz de poder falar sobre isso. Não tem mais treta, não mais amizade tóxica, não mais derrota, nem fracasso. Espero que não estranhem as mudanças, o conteúdo que teremos aqui para frente. O que importa é que estou feliz de poder dividir isso com todo mundo e muito grata por poder mudar. Eu só quero compartilhar amor. E se você vem pelo bem, vai ser muito bem vindo. No final das contas, é tudo sobre o amor.

E como presente, deixo Malibu para vocês. Uma canção que tem muito do que estou vivendo. Quem diria eu e Miley estaríamos passando pela mesma fase, hein? ❤ Mas sobre Malibu e essa nova fase da Miley, volto com outro post.

Mil beijos,

Juliana

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Manifesto para ser jovem velha o quanto quiser · [Crônicas]

Manifesto para ser jovem velha o quanto quiser

Faltam seis dias para o meu aniversário e sei que deveria ter dado as caras aqui antes. Minhas desculpas podem não ser suficientes, mas são verdadeiras. Caso você tenha caído aqui por acaso, saiba que além de Autora de Maratona Do Terror, Escritora, ser humano e  Administradora do Novos Escritores, sou universitária e trabalho com freelancer de revisão.

Então, quando tenho tempo deixo para curtir um pouco e me dou o prazer de ficar longe dos livros e a escrita. Infelizmente esse é o lado ruim de trabalhar com livros. A mente cansa e às vezes tudo o que mais quero é assistir  aqueles filmes teen da Disney ou aquelas comédias românticas pastelonas. Mas bem, não foi por isso que vim aqui.

Durante muito tempo, tive medo de envelhecer. Apesar de ter muitos parentes mais velhos e sempre sonhar em ser velhinha, sempre refletia a respeito disso. Olhando agora, vejo que na realidade não era exatamente medo de não ser mais jovem, de ter rugas e etc, mas sim de crescer e virar uma adulta chata. Na minha cabeça, adultos chatos são aqueles que acreditam que por serem mais velhos são portadores da sabedoria. Para eles, ficar mais velho é sinônimo de usarem roupas mais sérias, andarem de cara amarrada pra cima e pra baixo e renegar tudo o que gostavam quando eram jovem.

Eu tenho reparado que a maioria das pessoas que conheço e que estudaram comigo se tornaram adultos chatos, como se fosse obrigatório ao atingir certa idade adotar um comportamento. Vou completar 26 anos no dia 22 de Janeiro e durante muito tempo, o fato de estar me aproximando dos 30 me assustava. Hoje não mais.

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Minha família e grande parte das pessoas que conheço acreditam fielmente na teoria de que quando ficamos mais velhos devemos nos tornar uma pessoa séria e aparentar isso. As pessoas ligam idade a seriedade. Eu nunca liguei pra isso. Tenho minhas responsabilidades, mas não concordo com essa ideia de que tenho que mudar só porque estou ficando mais velha. 

Eu posso ter as minhas responsabilidades, deveres, trabalhar e ainda assim curtir filmes da Disney, ser apaixonada por rosa e o Escritor R. L. Stine. Ter uma obsessão fora do comum por bruxas, halloween, anos 80, séries, viagens no tempo e batata frita. Uma coisa não anula outra.

Me sinto muito feliz de sentir que sim a idade está chegando e me fazendo um bem danado. Aqueles que reclamam que estão ficando velhos não fazem ideia do quanto a serenidade e a maturidade no decorrer dos anos fazem bem. Se eu soubesse disso antes, provavelmente não teria sido uma adolescente rebelde.

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E já que o meu aniversário está chegando, nada melhor do que ter vários posts por aqui. Sim, essa vai ser a minha forma de comemorar com vocês ❤

 

Alô 2016 · [Crônicas] · [Leitores] · [Literatura] · [Livros]

Alô 2016

Sim, eu sei que ando sumida.

