172 horas na lua · Editora Novo Conceito · Ficção Científica · Johan Harstad · Sobrenatural · Spoilers · Teorias · [Livros] · [Terror]

172 horas na lua e muitas teorias com spoilers

O ano é 2018. Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez.

Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 – um lugar que, até então, só era conhecido pelos altos funcionários do governo americano.
Mia, Midore e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviado mais ninguém à Lua.
Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer…
Prepara-se para a contagem regressiva.

       Olá pessoas, tudo bem com vocês? É, eu sei que mais uma vez tomei chá de sumiço, mas dessa vez foi por um bom motivo. Estou me formando na faculdade e nos últimos meses fiquei envolvida demais com o meu tcc. Por causa disso, fiquei mais de 4 meses sem ler, nem escrever. Assim que terminei de escrever a monografia, tentei ler alguma coisa, mas não rolou. Acho que foram meses tão cansativos e de leituras tão puxadas que precisava me desintoxicar, fazer outras coisas e foi isso que eu fiz. Um dia, navegando no twitter tive a ideia de ler 172 horas na lua. Eu já tinha ouvido algumas @ que sigo por lá falando muito bem e a Barbara Herdy, minha amiga e autora de Apenas Respire, um conto quase de fadas, decidiu ler junto comigo, como em uma espécie de clube do livro. Não poderia ter sido uma ideia melhor!

      Primeiramente devo dizer que fazia muito tempo que não lia um livro tão bom quanto esse. E que poder ler um livro com essa magnitude, depois de tanto tempo parada, me ajudou demais. Também devo avisar a vocês que esse texto vai ser longo e que não é um daqueles que se trata de resenha da história, mas sim um texto cheio de teorias e com MUITOS spoilers. Então se você ainda não leu, volte depois que ler o livro e aproveite para comentar o que achou. Vamos lá?

       172 horas na lua foi escrito por Johan Harstad e publicado pela Editora Novo Conceito. O livro narra a história de três adolescentes que a NASA decide sortear em 2018 para embarcar em uma missão. Acontece que a NASA está passando por problemas financeiros e a escolha de 3 adolescentes seria ótimo para publicidade por unir diferentes gerações e patrocínio para a viagem. É óbvio que a notícia repercute entre a população que fica eufórica com a possibilidade de viajarem para a lua, mas logo de cara ficamos sabendo que apenas Mia, Midori e Antoine conseguem ser “os escolhidos”. Os três são de lugares diferentes – a primeira é Norueguesa, a segunda japonesa e o terceiro francês. E eles também são motivados por ideais diferentes. Mia por exemplo é a única que não curtiu a ideia. Ela foi inscrita pelos pais e só aceitou a ideia depois de muito custo por conta das amigas insistirem que seria ótimo para a sua banda de rock. Já Midori se inscreveu porque queria fugir do país opressor em que vivia e ter um futuro livre. Enquanto Antoine queria se afastar para esquecer sua ex – namorada Simone que o trocou por outro.

Relacionamentos deveriam vir estampados com a data de validade para que as pessoas pelo menos tivessem chance de cair fora antes que a coisa ficasse totalmente rançosa.

     Com o passar do tempo, os adolescentes são contagiados pela ideia de viajarem para a lua e ao lado dos outros astronautas, passam por uma série de testes e treinamentos que duram cerca de três meses antes da viagem. Uma coisa que senti falta foi do desenvolvimento dos personagens e do treinamento para os leitores. Só é narrado para quem lê que isso ocorreu, mas não vemos a amizade dos três se desenvolvendo, nem parte do treinamento. Só que antes de embarcarem, uma série de coisas estranhas acontecem como uma espécie de sinal para avisar aos adolescentes a não partirem. E diga-se de passagem que essas partes são bem sinistras. Os sinais são assustadores e deixa os competidores estremecidos e com medo. Mas os três embarcam mesmo assim, ignorando os sinais e de início ocorre tudo bem, apesar da ansiedade pelo acontecimento. A equipe vai passar 172 horas na lua (que dá uma semana e algumas horas, me desculpa sou de humanas) e nesse tempo, vão ficar na base DARLAH 2 no mar da tranquilidade na lua, no mesmo lugar que Neil Armstrong pisou. Tudo está se encaminhando bem até quando uma série de acontecimentos trágicos começa a se desenrolar. Nas primeiras 144 páginas pouca coisa acontece e o leitor tem a sensação de que a história demora a acontecer. Devo confessar que achei o romance entre Mia e Antoine desnecessário. Eles até são fofos juntos, só que o romance não cabe na história. Tanto que ele nem se desenrola. Ao mesmo tempo que dá pra compreender, já que o autor possivelmente fez isso para aproximar o leitor. Só que assim que pisam na base DARLAH 2, o livro começa a se desenvolver e a gente tem a sensação de que entramos em uma montanha russa com tanto plot twist.

