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Ensinamentos de Dumbledore

 

Eu ia postar outra coisa, mas me lembrei de um texto que fazia muito tempo que estava martelando na minha cabeça e quando isso acontece, costumo não ignorar. Quem me conhece ou acompanha o blog pelas redes sociais, percebeu que fiquei afastada no início do mês. Isso aconteceu, porque fiquei doente. Agora graças a Deus estou bem, minha saúde vai muito bem obrigada, mas esse tempo em que fui obrigada a ficar afastada do meu trabalho com as mídias sociais e a escrita me fizeram refletir sobre diversas coisas. E é sobre elas que vamos conversar no papo de hoje.

Infelizmente eu e todo mundo temos uma mania terrível. Vivemos na correria: faculdade, trabalho ou escola, estágio, curso ou trabalho, filhos e vida social. Por causa dos nossos compromissos vivemos com a sensação de que estamos atrasados para tudo, que temos que dar conta e o estresse aflora de uma forma arrasadora. Quando descobri que estava doente – eu tive uma crise alérgica pra ser mais específica – entrei em choque. Porque dessa vez a crise foi bem mais forte e não tinha nada que pudesse fazer, além de descansar, tomar remédios e melhorar. Foram dias bem difíceis e foi nesse momento em que percebi o quanto somos vulneráveis e que a saúde é realmente importante. No final das contas, só ela que importa.

Eu desmorono muito fácil e fiquei muito preocupada. Por conta da minha imunidade baixa, deixei tudo de lado e apenas descansei. Fazia tanto tempo que não fazia aquilo e foi tão bom! Nesse meio tempo, redescobri várias coisas e também decidi outras. Sabe, por mais que trabalho e compromissos sociais sejam importantes, saúde e a sua família, as pessoas que você amam são bem mais. Porque fama, dinheiro, status, emprego tudo isso é efêmero, mas os sentimentos que você nutre pelas pessoas que ama, não. O triste nisso tudo é que não somos eternos, então nos basta aproveitar todos os momentos ao lado delas. Curtindo, ajudando, rindo, aprendendo e também se estressando, porque nem todo mundo pensa igual,  as pessoas pensam diferente. É importante respeitar a visão do outro e se permitir olhar para o mundo com os outros olhos. Ficamos tão obcecados e perdemos muito tempo com tanta besteira como por exemplo, com aquele ex que nunca vai dar em nada, porque o outro se deu bem naquela prova e você não, porque nunca consegue aquele cargo e esquecemos que existem pessoas com problemas muito maiores do que os nossos e também tem pessoas por aí que superaram e hoje dão lições de vida!

Enquanto estava doente e o estresse tomou conta de mim, minha vó deu um chacoalhão que me despertar. Ela me lembrou que no alto dos seus 75 anos, já tinha vencido dois tipos de câncer e estava ali firme e forte. Acho que foi a melhor coisa que poderia me dizer. Imediatamente, minhas lágrimas secaram e compreendi que se a minha avó podia ser forte, eu também poderia.

Foi durante esse momento de epifania que me lembrei de uma frase que Dumbledore fala em um dos livros, no caso em O Prisioneiro de Azkaban que nunca saiu na minha cabeça: “É possível encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se lembrar de acender a luz.”. Nunca Dumbledore teve tanta razão! Longe de mim querer dar lição ou querer ser clichê, mas a vida é algo tão preciosa e rara! Como diz os Strokes, “você só vive uma vez”. E aí você pensa, como é injusto com você e Deus (se você for religiosa como eu) reclamar de tudo e só enxergar os defeitos nas coisas. Muitas coisas ruins podem acontecer, mas as boas sempre serão as melhores e as maiores. Nunca se entregue a dor e a tristeza. Lembre-se sempre dos ensinamentos de Dumbledore, tudo que passamos todos os dias, seja ruim ou bom serve para nos tornar mais forte. E até mesmo nos momentos mais tristes, você pode encontrar uma saída. Não sei vocês, mas essas coisas acalmam o meu coração.

Obrigada Dumb por me permitir enxergar além!

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Viva a Frota Estelar, a TARDIS e os homens de preto!

“O espaço, a fronteira final … estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos, para explorar novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações… Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve!” (Star Trek)

 

É quase impossível falar de Ficção Científica sem citar a pessoa que me apresentou, no caso o meu pai. Se hoje sou fã de livros e filmes de ficção científica e me atrevi a escrever uma história foi por causa dele. Meu pai cresceu assistindo Star Trek ou Jornada nas Estrelas para alguns. E é claro que me apaixonei. Desde pequena, ele vem me ensinando a fazer o sinal de “vida longa e próspera” do Spock.

Por causa disso, sou fascinada pelo universo da Frota Estelar. Já assisti vários episódios e filmes. Sempre achei encantadora as histórias que a série abordava. Raças, culturas diferentes e a vida no espaço. O amor nasceu ali. Quando era pequena, eu e meu pai tínhamos o costume de ficar olhando o céu a noite, sempre que ele chegava do trabalho e imaginávamos como devia ser viver a vida viajando em uma nave espacial. Eu e meu pai acreditamos fortemente em vida em outros planeta e somos doidos pra viajar no espaço, mas isso é história para outro post.