Mas em minha defesa informo que esse final de ano foi bem intenso: retorno as aulas da faculdade – já que a greve de três meses no meio do ano ferrou tudo – Natal, ano novo, família, aniversário do Djan e vida real, porque a gente vive, né?

Não me esqueci dos vídeos. Fiquem tranquilos que quando menos esperar vão surgir vários vídeos com a minha pessoa para não enjoarem de mim. E espero incluir os melhores de 2015 nisso. Infelizmente não li muito no ano de 2015 e isso é uma ENORME vergonha que NADA justifica. Mesmo com TCC vindo aí, pretendo continuar lendo bastante. E nossa, tenho muuuuitas novidades pra contar pra vocês. 2016 já começou com a corda toda!

Agora preciso ir que os episódios de Friends me esperam. Ah, FELIZ DIA DO LEITOR, SEUS LINDOS! Obrigada por me fazerem a Escritora mais feliz do universo! Muitos beijos, suspiros, livros e chocolates. Yaaaay *—*

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A culpa é da Alice · Alice no país das maravilhas · [Crônicas] · [Filmes] · [Livros] · [Séries]

A culpa é da Alice

Tudo começou por causa da Alice. É, aquela personagem do livro “Alice no país das maravilhas” de Lewis Carroll. Vamos ignorar aquele boato de que ela era uma adolescente que Carroll era apaixonado., isso não importa. A questão é que descobri Alice aos seis anos e desde então não desgrudei mais.

Em todos os momentos da minha vida, ela estava lá: nas conquistas, nas crises e nos momentos de reflexão. O que me mais me encanta nessa personagem é que a busca da Alice em sua trajetória, não é pelo príncipe perfeito do cavalo branco, mas sim pela sua identidade, seu lugar no mundo.

Sabemos que por mais que o amor seja importante, todos nós temos um lugar e lutamos por ele no dia a dia. E quem negar que nunca se angustiou por isso, está mentindo! Por isso, Alice é uma personagem destemida e intensa. Aventureira e dona de uma personalidade incrível, sua garra e bravura estimularam o melhor em mim.

Foi Alice quem me inspirou nas vitórias que surgiram em meu caminho. Foi por causa da Alice que me senti livre para ter a minha própria personalidade. Foi por causa da Alice, o rock. Foi por causa da Alice que comecei a escrever e prestei vestibular. Foi por causa da Alice que me tornei rebelde e ‘prefiro ser aquela metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo’. Foi por causa da Alice que me tornei viciada em livros. Tudo meus caros, foi culpa da Alice. As músicas, os livros, as séries, os amores e os sonhos… Tudo é culpa da Alice!

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Ensinamentos de Dumbledore · [Crônicas]

Ensinamentos de Dumbledore

 

Eu ia postar outra coisa, mas me lembrei de um texto que fazia muito tempo que estava martelando na minha cabeça e quando isso acontece, costumo não ignorar. Quem me conhece ou acompanha o blog pelas redes sociais, percebeu que fiquei afastada no início do mês. Isso aconteceu, porque fiquei doente. Agora graças a Deus estou bem, minha saúde vai muito bem obrigada, mas esse tempo em que fui obrigada a ficar afastada do meu trabalho com as mídias sociais e a escrita me fizeram refletir sobre diversas coisas. E é sobre elas que vamos conversar no papo de hoje.

Infelizmente eu e todo mundo temos uma mania terrível. Vivemos na correria: faculdade, trabalho ou escola, estágio, curso ou trabalho, filhos e vida social. Por causa dos nossos compromissos vivemos com a sensação de que estamos atrasados para tudo, que temos que dar conta e o estresse aflora de uma forma arrasadora. Quando descobri que estava doente – eu tive uma crise alérgica pra ser mais específica – entrei em choque. Porque dessa vez a crise foi bem mais forte e não tinha nada que pudesse fazer, além de descansar, tomar remédios e melhorar. Foram dias bem difíceis e foi nesse momento em que percebi o quanto somos vulneráveis e que a saúde é realmente importante. No final das contas, só ela que importa.