Eu e a Barbara depois de terminar de ler o livro

       A escrita do autor é fluída e atraente. Eu fiquei lendo sem parar, pois não conseguia dar uma pausa. Talvez ele pudesse desenvolver mais algumas partes do livro – como mencionei anteriormente – mas o plot twits e o final compensam, pois 172 horas na lua – desculpem o palavreado – é um puta livro. O final é estarrecedor e chocante. Eu previ como o final seria, mas não imaginava que o autor tivesse coragem de ousar tanto. Na hora em que terminei de ler, me vi dividida por muitos sentimentos. Primeiro fiquei muito irritada porque não queria que tivesse terminado daquele jeito. Não basta todas aquelas mortes, todo o desespero, ainda tem que morrer mais uma? Eu jurava que Mia seria a única sobrevivente, até mesmo por conta de uma frase que Midori diz a ela fazendo uma referência a Robinson Crusoe: “- Imagina se você fosse a única a sobreviver e a voltar para a casa?” A frase pode soar meio solta, mas quem escreve sabe que talvez ela não tenha sido colocado ali a toa, mas fiquei triste ao ver que me enganei. Mas depois que se passaram alguns dias, cheguei a conclusão de que mesmo não gostando do final, o livro além de ser maravilhoso, faz muito sentido. Talvez se a Mia verdadeira realmente tivesse sobrevivido não teria tanta graça assim e o livro não teria o mesmo impacto. Uma parte de mim perdoa o autor.

         Assim que terminei de ler, fui comentar com a Barbara e chegamos a várias conclusões. Então todos os comentários e teorias que vão ler aqui são pensamentos e ideias que tivemos a respeito da história. De primeira vale a pena destacar que logo no prólogo, quando pessoas do alto escalão se reúnem para discutir sobre retomar as missões para a lua, eles estavam cientes de que a última viagem tinha tido problemas que o público desconhecia. E eles também dão a entender que estavam cientes de que havia alguma coisa na lua muito perigosa, eles sabiam que pessoas correriam riscos e ainda assim, permanecem com a ideia de levarem adolescentes. Eles não descartam a missão e nem a ideia. Vale também destacar que quem tem a ideia é o Dr. XXXXXX e que em nenhum momento conhecemos a sua identidade. Não falam o nome dele e o leitor não faz ideia de quem ele é. Ficamos totalmente no escuro. O anonimato a respeito do seu nome talvez não tenha sido em vão. Só que fica a dúvida: quem é ele? ele é um doutor mesmo? Lembrando que tanto um médico quanto uma pessoa pós graduada podem ter o título de “Doutor”. O que seria a ele? Fica evidente o quanto ele está animado para a missão, mesmo sabendo que pessoas podem morrer por causa disso e em nenhum momento demonstra estar preocupado com isso. Seria ele então uma cópia que sobreviveu da outra missão e ficou na terra? Ou seria alguém importante, tipo o presidente dos Estados Unidos? Isso não ficou claro e um ponto aberto que o autor deixou.

O tempo era uma lesma grudenta e poderosa. 