 

 

Eu cresci, meus interesses se ampliaram, mas nunca deixei de amar Star Trek e a ficção científica, foi assim que pequena me tornei SUPER fã de MIB – Os Homens de Preto. Eu fiquei obcecada pelo filme e dessa vez, meu pai embarcou junto comigo. E que achava que não pudesse encontrar mais séries de ficção científica, me apaixonei pelo O Guia do Mochileiro das galáxias, Perdidos no Espaço e Doctor Who. Não consigo explicar exatamente, mas ler e assistir essas séries e livros me dá a sensação de estar voltando pra casa. Acho que ser fã é isso, encontrar uma história, uma banda ou música que completa a sua vida e traga familiaridade.

 

 

 

A ficção científica sempre vai fazer parte de mim, seja como pessoa, leitora e Autora. É um gênero que amo e cujo gênero pertence o primeiro livro que finalizei, lá no final de 2013. A vida no espaço me fascina e ainda não desisti da ideia de viajar pela galáxia. Quem sabe um dia? haha *–*

 

Feliz dia da toalha, embarque nessa viagem com a TARDIS e lembre-se: Não entre em pânico! 42 ❤

 

 

 

  Vida longa e próspera!

bruxas · [A Bruxa de Monterrey] · [A ficção vira realidade: A Bruxa de Monterrey] · [A ficção vira realidade] · [Crônicas] · [Juliana Skwara] · [Literatura] · [Livros]

A ficção vira realidade: A Bruxa de Monterrey

 

Já faz um tempinho que anunciei na minha fanpage uma série de postagens sobre casos e notícias sobrenaturais que me inspiraram e investiguei desde 2007, quando comecei a escrever os meus livros. Independente de ser verdade ou não, são casos que chamaram a minha atenção e fiquei com um interesse particular. Alguns de vocês podem acreditar ou não, mas sendo uma Escritora de terror, o que aprendi no decorrer de todos esse anos foi a respeitar o sobrenatural.

Uma das matérias que chamou a minha atenção foi “A Bruxa de Monterrey”, um caso que que ficou muito popular por aqui em 2008 e que vários Jornais e revistas do México cobriram na época.

 

  O caso aconteceu na cidade de Monterrey, no México em 2004 com o policial Leonardo Samaniego. Ele alegou que encontrou um humanóide, que identificou com uma bruxa durante uma ronda em uma noite. Seu depoimento é surreal:

– Era noite, estava sozinho na patrulha e de repente alguém começou a jogar pedras. Aí eu vi duas pessoas… estranho… Elas pareciam ter asas e o rosto era totalmente enrugado. Fiquei com tanto medo que corri para a viatura e pude ouvir que riam muito e feio. Me assustei ainda mais quando olhei para trás e vi que uma delas voou para bem perto de mim.” –  Sobressaltado e gesticulando muito, o policial com um longo histórico de bons serviços na polícia local, continua:
“- Quase tive um cagaço quando me dei conta que eram bruxas e de imediato pedi ajuda pelo rádio. Em minutos já tinha a companhia de várias outras viaturas, inclusive da Polícia Militar. Os policiais da primeira viatura a chegar ainda viram quando as bruxas voavam para longe, eles podem atestar o que estou dizendo.”

De acordo com o policial, a bruxa teria partido para cima da viatura e tentado atacá-lo. Ele conseguiu sair do carro e se salvar. O que mais me impressionou foi a reação de Leonardo, que estava visivelmente transtornado. Por se tratar de uma tema “lúdico”, não acredito que o policial teria inventado tudo isso. Principalmente se tratando de um profissional com um bom histórico, o que é o seu caso. Foram feitos vários testes toxicológicos e psicológicos, mas todos deram negativos. Foi feita também uma ronda no local a procura da bruxa, mas nada foi encontrado. Curiosamente um tempo depois, policiais e alguns moradores alegaram ter visto a mesma criatura. Os policiais só abriram o jogo depois da bomba com Leonardo explodir e teve morador que até ficou doente por ter visto.

Outra coisa interessante nessa história é que por mais que a internet e pessoas de fora tentem descredibilizar, existem muitos depoimentos que sustentam a história. Teve até uma época em que divulgaram um vídeo de “uma bruxa voadora” de brinquedo que poderia enganar quem viu, mas assisti o vídeo e notei que diferente da bruxa de Monterrey, a de brinquedo parece apenas um pontinho no céu. Nem ao menos se assemelha a uma bruxa, mas sim um pássaro.

Independente de ser verdade ou uma mentira, investigadores e o prefeito acreditaram na história de Leonardo. Segundo eles, Leonardo até poderia estar estressado ou cansado do trabalho e ter ficado confuso. Mas como o próprio prefeito disse em sua declaração: “A vida às vezes coloca as pessoas em situações estranhas que não podemos explicar”. Leonardo foi entrevistado por vários veículos mais tarde e em todos, sua história permaneceu a mesma.

Procurei e pesquisei muito sobre esse caso, mas o blog mais completo sobre o assunto é o Portal dos Mitos que tratou com muita seriedade.

Créditos/ Fontes: Portal dos Mitos

Espero que tenham curtido o post ❤ Tem muitos outros vindo por aí com direito a muitos arrepios *–*

Não se esqueçam de deixar um comentário, curtir e divulgar em suas redes sociais. Vamos mostrar que fantasia e terror também é legal 🙂

 

[A Escritora Juliana Skwara ataca novamente!!!] · [Crônicas] · [Juliana Skwara] · [Leitores] · [LiteraCaxias] · [Literatura] · [Livros] · [Primeiro livro]

A Escritora Juliana Skwara ataca novamente!!!