Eu desmorono muito fácil e fiquei muito preocupada. Por conta da minha imunidade baixa, deixei tudo de lado e apenas descansei. Fazia tanto tempo que não fazia aquilo e foi tão bom! Nesse meio tempo, redescobri várias coisas e também decidi outras. Sabe, por mais que trabalho e compromissos sociais sejam importantes, saúde e a sua família, as pessoas que você amam são bem mais. Porque fama, dinheiro, status, emprego tudo isso é efêmero, mas os sentimentos que você nutre pelas pessoas que ama, não. O triste nisso tudo é que não somos eternos, então nos basta aproveitar todos os momentos ao lado delas. Curtindo, ajudando, rindo, aprendendo e também se estressando, porque nem todo mundo pensa igual,  as pessoas pensam diferente. É importante respeitar a visão do outro e se permitir olhar para o mundo com os outros olhos. Ficamos tão obcecados e perdemos muito tempo com tanta besteira como por exemplo, com aquele ex que nunca vai dar em nada, porque o outro se deu bem naquela prova e você não, porque nunca consegue aquele cargo e esquecemos que existem pessoas com problemas muito maiores do que os nossos e também tem pessoas por aí que superaram e hoje dão lições de vida!

Enquanto estava doente e o estresse tomou conta de mim, minha vó deu um chacoalhão que me despertar. Ela me lembrou que no alto dos seus 75 anos, já tinha vencido dois tipos de câncer e estava ali firme e forte. Acho que foi a melhor coisa que poderia me dizer. Imediatamente, minhas lágrimas secaram e compreendi que se a minha avó podia ser forte, eu também poderia.

Foi durante esse momento de epifania que me lembrei de uma frase que Dumbledore fala em um dos livros, no caso em O Prisioneiro de Azkaban que nunca saiu na minha cabeça: “É possível encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se lembrar de acender a luz.”. Nunca Dumbledore teve tanta razão! Longe de mim querer dar lição ou querer ser clichê, mas a vida é algo tão preciosa e rara! Como diz os Strokes, “você só vive uma vez”. E aí você pensa, como é injusto com você e Deus (se você for religiosa como eu) reclamar de tudo e só enxergar os defeitos nas coisas. Muitas coisas ruins podem acontecer, mas as boas sempre serão as melhores e as maiores. Nunca se entregue a dor e a tristeza. Lembre-se sempre dos ensinamentos de Dumbledore, tudo que passamos todos os dias, seja ruim ou bom serve para nos tornar mais forte. E até mesmo nos momentos mais tristes, você pode encontrar uma saída. Não sei vocês, mas essas coisas acalmam o meu coração.

Obrigada Dumb por me permitir enxergar além!

Cultura Geek · Cultura nerd · cultura pop · Ficção Científica · Jornada nas estrelas · MIB - Os homens de preto · O guia do mochileiro das galáxias · Viva a Frota Estelar a TARDIS e os homens de preto · [Crônicas] · [Doctor Who] · [Filmes] · [Literatura] · [Livros] · [Perdidos no Espaço] · [Séries] · [Star Trek]

Viva a Frota Estelar, a TARDIS e os homens de preto!

“O espaço, a fronteira final … estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos, para explorar novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações… Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve!” (Star Trek)

 

É quase impossível falar de Ficção Científica sem citar a pessoa que me apresentou, no caso o meu pai. Se hoje sou fã de livros e filmes de ficção científica e me atrevi a escrever uma história foi por causa dele. Meu pai cresceu assistindo Star Trek ou Jornada nas Estrelas para alguns. E é claro que me apaixonei. Desde pequena, ele vem me ensinando a fazer o sinal de “vida longa e próspera” do Spock.

Por causa disso, sou fascinada pelo universo da Frota Estelar. Já assisti vários episódios e filmes. Sempre achei encantadora as histórias que a série abordava. Raças, culturas diferentes e a vida no espaço. O amor nasceu ali. Quando era pequena, eu e meu pai tínhamos o costume de ficar olhando o céu a noite, sempre que ele chegava do trabalho e imaginávamos como devia ser viver a vida viajando em uma nave espacial. Eu e meu pai acreditamos fortemente em vida em outros planeta e somos doidos pra viajar no espaço, mas isso é história para outro post.