Outro detalhe que não entendi foi a respeito do final. Eu li duas vezes e em nenhum momento vi algum indício de que a Mia doppelganger teria vindo para a terra. Só quando ela chega a terra e começa a agir estranhamente é que fica claro de que não se trata da verdadeira Mia. Também não entendi porque a Mia doppelganger assassinou o morador de rua, com quem ela esbarra antes de viajar no início do livro. Seria apenas um recurso narrativo do autor para mostrar ao leitor de que não se tratava da mesma pessoa ou então a Mia cópia teria as mesmas lembranças da original? Ainda assim não sustenta a morte. Também não entendi porque surgem tantas Mias no final – que o funcionário do hotel vê passando – se apenas uma Mia chegou a terra. Então ao doppelganger se multiplicaria? Outra explicação possível seria de que as pessoas atacadas, acabariam virando doppelganger. Outra questão que ficou mal explicada é que logo depois do final do livro, eles relatam que em missão para a lua de 2081, eles encontram o corpo de uma garota de 16 anos com uma carta ao lado de um homem que era o Coleman. A princípio acreditei que se tratava da Midori, pois ela foi pega pelo doppelganger ainda dentro da base DARLAH 2, mas na verdade é a Mia. Aí fica a dúvida no ar: a Mia que correu até a DARLAH 1 com a Midori cópia era um doppelganger? Então quem era a outra Mia que lutou com ela na hora de entrar na cápsula? Outra Mia doppelganger ou a verdadeira? Não faz muito sentido ser a verdadeira, porque ela não tinha mais oxigênio, como Mia conseguiu retornar para a DARLAH 2 e ainda escrever uma carta? Ou a carta seria a do irmão que foi esquecida com ela?  Também não faz sentido porque a carta ficou na Flórida onde ela treinou por 3 meses e acabou esquecendo dentro de um armário. Outro ponto que também não bate é que logo no final enquanto Coleman conversa com Mia e Midori, ele diz que se os doppelganger forem para a terra seria o fim do mundo. E no próprio livro descreve as Mias cópias atacando e matando todo mundo. Como teria sobrado alguém pra viajar em 2081 para a lua?

      Também não vi sentido na escolha de adolescentes para viajarem para a lua. Sim, eu sei que em vários momentos eles se comportaram de forma muito mais madura que os adultos. Tanto é que várias vezes me esqueci que tinham cerca de 16 – 17 anos. Sei que a escolha pode ter sido para criar público alvo para o livro, mas em questão de coerência com a história achei nada a ver. No final das contas, por mais que Mia e Midori foram as últimas a morrer, elas não adicionaram nada a missão. E eu fiquei sentida por isso, queria que eles tivessem mais espaço e conhecimento. Seria interessante ver aqueles adolescentes esfregando na cara dos adultos várias coisas. Outro ponto importante abordar e que não compreendi muito bem foi o velhinho, sr.  Oleg Himmelfarb. Ele era um dos sobreviventes/ espectadores da última missão e um dos poucos que sabia sobre o perigo que havia na lua, mas não sabemos se a memória dele tinha sido alterada e por isso ele pode ter sido considerado um inválido ou se estava mesmo doente, mas ainda lúcido com alguns lapsos de memória. É intrigante a forma como as memórias dele são despertadas e fica a dúvida no ar sobre o que realmente aconteceu com ele.

        Agora algumas questões que não ficaram claras e que adoraria que me explicassem: como o Antoine teve a visão do “QU”? Quem era a pessoa no banheiro com a Midori falando da J5? Quem foi que escreveu o 6E no casaco do morador de rua? Para isso não tem resposta e a gente fica na dúvida se foi algo sobrenatural, como os espíritos das pessoas nas outras missões querendo avisar ou algum tipo de sexto sentido externado. Fica confuso, pois foi como a Bárbara comentou. No caso de Antoine, ele leu e estudou sobre tudo que aconteceu, mas ele não menciona nenhum acidente. Eu acreditava que seria por conta do acidente de “Apollo 13” no qual uma parte onde tinha oxigênio explodiu e eles explicam no final do livro.

         Quando terminei de ler, fiquei confusa sobre qual seria o objetivo da viagem. Em nenhum momento fica claro qual era o principal motivo da missão. Eles dão a entender que seria para procurar tântalo setenta e três, mas a ideia e motivação do Dr. XXXXXX parecem outras (seria a intenção de povoar a terra de cópias?). No final, já estava achando que eles estavam ali para destruir a lua, mas ainda assim é uma ideia remota, uma vez que a missão é quase um reality show com o mundo inteiro voltado com os olhos para lá. Achei muito interesse o autor incluir lendas japonesas na trama. Tenho muito interesse em ler mais sobre isso, apesar de conhecer um pouco e saber que elas são sinistras. O Japão não brinca em serviço quando se trata de terror e a adição das lendas trouxe um charme a mais para a história. A inclusão do “doppelganger” também combinou com o enredo e achei que foi uma grande sacada do autor. Fiquei mais chocada ainda ao descobrir que existem vários relatos na internet sobre isso e em alguns casos bem reais. Aliás, descobri que vários detalhes do livro são reais e eu acho que nunca mais vou conseguir dormir de luz apagada?