OLAR AMIGOS!

Sentiram a minha falta? Sei que fiquei afastada das postagens por um tempo, mas infelizmente fui pega por uma gripe muito forte e o período de provas da faculdade que fez com que eu ficasse isolada do mundo. Podem ficar tranquilos, pois estou de volta e trago boas notícias *–*

Há duas semanas fiquei sabendo que fui indicada ao LiteraCaxias, que é uma Organização de eventos literários no município de Duque de Caxias. Quando descobri, fiquei em choque *O* Que honra estar ao lado de tanta gente boa que me motivou a escrever, ao lado de vários autores que amo e admiro! Só de ver meu nomezinho ali fico feliz *–*

Como comentei no meu perfil no facebook, meu livro só estará disponível no segundo semestre, mas vai que sou uma das mais votadas e acontece alguma coisa antes? Nunca se sabe! Conhecem aquela frase “O poder é de vocês”?

Pois então, se quiserem votar na minha pessoa para saber mais sobre o livro, o universo e tudo mais, vote Juliana emo, vote 58 rs.  A votação vai ficar rolando até o dia 1º de Junho que é a data que vão divulgar quem ganhou *–*

Convidem a família, os amigos, inimigos, cachorro e papagaio. Estou doida pra conhecer vocês ❤ Para votar, acessem o link da fanpage, escolham outros dois Escritores para votar (além de mim) e dá- lhe 58  ❤

 

 

 

[Crônicas] · [Juliana Skwara] · [Literatura] · [Livros] · [Somos todos elfos livres]

Somos todos elfos livres

Se eu pudesse voltar no tempo, adoraria poder visitar a Juliana de uns anos atrás e dar alguns conselhos para a jovem de coturno preto e mechas coloridas no cabelo. Queria explicar para ela que a vida é incrível, que vale a pena rir mais do que se estressar, que bancar a séria e pseudo  cult é muito chato e que algumas amizades são efêmeras e é preciso ter cuidado com elas.

Já contei essas histórias para muitas pessoas, mas o fato é que eu poderia escrever um livro só com as minhas decepções em se tratando de amizade. Logo, não sou o tipo de pessoa que se acha amiga de todo mundo e nem considera todo mundo amiga. Tenho total consciência de que “amizade é um artigo raro atualmente” (fala dita por mim em 99% dos textos e da vida).

De todas as amizades que tenho, tirando a minha família, conto nos dedos de uma mão quem realmente são os meus amigos. Infelizmente durante muito tempo atraí umas amizades pra lá de bizarras. Não vou falar sobre cada uma delas e nem citar nomes, porque isso é pra lá de injusto e antiético, mas a questão é que não costumo dar sorte com amizades. No início é aquela coisa fofa de conversar toda hora, marcações em fotos, não se desgrudar e com o tempo, se a pessoa passar por você na rua é capaz de te tratar como se nem conhecesse. Foi por isso que de uns tempos pra cá mudei muitas coisas. Depois de me meter em várias roubadas, senti necessidade disso.  Não corro mais atrás  e faço questão de manter quem realmente se importa e vale a pena ao meu lado.

Já perdi as vezes em que fui “a amiga” em que descarregavam as mágoas, reclamavam do mundo, dos rolos e etc. Até que comecei a ver que tudo tem dois lados. E comecei a reparar também que a pessoa fazia o mesmo tipo para outras pessoas ou então quando precisava de alguém bem trouxa pra descarregar todas as coisas ruins, me procurava.  Sério, eu estava sendo sugada com tanta energia negativa.  Chegou ao cúmulo de algumas dessas pessoas me verem pessoalmente ou virem falar comigo pela internet e nem perguntar “- E aí, como você está? Tudo bem? Como vai a família e etc?” Não, a pessoa vinha questão de falar que a mãe fez não sei o quê, que o cara terminou e bláblá. Eu servia de psicólogo para essa galera. É engraçado, porque essas mesmas pessoas quando precisei estavam sempre ocupadas e sumiam. São poucas pessoas que cumprem a lei do retorno.

E sabe, o tempo me ensinou muitas coisas. Mesmo essas amizades não sendo maravilhosas comigo, aprendi muito com elas, então não foi de todo ruim passar por isso. Um dia, tomei a decisão de que era “hora de se livrar” ou “deixar livre” tais sentimentos e pessoas que não me pertenciam. Eu me amo muito e sei que mereço amizades melhores, pessoas que se importam comigo e independente do tempo estar cinza ou claro estão sempre ao meu lado. Melhor amigos que cabem em uma mão do que um milhão de amigos no facebook que não fazem a diferença. Mereço muito mais do que um “eu te amo pra fora” ou “estou com saudades” pelo whatsapp.

A vida é muito curta para perder tempo com amizades tóxicas que só vão te fazer regredir e que não acrescentam em nada. Foi assim que virei esse capítulo e comecei a escrever um novo, em que entram novos personagens e antigas amizades. Tanta coisa boa acontecendo no mundo, acho válido perder nosso tempo com isso. Coisas que nos levam para a frente e façam a nossa vida se mover aos pouquinhos. No final das contas, somos todos elfos livres.