 

 

Eu cresci, meus interesses se ampliaram, mas nunca deixei de amar Star Trek e a ficção científica, foi assim que pequena me tornei SUPER fã de MIB – Os Homens de Preto. Eu fiquei obcecada pelo filme e dessa vez, meu pai embarcou junto comigo. E que achava que não pudesse encontrar mais séries de ficção científica, me apaixonei pelo O Guia do Mochileiro das galáxias, Perdidos no Espaço e Doctor Who. Não consigo explicar exatamente, mas ler e assistir essas séries e livros me dá a sensação de estar voltando pra casa. Acho que ser fã é isso, encontrar uma história, uma banda ou música que completa a sua vida e traga familiaridade.

A ficção científica sempre vai fazer parte de mim, seja como pessoa, leitora e Autora. É um gênero que amo e cujo gênero pertence o primeiro livro que finalizei, lá no final de 2013. A vida no espaço me fascina e ainda não desisti da ideia de viajar pela galáxia. Quem sabe um dia? haha *–*

Feliz dia da toalha, embarque nessa viagem com a TARDIS e lembre-se: Não entre em pânico! 42 ❤

  Vida longa e próspera!

Bruxas · Cultura Gótica · Sobrenatural · [A Bruxa de Monterrey] · [A ficção vira realidade] · [Crônicas] · [Literatura] · [Livros] · [Terror]

A ficção vira realidade: A Bruxa de Monterrey

 

Já faz um tempinho que anunciei na minha fanpage uma série de postagens sobre casos e notícias sobrenaturais que me inspiraram e investiguei desde 2007, quando comecei a escrever os meus livros. Independente de ser verdade ou não, são casos que chamaram a minha atenção e fiquei com um interesse particular. Alguns de vocês podem acreditar ou não, mas sendo uma Escritora de terror, o que aprendi no decorrer de todos esse anos foi a respeitar o sobrenatural.

Uma das matérias que chamou a minha atenção foi “A Bruxa de Monterrey”, um caso que que ficou muito popular por aqui em 2008 e que vários Jornais e revistas do México cobriram na época.

O caso aconteceu na cidade de Monterrey, no México em 2004 com o policial Leonardo Samaniego. Ele alegou que encontrou um humanóide, que identificou com uma bruxa durante uma ronda em uma noite. Seu depoimento é surreal:

– Era noite, estava sozinho na patrulha e de repente alguém começou a jogar pedras. Aí eu vi duas pessoas… estranho… Elas pareciam ter asas e o rosto era totalmente enrugado. Fiquei com tanto medo que corri para a viatura e pude ouvir que riam muito e feio. Me assustei ainda mais quando olhei para trás e vi que uma delas voou para bem perto de mim.” –  Sobressaltado e gesticulando muito, o policial com um longo histórico de bons serviços na polícia local, continua:
“- Quase tive um cagaço quando me dei conta que eram bruxas e de imediato pedi ajuda pelo rádio. Em minutos já tinha a companhia de várias outras viaturas, inclusive da Polícia Militar. Os policiais da primeira viatura a chegar ainda viram quando as bruxas voavam para longe, eles podem atestar o que estou dizendo.”

De acordo com o policial, a bruxa teria partido para cima da viatura e tentado atacá-lo. Ele conseguiu sair do carro e se salvar. O que mais me impressionou foi a reação de Leonardo, que estava visivelmente transtornado. Por se tratar de uma tema “lúdico”, não acredito que o policial teria inventado tudo isso. Principalmente se tratando de um profissional com um bom histórico, o que é o seu caso. Foram feitos vários testes toxicológicos e psicológicos, mas todos deram negativos. Foi feita também uma ronda no local a procura da bruxa, mas nada foi encontrado. Curiosamente um tempo depois, policiais e alguns moradores alegaram ter visto a mesma criatura. Os policiais só abriram o jogo depois da bomba com Leonardo explodir e teve morador que até ficou doente por ter visto.