Como assim algumas coisas de 172 horas na lua são reais?

          Uma das partes mais sinistras para mim é quando quase no final do livro, Coleman narra para Mia e Midori uma conversa que teve com o seu amigo pastor. Ele fala para Coleman que a lua poderia ser o inferno e é nesse momento em que toda a história faz sentido e isso me deixou literalmente no chão e com muitas vibes sobrenaturais. Um detalhe interessante é a crítica que o autor faz de certa forma velada aos EUA por conta da necessidade da NASA esconder dos soviéticos a existência de DARLAH 1 e 2. É aquela velha história de se preocupar com o próprio umbigo e pouco se importar com as reais consequências ao redor. Um ponto negativo e que vale a pena destacar é que achei um tanto incoerente o fato dos pais não fazerem perguntas para os funcionários da NASA que parecem desviar das delas. Os filhos embarcam e é notório que os pais sabem muito pouco da missão. Como a Jella em prosa diz em seu vídeo sobre o livro: “- Os personagens parecem fazer as perguntas erradas.”

          Apesar de todas essas questões e muitas ressalvas, o livro é muito bem escrito e possui momento eletrizantes que poderiam facilmente ser adaptado para o cinema. O livro possui uma linguagem bem trabalhada para roteiro, já que é um enredo muito visual. A edição é linda, o livro possui várias gravuras e ilustrações com mapas e indicações de situações que se passam na história. Até o presente momento, 172 horas na lua é um stand alone (livro solo) e a princípio não terá uma continuação, mas seria muito bom se o autor criasse um livro spin off explicando os vários pontos em aberto e o que aconteceu depois das cópias terem ido para a terra. Não tem necessidade de um livro dois, mas sim um complemento para essas brechas.

          Acho que depois de todas essas teorias e comentários, não há dúvidas para ler 172 horas na lua. É uma trama completa de suspense, terror e ficção cientifica. Já estou caçando outros livros do autor para ler e eu super indico para a galera que curte esse gênero e tramas como Doctor Who, Perdido em Marte, Star Trek e Interestelar. Cinco estrelas e favoritado.

           Para quem ainda não viu, participei da seção “Livros de Cabeceira” da Revista Geração Bookaholic e listei meus cinco livros favoritos da vida. Corre lá para descobrir quais são. E em Janeiro tive a oportunidade de participar de um bate papo com a Escritora Roxane Norris e Katy Navarro no programa Conversa com o Autor da rádio MEC AM sobre livros, escrita, Maratona Do Terror e romance. Para ouvir é só acessar o site.

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Promoção Especial Sexta – Feira 13: Maratona Do Terror

Olá Perdidos, tudo bem? Sei que ando sumidinha, mas com a volta das aulas da faculdade, trabalho e #NaNoWriMo (outro dia falarei sobre isso), fui engolida pelo furacão, mas voltei com muuuitas novidades legais!

A primeira delas é que vem aí a Sexta – Feira 13 e em comemoração, Maratona Do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio vai estar em promoção por apenas R$ 25, 00 com frete incluso, vai autografado e ainda por cima, ganha marcador personalizado da caveirinha. A promoção vai rolar até a meia – noite do dia 13/ 11/ 2015 e aproveita para garantir o seu, porque são os últimos exemplares! Para comprar o seu, clique aqui.

E até o fim da semana, vou divulgar uma novidade de derrubar os forninhos, espero que curtam MUITO, pois estou muito animada ❤

Queria aproveitar e pedir para quem adquiriu o livro, me enviar uma foto com ele, pois vou abrir um álbum só com as fotos dos leitores e em breve, pretendo gravar o vídeo sobre o #NaNoWrimo ~ campeonato de escrita ~ explicando como está sendo a minha experiência e outro com leitura dramatizada de trechos de Maratona Do Terror. E aí, o que acham? Não precisam ficar preocupados, pois em breve volto. Aproveite e adicione Maratona Do Terror no Skoob e me faça feliz >.<

 

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Semana Maratona Do Terror: Youtube + Conto Os Sonhos Estranhos de Kate Black

No 3º dia da semana Maratona Do Terror, trago esse conto que nada mais é do que um spin – off do que um acontecimento que só é citado no meu primeiro livro escrito que ainda não foi publicado. Tem muita ficção científica, mistério e suspense. Para comprar o livro autografado, com frete incluso e marcador personalizado da caveirinha por apenas R$ 25, 00, compre aqui. Corre que a promoção vai até o dia 31/ 10/ 2015. Também está rolando um sorteio de Halloween, convide seus amigos e tenha mais chances de ganhar Maratona Do Terror. Participe!