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Minhas coleções de livros do R. L. Stine #Parte1

 

Dizem que na vida todo mundo carrega um vício. Alguns chocolate, roupas e nos meu caso foram os livros. Ué, como assim foram? Bem, não escondo de ninguém que sempre fui apaixonada por livros e isso me fez comprar vários, alguns de forma impulsiva. Com o tempo, reparei que não era justo. Consegui me “desapegar” e doei alguns livros, dei, troquei, fiz sorteios e vendi. Cheguei a conclusão de que posso amar os livros, mas isso não significa que deva comprar sem parar e deixar largados na estante “só pra tirar foto” ou como dizem, “ostentar”. Meus livros diminuíram muito e agora posso dizer que não são mais um vício, mas sim uma paixão.

Ainda assim, me permiti cometer algumas loucuras hehe. Todo mundo é fã de alguém na vida. Seja na música, na tv ou na Literatura. Comigo, não podia ser diferente. Sempre que leio livros e acabo me apaixonando pela escrita do Autor, decido acompanhar as outras obras dele.  Hoje venho apresentar a minha coleção de livros de um dos Escritores que mais amo no universo, R. L. Stine ou Bob – como os fãs o chamam.  Pode não parecer, mas sou muito exigente com os livros. Tirando o R.L. Stine, também faço coleção dos livros da Agatha Christie, Stephen King, L. J. Smith, Paula Pimenta, Scott Westerfeld, Marian Keyes e J. K. Rowling. Se vocês toparem, faço outro post sobre as minhas outras coleções.

 

 

Draculaura fazendo companhia aos irmãos *–*

Meu interesse pelos livros do R. L. Stine começou com a série que acompanhava pela TV e os livros que tinham na Biblioteca e feirinha do colégio que estudava. Na época, não tinha dinheiro para comprar e costumava pegar emprestado da biblioteca e das amigas. Foi assim que acabei me apaixonando pela escrita instigante e viciante do Escritor. O que mais me impressionava é que apesar de escrever para crianças, os adultos também liam os seus livros e ficavam encantados. Acho que essa é a magia do livros, torná-los universais de forma que diferentes públicos se interessem por ele.

Passei praticamente a minha infância e adolescência inteira assistindo O Clube do Terror, Goosebumps e A hora do arrepio. Como falei em outro post, todas essa séries e mais The Haunting Hour – uma espécie de regravação de A hora do arrepio em 2010-  foram baseadas em seus livros. Alguns episódios podem até ser diferentes dos livros, mas 90 % segue o ritmo da história. O tempo passou, acabei parando de assistir, mas os livros dele nunca saíram do meu coração. E foi quando comecei a escrever os meus próprios livros  buscando Livros e Escritores que me inspiraram, fiz uma viagem no túnel do tempo e decidi começar a fazer coleção. Ah Juliana, mas são livros de criança! Não, não são. R. L. Stine tem fãs de todas as idades, é super popular nos Estados Unidos e também escreve livros para adultos, na mesma vibe de Stephen King.

 

 

Acho que o destino quis ajudar, porque em uma dessas trocas em que me desfiz de alguns livros, encontrei uma leitora que queria trocar os livros dele. Foi um sinal e a partir daí, comecei a caça aos livros de Bob. Infelizmente alguns títulos como Rua do Medo, Fantasmas à solta e A hora do arrepio foram publicados pela Rocco há muito tempo e não faço ideia se eles continuam publicando. Já os exemplares de Goosebumps são publicados pela Editora Fundamento. Resumindo: alguns comprei em sebos, troquei e ganhei de aniversário e sem ser no meu aniversário hahaah. O mais legal é que amigos costumam encontram os livros dele e logo vem me avisar. Adoro quando sou lembrada, isso é bem coisa de fã ❤

Sei que vocês devem pensar que a minha coleção é modesta, mas acreditem que estou fazendo de tudo pra adquirir mais títulos. Até já entrei em contato com donos de sebos pra vocês notarem o amor que tenho por essas séries. Também acabei fazendo muitas amizades com outros fãs, o que é ótimo. Apesar de R. L. Stine ser popular no Brasil é difícil entrar em contato com os fãs. A notícia boa é que recentemente foram públicados lá fora dois livros da Fear Street: Party Games e Don’t stay up late, ou melhor da Rua do Medo e estou torcendo para a Rocco publicá-los. Já perguntei para eles, mas a Editora ainda não me respondeu a respeito. R. L. Stine participou de um Evento de lançamento do livro na semana passada em Nova York, o que me fez ficar bem triste por não poder estar lá, mas quem sabe um dia? Sonhar não custa nada!

Para o texto não ficar mais longo, se vocês toparem, posso falar sobre os livros em futuros posts. E aí, topam? Outra notícia boa é Goosebumps vai virar filme com Jack Black. Pirei com a notícia ❤ Isso é ótimo para os livros e o R. L. Stine voltarem com força total! 2015 é um ótimo ano para ser fã de R. L. Stine hahaha

 

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E o segundo livro chega ao fim ou “a síndrome de Jack Torrence”

Como vocês sabem, nos últimos meses e semanas ando ocupada com o final do meu segundo livro. No último post , vocês conferiram algumas curiosidades a respeito dele. Fiquei de fazer um post contando como foi o processo de escrita de Strangers, como apelidei carinhosamente a história. Na quinta-feira, FINALMENTE consegui terminar de escrever . Terminar um livro sempre vai ser uma das sensações mais estranhas do universo! Fica um vazio e ao mesmo tempo, sentimos um alívio enorme. São muitos sentimentos e ainda estou em choque! Por mil motivos. O primeiro é que conseguir concretizar isso me deixou muito feliz. Nem consigo acreditar que vou publicar o meu primeiro livro *O* Todos piram!  O outro motivo é que foi tão difícil chegar até aqui, que o processo de escrita de Strangers não vai passar em branco.