Outra coisa interessante nessa história é que por mais que a internet e pessoas de fora tentem descredibilizar, existem muitos depoimentos que sustentam a história. Teve até uma época em que divulgaram um vídeo de “uma bruxa voadora” de brinquedo que poderia enganar quem viu, mas assisti o vídeo e notei que diferente da bruxa de Monterrey, a de brinquedo parece apenas um pontinho no céu. Nem ao menos se assemelha a uma bruxa, mas sim um pássaro.

Independente de ser verdade ou uma mentira, investigadores e o prefeito acreditaram na história de Leonardo. Segundo eles, Leonardo até poderia estar estressado ou cansado do trabalho e ter ficado confuso. Mas como o próprio prefeito disse em sua declaração: “A vida às vezes coloca as pessoas em situações estranhas que não podemos explicar”. Leonardo foi entrevistado por vários veículos mais tarde e em todos, sua história permaneceu a mesma.

Procurei e pesquisei muito sobre esse caso, mas o blog mais completo sobre o assunto é o Portal dos Mitos que tratou com muita seriedade.

Créditos/ Fontes: Portal dos Mitos

Espero que tenham curtido o post ❤ Tem muitos outros vindo por aí com direito a muitos arrepios *–*

Não se esqueçam de deixar um comentário, curtir e divulgar em suas redes sociais. Vamos mostrar que fantasia e terror também é legal 🙂

 

[A Escritora Juliana Skwara ataca novamente!!!] · [Crônicas] · [Leitores] · [Literatura] · [Livros]

A Escritora Juliana Skwara ataca novamente!!!

OLAR AMIGOS!

Sentiram a minha falta? Sei que fiquei afastada das postagens por um tempo, mas infelizmente fui pega por uma gripe muito forte e o período de provas da faculdade que fez com que eu ficasse isolada do mundo. Podem ficar tranquilos, pois estou de volta e trago boas notícias *–*

Há duas semanas fiquei sabendo que fui indicada ao LiteraCaxias, que é uma Organização de eventos literários no município de Duque de Caxias. Quando descobri, fiquei em choque *O* Que honra estar ao lado de tanta gente boa que me motivou a escrever, ao lado de vários autores que amo e admiro! Só de ver meu nomezinho ali fico feliz *–*

Como comentei no meu perfil no facebook, meu livro só estará disponível no segundo semestre, mas vai que sou uma das mais votadas e acontece alguma coisa antes? Nunca se sabe! Conhecem aquela frase “O poder é de vocês”?

Pois então, se quiserem votar na minha pessoa para saber mais sobre o livro, o universo e tudo mais, vote Juliana emo, vote 58 rs.  A votação vai ficar rolando até o dia 1º de Junho que é a data que vão divulgar quem ganhou *–*

Convidem a família, os amigos, inimigos, cachorro e papagaio. Estou doida pra conhecer vocês ❤ Para votar, acessem o link da fanpage, escolham outros dois Escritores para votar (além de mim) e dá- lhe 58  ❤

 

[Crônicas] · [Literatura] · [Livros] · [Somos todos elfos livres]

Somos todos elfos livres

Se eu pudesse voltar no tempo, adoraria poder visitar a Juliana de uns anos atrás e dar alguns conselhos para a jovem de coturno preto e mechas coloridas no cabelo. Queria explicar para ela que a vida é incrível, que vale a pena rir mais do que se estressar, que bancar a séria e pseudo  cult é muito chato e que algumas amizades são efêmeras e é preciso ter cuidado com elas.

Já contei essas histórias para muitas pessoas, mas o fato é que eu poderia escrever um livro só com as minhas decepções em se tratando de amizade. Logo, não sou o tipo de pessoa que se acha amiga de todo mundo e nem considera todo mundo amiga. Tenho total consciência de que “amizade é um artigo raro atualmente” (fala dita por mim em 99% dos textos e da vida).