 

Vou aproveitar e contar que finalmente terminei de gravar o vídeo de Maratona Do Terror para o Halloween YAAAAY! Já tinha uma vontade antiga de gravar vídeos e se vocês curtirem, posso fazer mais. Só vou deixar claro que não é a minha intenção ser Booktuber. Tem uma galera aí fazendo vídeos muito legais, meu objetivo é outro: apresentar o meu livro e… TAN TAN falar sobre o terror. Seja em livros, séries, músicas ou filmes. Quero focar mais nesse lado, propagar a cultura gótica e derrubar vários preconceitos ❤  Espero que curtam o vídeo, ele vai ao ar no dia 31 de Outubro. Pode deixar que conto quando sair. Enquanto isso, aproveita pra se inscrever no meu canal *–*

 

 

 

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Pré – Venda + 5 motivos para ler Maratona do Terror

Tenho uma notícia super linda para compartilhar com vocês : Foi liberada a pré – venda do meu livro “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio” *–* Partiu convidar os amigos, as amigas, namorado, namorada, família, papagaio, cachorro e os inimigos, TODO MUNDO!!!
COMPREM, CURTAM E COMPARTILHAM COM OS AMIGOS ❤ Vamos encher o mundo de Perdidxs!!! Para comprar, clique aqui.

Para quem não conhece ou caiu aqui de paraquedas, listei cinco motivos para ler Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio. Partiu?

Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio é um livro que reúne uma série de contos de fantasia, ficção científica, sobrenatural e terror. Vocês vão encontrar mistérios, amor, enigmas e muitas surpresas.

• No livro vão encontrar também muitas criaturas fantásticas, simbologias, líderes de torcida, lugares assombrados e amigos muito loucos. Uma das coisas que queria era manter o clima anos 80 nas histórias. Espero ter conseguido passar isso.

• Algumas pessoas comentaram comigo que estavam com medo de ler o livro, mas STOP. Se vocês acham que vão encontrar cenas a lá exorcista no livro, fiquem tranquilos que não. Quando tive a ideia para o livro de contos, queria mostrar todo o tipo de terror. Só que o terror é algo MUITO complexo. Para uma criança, pode ser uma prova de matemática e para um homem, pode ser conhecer a sogra. Quando escrevi o livro, queria brincar com o conceito de Terror. E sim, ele é sombrio, foi proposital. Mas sobre medo, isso vai depender muito de cada um. Eu aprendi com os meus mestres R. L. Stine e Stephen King que nem sempre o terror tem muito sangue, nem sempre é preciso morrer alguém pra ficar aterrorizado. O terror é muito maior que isso!

• Muitas coisas me inspiraram a escrever o livro. Até fiz um post sobre isso aqui e se vocês quiserem posso fazer outro post contando, mas o que me mais me influenciou foram os livros e as adaptações do R. L. Stine, como Goosebumps, Clube do Terror, A hora do Arrepio e The Haunting Hour. Adoro a forma como ele escreve e a forma como a história se desenvolve. Esse livro também é uma homenagem a ele.

• Alguns personagens foram baseados em pessoas que conheço. Duas amigas minhas sempre reclamaram que nunca viram uma personagem como elas ou com o nome delas. Não seja por isso, seus desejos foram atendidos. Também incluí o nome de alguns desafetos nas histórias, funciona como uma espécie de terapia. Se os personagens tem um final feliz ou não vão ter que conferir na íntegra haha. Adoro usar coisas da vida real na ficção, acho que isso aproxima o leitor da história.