 

Tudo começou há um ano. 2014 foi um ano que pouco escrevi. Me envolvi muito com a faculdade e alguns cursos que fiz, o que foi ótimo. Consegui me profissionalizar como Revisora, fiz meu segundo curso de escrita e ainda por cima tive a oportunidade de conhecer mais sobre o mercado editorial. Eu sentia que precisava viver essa experiência, ter uma visão mais profissional do meio literário. Porque por mais que tenha decidido ser Escritora por amor e tudo tenha começado como um sonho, nunca foi segredo para ninguém que queria entrar nessa profissão. Sempre soube que era uma questão de tempo para a escrita deixar de ser hobby e virar profissão. Isso era sinal de que a coisa estava ficando séria. E se você quer ser Escritor e terminar um livro, precisa levar a sério. Já tinha aceitado também que por mais que a inspiração faça parte desse trabalho, o Autor precisa ter disciplina e escrever todos os dias. Independente de ser uma linha, um parágrafo ou um capítulo. O Escritor precisa ler muito, pesquisar sobre o que está escrevendo e viver o que chamamos de “experiência de campo”.

E eu sempre me entreguei a esse processo. Nunca reclamei, nem nada do tipo. Sei que a minha vida pode muitas vezes até ser solitária por causa disso, mas não me arrependo, foi isso que escolhi para a minha vida. O mais difícil é fazer com que família e amigos compreendam. Porque você não vai estar todos os dias disponível. Se você quer que seu livro seja publicado no tempo x, vai precisar deixar noitadas e a diversão um pouco de lado. Lembre-se, isso é uma profissão como outra qualquer. O Escritor pode fazer o seu horário, desde que cumpra. Não há sacrifício sem dor, ou seja, não tem como fugir.

Foi depois de uma aula de Escrita que veio a ideia para Strangers. Muita coisa já estava montada e aproveitei para desenvolver o restante. Não posso falar ainda do que a história se trata – estou esperando sair o registro para contar – mas acreditava que seria tranquilo. E não, foi bem longe disso.

Já falei anteriormente, mas Strangers não é o primeiro livro que termino de escrever. Ele é o segundo livro que termino e o primeiro que vai ser publicado. Na primeira vez que terminei um livro, coloquei prazos e cumpri, mesmo passando um pouco da data – dois dias precisamente. Com Strangers não foi assim que aconteceu. Então, senta em uma cadeira e me acompanha. A história é longa.

Primeiro, fiz o meu horário para escrever o livro. Até aí tudo bem. Fiz pesquisas, li e vi tudo a respeito. Estava praticamente pronta para me jogar. O que me salvou e me ajudou a terminar foi que desde que fiz meu primeiro curso de escrita, adquiri o hábito de criar uma espécie de “roteiro/ esqueleto/ esquema”. Nele, coloco cada coisa que vai acontecer de forma que enquanto escrevo não fico desorientada. Pode acontecer de mudar o roteiro algumas vezes – inclusive isso já aconteceu – mas ele me ajudou muito durante a escrita. Os problemas em escrever Strangers foram outros.

Para quem não sabe, não moro sozinha. Minha família é grande e infelizmente estou acostumada a ser interrompida enquanto escrevo. Foi por causa disso que passei a escrever ouvindo música. As canções me concentram e o que quer que aconteça lá fora – conversas, telefone ou campainha tocando – não conseguem a minha atenção. É por isso também que adoro escrever de madrugada. Todo mundo está dormindo, ninguém me atrapalha e o fluxo de ideias corre solto.

Só que foi durante o processo de escrita de Strangers que mais me atrapalharam. Obrigações familiares chamaram a minha atenção e várias vezes deixei de escrever por conta de um problema familiar. Na verdade foram mais de um. Se não bastasse isso, foi a época em que mais tive evento literário e festas de amigos para ir. Sempre que decidia escrever, tinha algum compromisso e mais uma vez o livro era deixado de lado. Isso aconteceu muitas vezes. Com o tempo, fui ficando muito irritada.  Sou apaixonada pelo filme O Iluminado e confesso que tenho MUITO medo de Jack Torrance, o personagem de Jack Nicholson, o Escritor que fica extremamente irritado quando não consegue escrever, a ponto de enlouquecer e tratar mal as pessoas ao redor.  Nesse meio tempo, senti que eu e ele estávamos ficando muuuito parecidos.

 

 

Para completar, não sou o tipo de pessoa que costuma ficar muito doente. Mas inexplicavelmente durante o processo de escrita de Strangers, foi o período que mais fiquei doente: dor de estômago, febre, dor de cabeça, alergia… Foram muitas vezes. Outras coisas bem loucas aconteceram: vire e mexe ficávamos sem luz aqui em casa (apagão em vários bairros e cidades, caminhão batendo no post e etc), fiquei sem computador três vezes – que era onde o livro estava. Oitra vez, em uma determinada madrugada, quando finalmente o livro estava fluindo, vi um vulto passando no cômodo que estava. Não sei se era verdade ou apenas a Escritora que vos escreve cansada, só sei que fui imediatamente dormir.