De todas as amizades que tenho, tirando a minha família, conto nos dedos de uma mão quem realmente são os meus amigos. Infelizmente durante muito tempo atraí umas amizades pra lá de bizarras. Não vou falar sobre cada uma delas e nem citar nomes, porque isso é pra lá de injusto e antiético, mas a questão é que não costumo dar sorte com amizades. No início é aquela coisa fofa de conversar toda hora, marcações em fotos, não se desgrudar e com o tempo, se a pessoa passar por você na rua é capaz de te tratar como se nem conhecesse. Foi por isso que de uns tempos pra cá mudei muitas coisas. Depois de me meter em várias roubadas, senti necessidade disso.  Não corro mais atrás  e faço questão de manter quem realmente se importa e vale a pena ao meu lado.

Já perdi as vezes em que fui “a amiga” em que descarregavam as mágoas, reclamavam do mundo, dos rolos e etc. Até que comecei a ver que tudo tem dois lados. E comecei a reparar também que a pessoa fazia o mesmo tipo para outras pessoas ou então quando precisava de alguém bem trouxa pra descarregar todas as coisas ruins, me procurava.  Sério, eu estava sendo sugada com tanta energia negativa.  Chegou ao cúmulo de algumas dessas pessoas me verem pessoalmente ou virem falar comigo pela internet e nem perguntar “- E aí, como você está? Tudo bem? Como vai a família e etc?” Não, a pessoa vinha questão de falar que a mãe fez não sei o quê, que o cara terminou e bláblá. Eu servia de psicólogo para essa galera. É engraçado, porque essas mesmas pessoas quando precisei estavam sempre ocupadas e sumiam. São poucas pessoas que cumprem a lei do retorno.

E sabe, o tempo me ensinou muitas coisas. Mesmo essas amizades não sendo maravilhosas comigo, aprendi muito com elas, então não foi de todo ruim passar por isso. Um dia, tomei a decisão de que era “hora de se livrar” ou “deixar livre” tais sentimentos e pessoas que não me pertenciam. Eu me amo muito e sei que mereço amizades melhores, pessoas que se importam comigo e independente do tempo estar cinza ou claro estão sempre ao meu lado. Melhor amigos que cabem em uma mão do que um milhão de amigos no facebook que não fazem a diferença. Mereço muito mais do que um “eu te amo pra fora” ou “estou com saudades” pelo whatsapp.

A vida é muito curta para perder tempo com amizades tóxicas que só vão te fazer regredir e que não acrescentam em nada. Foi assim que virei esse capítulo e comecei a escrever um novo, em que entram novos personagens e antigas amizades. Tanta coisa boa acontecendo no mundo, acho válido perder nosso tempo com isso. Coisas que nos levam para a frente e façam a nossa vida se mover aos pouquinhos. No final das contas, somos todos elfos livres.

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Minhas coleções de livros do R. L. Stine #Parte1

 

Dizem que na vida todo mundo carrega um vício. Alguns chocolate, roupas e nos meu caso foram os livros. Ué, como assim foram? Bem, não escondo de ninguém que sempre fui apaixonada por livros e isso me fez comprar vários, alguns de forma impulsiva. Com o tempo, reparei que não era justo. Consegui me “desapegar” e doei alguns livros, dei, troquei, fiz sorteios e vendi. Cheguei a conclusão de que posso amar os livros, mas isso não significa que deva comprar sem parar e deixar largados na estante “só pra tirar foto” ou como dizem, “ostentar”. Meus livros diminuíram muito e agora posso dizer que não são mais um vício, mas sim uma paixão.