 

 

A sensação de que me impediam de escrever o livro cresciam e cheguei a conclusão de que não ia conseguir cumprir os prazos e terminar. Eu chorei de raiva várias vezes e comecei a “agir” de forma muito estranha. Passei a ficar mais antissocial, querer sair menos e estressada. Foi um montanha – russa de emoções.

 

 

 

 

 

O que me tranquilizou e me ajudou a ficar mais calma é que contei com o apoio do meu namorido e amigos que me incentivavam a escrever, ajudaram com ideias e dicas. Acho que se Strangers vai finalmente ser publicado, grande parte devo a eles.

Vocês devem estar se perguntando, e agora o que ela vai fazer? O processo de finalização de um livro é complicado e me encontro nesse momento em infinitas revisões. E claro, como não poderia deixar de ser, vou mergulhar na escrita de dois livros. Dois?! Isso mesmo! Nunca vou parar de escrever! Aos olhos dos outros, pode ser visto como loucura. Para mim, um sonho e um trabalho que me faz a cada dia mais feliz.

 

 

 

 

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Curiosidades sobre o meu livro #1

Ficar esperando um livro ser publicado é chato, né?

Pensando nisso e tentando não ser tão cruel como tenho sido nos últimos tempos, decidi matar a curiosidade de alguns leitores que vem me pedindo detalhes a respeito do meu primeiro livro que vai ser publicado. Infelizmente,  não posso revelar tudo. O livro ainda não foi registrado e estou no processo final de escrita.

Já escrevi um livro antes, mas nunca imaginei que fosse ser tão difícil finalizar um livro. Está – literalmente – sendo um parto.

Agora chega de voltas e vamos ao que interessa >.<

A primeira coisa é que o livro já tem um nome, mas não posso revelar por mil motivos. Mas posso contar que apelidei carinhosamente a história de “Strangers”. Não, esse não vai ser o título do livro. Essa é a forma como posso me referir ao livro sem dar spoilers e revelações bombásticas. E apesar de ser o meu primeiro livro que vai ser publicado, Strangers não é o primeiro livro que escrevi. Já escrevi um livro antes que ainda não foi publicado. Esse é um plano para o futuro e assunto para um outro post.

A segunda coisa é que Strangers vai ser lançado ainda esse ano. Levei exatamente um ano para terminar e está sendo bem complicado escrever. Durante a escrita, passei por mil coisas que tentaram atrapalhar (um dia faço um post explicando), mas o mais importante é que o livro vai sair. Estou lutando bravamente por isso!

 

 

A terceira curiosidade é que uma das coisas que mais me inspirou a escrever esse livro foi a série “Buffy: A Caça – Vampiros”. Como quase todo mundo sabe, sou muito fã da série. Tão fanfirl que sempre sonhei em escrever algo do tipo. É claro que não copiei a história, mas Buffy me motivou a escrever no que acredito e amo. Até comentei no twitter que uma das certezas que tenho nessa vida é que vou escrever ficção sombria para sempre! Essa é a minha vida, esse é o meu clube ❤

 

 

A quarta curiosidade é que amo escrever ouvindo música. Ah tá! Eu sei que isso não é novidade para ninguém, mas durante grande parte da escrita desse livro ouvi MIL VEZES a mesma música. A determinada canção amaldiçoada é Hideaway da Kiesza. Para quem não conhece, a moça é uma cantora dance que ficou muito conhecida no ano passado. Curiosamente, o título dessa música faz referência ao nome de um grande cantor de dance music dos anos 90, o Haddaway que inclusive a Kiesza regravou uma cancão dele, What Is Love. Coincidência ou não, cresci ouvindo essa música e sou muito fã desse cantor. Como não acredito em coincidências, acho que todos esses detalhes estavam entrelaçados e tornam a criação de Strangers ainda mais interessante. Eu diria até que essa música é o livro em forma de canção. É muito amor ❤ Se curtirem, futuramente faço uma playlist do livro. Acho que alguns podem se surpreender. Durante a escrita do livro, ouvi MUITA dance music. Sim, você não leu errado rs.

 

 

A quinta curiosidade é que o Escritor R. L. Stine foi uma grande inspiração para escrever Strangers. Amo a forma como o autor de O Clube do Terror, A hora do arrepio, Goosebumps, Horrorland e Eye Candy constrói e desenvolve as suas histórias. Sabe aquele autor que você quer ser como ele quando crescer? Pois então, é ele! Amo a forma como os detalhes, a mitologia e os acasos estão bem amarrados em suas obras e as surpresas que ele dá ao leitor no decorrer da trama. Eu tenho muito a agradecer ao Bob! Strangers nasceu dessa vontade de agradecê-lo tudo o que me proporcionou como leitora!

A sexta curiosidade é que tem um livro que me inspirou e influenciou muito a escrever a história. Não chegar a ter coisas em comum com o enredo, mas se Strangers ganhou forma, personalidade e atitude devo A Estrada da noite do Joe Hill que me ensinou a amar o gênero que escrevo e defendê-lo com unhas e dentes.

Queria contar mais coisas, mas não posso. Afinal temos que deixar as surpresas para mais tarde  haha. Ainda não tenho a data de lançamento do livro, eu e meu agente estamos acertando isso, mas fiquem tranquilos, pois quando menos esperarem vão ter Strangers em suas mãos. Espero que tenham curtido o post, já faz um tempinho que queria dividir essas curiosidades com vocês. Se toparem, posso fazer mais posts com curiosidades sobre os meus livros 🙂

Agora preciso ir, os detalhes finais do livro me esperam. Contando os minutos para ter o livro na minha mão ❤

 

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Direto do túnel do tempo: O mundo de Goosebumps

Ser criança nos anos 90 significava curtir um monte de coisas legais como Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira e séries baseadas nos livros do awesome Escritor R. L. Stine como Goosebumps. Uma das minhas maiores lembranças de quando criança era assistir e ler O Clube do Terror, HorrorlandGoosebumps  e A hora do arrepio. Se você foi criança nessa época, com toda certeza sabe do que estou falando >.<

 R. L. Stine é um Escritor que foi muito popular nos anos 90. Ele foi considerado a “J. K. Rowling” daquela década. Grande parte das suas séries de livros viraram série de TV – com exceção de A rua do medo que também amo. Com temáticas sombrias, suas histórias são cercadas pelo sobrenatural. Fantasmas, bruxas, lobisomens e psicopatas, R. L. Stine consegue fazer uma combinação perfeita de fantasia, sobrenatural e thriller de arrepiar os cabelos. Ao contrário do que muitos imaginam, apesar do público alvo de Bob – como os fãs o chamam – serem as crianças, ele também escreve para adultos como o livro Eye Candy que recentemente foi adaptado para a TV em formato de série pela MTV.

 

Além de ser fã do R. L. Stine, também o considero uma grande influência como Escritora. Adoro como as tramas dele se desenrolam, fugindo do óbvio e personagens clichês.  R. L. Stine consegue dar volta no leitor, surpreender e entregar um final instigante. Ele é um dos meus Escritores favoritos, tanto que faço coleção de seus livros.  O mais bacana é que apesar do livro ser editado por várias Editoras diferentes, as diagramações têm os climas dos livros e as capas são sensacionais, sombrias e desenhadas. Elas viraram referência a obra do Escritor.

O que mais me fascina em Goosebumps (Arrepios em Português e do ano de 1995) é que diferente de O Clube do Terror, os finais nem sempre têm lição de moral. Enquanto que no Clube temos um grupo de adolescentes se reunindo ao redor de uma fogueira para contar histórias assustadoras com uma lição de moral no final,  Goosebumps foge do óbvio e inova com finais e tramas bem arrepiantes. Alguns livros e episódios até achei que não são tão infantis. O próprio autor já contou em entrevistas que seus Editores pedem pra pegar mais pesado. Confesso que fiquei muito surpresa com tal declaração, já que grande parte das pessoas considera os livros infantis bobos e sem graça. Mas não se engane com R. L. Stine, suas histórias infantis assustam até mesmo adultos. E isso é sensacional! A obra de Bob é universal. Eu, vocês, seus irmãos ou filhos podemos ler a vontade. Ele consegue captar a alma dos leitores e escreve para todos os públicos. Quem não se lembra da música de abertura? É inesquecível!

 

                      

Essa é a minha coleção “O universo de R. L. Stine“. Sim, ela já aumentou e se vocês toparem, faço um post só sobre isso!

Recentemente descobri uma série de livros do Autor chamada “Fantasmas à solta” que meu namorado me presentou. Como ele sabe que sou muito fã, descobriu os livros por acaso em uma feirinha e não pensou duas vezes em me presentear. Diferente das outras séries, essa é uma continuação. Infelizmente não tenho o livro 1, mas mesmo assim isso não me impediu de ler e compreender a trama. Parece que “Fantasmas à solta” foi escrita nos anos 80 – como grande parte das outras – e foi um dos primeiros trabalhos do Bob. Foi ali que o autor começou a “fazer o seu nome”.

Há alguns meses também descobri uma série no Youtube chamada The Haunting Hour que foi inspirada nos livros do Autor. Essa série foi produzida recentemente – acredito que em 2006 ou 2010 – e sua essência é muito parecida com A hora do Arrepio e Goosebumps. Tem uns toques de O Clube do Terror, mas as tramas são bem sombrias. Se vocês toparem, posso fazer posts sobre cada uma das séries e os livros que tenho do Escritor. Como podem perceber, não vai ser nenhum sacrifício. Afinal fã nunca se cansa de falar de algo que curte ❤

De todas as séries, Goosebumps é que temos menos episódios no Youtube. Para a nossa felicidade, o NetflixDeus abençoe esse site – comprou várias séries de TV, inclusive a primeira temporada de Goosebumps que tem por lá. Eu claro que já assisti tudo, né? Meus episódios favoritos da primeira temporada são “Bem – vindo ao Acampamento dos Pesadelos” que tenho o livro e “Sorria e Morra” que é maravilhoso e podemos ver Ryan Gosling novinho atuando em uma das suas primeiras aparições na TV.  Já o meu livro favorito de Goosebumps é “O espantalho anda à meia – noite”

Aproveitem para assistir e deixem comentários pedindo para o site liberarem mais temporadas e episódios de uma das séries mais assustadoras dos anos 90.