Ainda assim, me permiti cometer algumas loucuras hehe. Todo mundo é fã de alguém na vida. Seja na música, na tv ou na Literatura. Comigo, não podia ser diferente. Sempre que leio livros e acabo me apaixonando pela escrita do Autor, decido acompanhar as outras obras dele.  Hoje venho apresentar a minha coleção de livros de um dos Escritores que mais amo no universo, R. L. Stine ou Bob – como os fãs o chamam.  Pode não parecer, mas sou muito exigente com os livros. Tirando o R.L. Stine, também faço coleção dos livros da Agatha Christie, Stephen King, L. J. Smith, Paula Pimenta, Scott Westerfeld, Marian Keyes e J. K. Rowling. Se vocês toparem, faço outro post sobre as minhas outras coleções.

 

 

Draculaura fazendo companhia aos irmãos *–*

Meu interesse pelos livros do R. L. Stine começou com a série que acompanhava pela TV e os livros que tinham na Biblioteca e feirinha do colégio que estudava. Na época, não tinha dinheiro para comprar e costumava pegar emprestado da biblioteca e das amigas. Foi assim que acabei me apaixonando pela escrita instigante e viciante do Escritor. O que mais me impressionava é que apesar de escrever para crianças, os adultos também liam os seus livros e ficavam encantados. Acho que essa é a magia do livros, torná-los universais de forma que diferentes públicos se interessem por ele.

Passei praticamente a minha infância e adolescência inteira assistindo O Clube do Terror, Goosebumps e A hora do arrepio. Como falei em outro post, todas essa séries e mais The Haunting Hour – uma espécie de regravação de A hora do arrepio em 2010-  foram baseadas em seus livros. Alguns episódios podem até ser diferentes dos livros, mas 90 % segue o ritmo da história. O tempo passou, acabei parando de assistir, mas os livros dele nunca saíram do meu coração. E foi quando comecei a escrever os meus próprios livros  buscando Livros e Escritores que me inspiraram, fiz uma viagem no túnel do tempo e decidi começar a fazer coleção. Ah Juliana, mas são livros de criança! Não, não são. R. L. Stine tem fãs de todas as idades, é super popular nos Estados Unidos e também escreve livros para adultos, na mesma vibe de Stephen King.

Acho que o destino quis ajudar, porque em uma dessas trocas em que me desfiz de alguns livros, encontrei uma leitora que queria trocar os livros dele. Foi um sinal e a partir daí, comecei a caça aos livros de Bob. Infelizmente alguns títulos como Rua do Medo, Fantasmas à solta e A hora do arrepio foram publicados pela Rocco há muito tempo e não faço ideia se eles continuam publicando. Já os exemplares de Goosebumps são publicados pela Editora Fundamento. Resumindo: alguns comprei em sebos, troquei e ganhei de aniversário e sem ser no meu aniversário hahaah. O mais legal é que amigos costumam encontram os livros dele e logo vem me avisar. Adoro quando sou lembrada, isso é bem coisa de fã ❤

Sei que vocês devem pensar que a minha coleção é modesta, mas acreditem que estou fazendo de tudo pra adquirir mais títulos. Até já entrei em contato com donos de sebos pra vocês notarem o amor que tenho por essas séries. Também acabei fazendo muitas amizades com outros fãs, o que é ótimo. Apesar de R. L. Stine ser popular no Brasil é difícil entrar em contato com os fãs. A notícia boa é que recentemente foram públicados lá fora dois livros da Fear Street: Party Games e Don’t stay up late, ou melhor da Rua do Medo e estou torcendo para a Rocco publicá-los. Já perguntei para eles, mas a Editora ainda não me respondeu a respeito. R. L. Stine participou de um Evento de lançamento do livro na semana passada em Nova York, o que me fez ficar bem triste por não poder estar lá, mas quem sabe um dia? Sonhar não custa nada!

Para o texto não ficar mais longo, se vocês toparem, posso falar sobre os livros em futuros posts. E aí, topam? Outra notícia boa é Goosebumps vai virar filme com Jack Black. Pirei com a notícia ❤ Isso é ótimo para os livros e o R. L. Stine voltarem com força total! 2015 é um ótimo ano para ser fã de R. L. Stine hahaha