 

 

 

Para quem curte terror, seja lá qual for a idade, essas séries são muito indicadas. Eu também adoro visitar o site oficial do R. L. Stine que é fantástico. Ele é super atualizado, com informações sobre lançamentos e curiosidades. O autor também é muito ativo no Twitter e super figura. Eu me divirto com os tuítes dele. Para vocês terem uma noção, sou tão fã do Autor que até criei um fã clube dele no Novos Escritores. E claro que os leitores estão super convidados a participarem *–*  Então, se você não conferiu, assistiu ou leu qualquer coisa do R. L. Stine, não perca tempo e corra para ficar por dentro.  O universo do R. L. Stine é definitivamente um caminho sem volta ❤

 

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Hábitos freaks de escrita

 

 

 

Depois de ser engolida por um buraco negro chamado “problema no computador” e a “internet caiu”, voltei com um post que prometi faz um tempinho. No início pensei em fazer em vídeo, mas como o tempo e a internet não colaboraram muito, decidi fazer por escrito mesmo. Como alguns já sabem, em breve vamos ter um vlog recheado de conteúdos legais. Não posso adiantar muito, porque é surpresa ^-^

Vocês podem ter observado que ficamos um tempinho sem posts e não foi só por problemas tecnológicos. Eu estou finalizando o meu segundo livro e reescrevendo um outro. Imaginem onde anda a minha cabeça? Isso mesmo na lua! Durante essas semanas pude observar os meus hábitos de escrita e decidi falar sobre eles aqui. Sei que tem muita gente ansiosa para o lançamento do meu primeiro livro e um dos motivos para escrever esse post, foi saciar a vontade de alguns ❤

Reparem que os meus hábitos são um tanto quanto comuns, engraçados e meio loucos HAHAHA. A verdade é que escrever é maravilhoso e ao mesmo tempo doloroso. Não é tão glamouroso quanto algumas pessoas imaginam, mas por trás existe um prazer imenso em criar histórias.

Agora vamos ao que interessa, porque a escrita não pode e nem deve parar.

 

 

1 – Prefiro escrever em um caderno no que computador. 

 

Para começar, preciso dizer que não escrevo necessariamente no computador. Eu prefiro escrever em um caderno especial reservado para o livro e depois passar para o notebook. Sim, dá um trabalho do caramba e já rendeu muitas confusões. Só que é assim que funciono. Por trabalhar online, fica meio complicado escrever quando o computador está ligado. E nem sempre quando a ideia bate estou em casa ou de frente para o PC. E é aí que os caderninhos e o gravador do celular me salvam.

Outro detalhe importante é que o primeiro passo para escrever é…ESCREVER! Isso mesmo! A primeira lição é não podar a sua escrita. Quando estou com vontade e está na hora de escrever – sim, eu tenho um horário para escrever. Falo sobre disciplina em outro post – sento e escrevo. Não importa se está abreviado, errado ou confuso. O importante é colocar para fora. Costumo corrigir só depois. Aprendi isso ao escrever o meu primeiro livro que ainda não foi publicado e me deu muita experiência. Hoje em dia rola um filtro na hora de escrever, mas ainda assim prefiro me deixar livre e me atentar para os erros só depois que o livro estiver finalizado.

 

 

2 – Eu adoro escrever de noite. 

Sim, você não leu errado. Sou da turma dos vampiros e dos darks. Não bastava só gostar de escrever ficção sombria, eu tinha que escrever também a noite.

Desde que decidi ser escritora, grande parte das minhas histórias são escritas durante a noite. Já escrevi de dia quando tive necessidade e confesso que fica difícil escrever quando se estuda e trabalha, mas não é impossível. Quando não estou de férias e pretendo escrever até tarde, aproveito os feriados, sextas – feiras e finais de semana. Sinto que rendo muito mais quando anoitece. Parece que de dia fico muito agitada enquanto a noite me sinto mais relaxada e perco as horas escrevendo.

A melhor parte de escrever de madrugada é que não tem ninguém acordado, te enchendo o saco ou te impedindo. Por outro lado já me rendeu muitas histórias, algumas engraçadas e outras assustadoras. Já aconteceu de estar escrevendo uma cena sombria e me assustar com o barulho do vento, porque eram 3 horas da manhã e não tinha ninguém acordado e passando na rua. Uma outra vez, estava escrevendo sozinha na sala quando vi alguém passando no corredor. Estavam todos dormindo e bem, a princípio não era ninguém. O que quer que fosse, até hoje não sei do que se trata.

 

 

3 – Só consigo escrever ouvindo música

 

 

Já postei essa imagem antes e até discuti o assunto na minha coluna sobre escrita no NE, mas a verdade é que não consigo escrever sem música. Eu preciso ouvir alguma música que me inspire e me motive a escrever. Como sou fã de rock, principalmente os Indies e os clássicos, músicas antigas dos anos 80 e pop, eles são os gêneros que mais costumo ouvir enquanto escrevo. Também curto trilha sonora de filmes, séries e sons experimentais. Enquanto para algumas pessoas escrever ouvindo música atrapalha, no meu caso sinto um alívio enorme. Também ajuda, porque moro com outras pessoas e o som abafa qualquer som ou conversa que posso me distrair da história. O que é ótimo e me embala a ponto de não ouvir ninguém me chamando ou fazer ideia do que está “acontecendo lá fora”.

Sou do partido que acredita que ao escrever precisamos nos isolar. A profissão de escritor pode soar solitária e é, mas nessa área são necessários alguns sacrifícios se o autor quer realizar o seu sonho e atingir a sua maturidade profissional.

E vocês, escritores ou não, tem algum hábito engraçado de escrita? Dividam comigo, vou adorar saber mais sobre o processo criativo de vocês!