Caso ainda tenha dúvida se deve ler ou não, compartilho com vocês as entrevistas que dei para os Sites Se Liga Leitor e Endless Poem. O lançamento do livro também foi destaque nos Blogs e sites Minhas Impressões, Minha Montanha Russa de Emoções, Perdidas na Biblioteca,  Iris Figueiredo e no Hey Event (Um site de Portugal *O*). Para deixar um gostinho de quero mais, deixo  alguns quotes do livro que já foram liberados!

 

 

 

Quem é do Rio está super convidado para comparecer ao Evento de Lançamento que será no dia 06 de Setembro ás 16 horas no Estande E19 (Estande da Qualis) no Pavilhão Azul. Quero ver todo mundo por lá! Vai ter muitos autógrafos, selfies e abraços ❤ Confirme presença aqui! E ah, no dia 18 de Outubro vou estar ao lado de vários Autores legais no LiteraCaxias em Caxias (RJ) às 13: 00. Para confirmar presença, clique aqui.  Faltam apenas 12 dias e estou super ansiosa! Volto em breve com mais novidades e informações ❤

 

 

 

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Seis motivos para assistir Dark Matter

 

 

Quem acompanha o site, sabe que sou completamente apaixonada por ficção científica e séries. E como adoro falar delas para outras pessoas, vim dividir com vocês seis motivos para assistir Dark Matter, a série que tem me feito surtar em caps lock com direito a muitos feels.

Dark Matter é uma série de ficção científica que conta a história de seis pessoas que acordam do estase, sem memória em uma nave espacial. O primeiro episódio começa com eles acordando do “sono profundo” programado (o tal do sono que é o estase já foi comentado em Perdidos no Espaço e Interstellar <3) sem fazer ideia de quem são e para onde estão indo. No meio do caos, como não fazem ideia de qual identidade carregam, eles se nomeiam como: One, Two, Three, For, Five e Six, na ordem em que cada um acordou e vão ter que descobrir o que aconteceu, pesquisar suas origens e se unirem. O problema é que um deles foi quem sabotou a memória da tripulação. Como confiar em alguém que não sabe quem é, o que fez e se foi de propósito só pra arruinar os planos? Muito complicado, não é mesmo? Só que o grupo não têm alternativa. Ou eles se unem ou são destruídos pelos inimigos que estão atrás deles. (wtf?)

• A série é MUITO sombria. Tem alguns momentos cômicos, mas é puro mistério. Tem muita ação, luta, disputas, intrigas, espionagens e muitos enigmas. O que teria acontecido pra todos eles perderem a memória? Alguém fez isso? Sofreram algum acidente? Eles vivem no escuro e isso torna a trama ainda mais intrigante. Um dos melhores episódios é o que tem zumbis no espaço e OMG, têm as melhores sequências. É MARAVILHOOOOSSOOOO!!!

• Outro ponto positivo em Dark Matter é que no decorrer da série os personagens descobrem várias coisas sobre eles mesmos com direito a muitos desencontros. Apesar de ser uma trama de ficção científica, os personagens são muito humanizados e desconstruídos. Eles não são apenas o que você vê, há muita coisa por trás e todos os estereótipos caem por terra. Isso é muito impactante e inovador para um programa de FC. É um diferencial dos outras séries. Um exemplo é a androide, que rende vários momentos engraçados na trama e que é mais humana do que muita gente por aí!

• A série tem os melhores plots. O que dizer da amizade do Six e da Five? É a coisa mais linda do universo! O Six é um cara enorme, que tem maior perfil de cara mau, mas que por dentro tem um coração grande e acaba se afeiçoando a Five, uma doce garota que parece ter caído de paraquedas naquela nave. A cena dos dois tem os melhores diálogos e sintonia. É aquele tipo de amizade que parece não ter nada em comum, mas tem. É apaixonante! Eu chorei horrores com um discurso do Six para a Five. Foi um dos melhores momentos da série. A Five que é interpretada pela Jodelle Ferland já é conhecida do público. Ela já apareceu em séries sombrias antes, como Supernatural, The Haunting Hour, Silent Hill <3, entre outras. Ela também é responsável pelos melhores momentos da série. Sua personagem, a Five é a mais destoante do grupo. Ela é a mais nova, muito sensitiva, emocional e inteligente. É impossível não afeiçoar a essa Coraline das estrelas ❤

É disso que estou falando! Five é muito fofa ❤

 

                                                         Coraline é você? 

•  Outro motivo é a relação do One e da Two. Os dois são metidos a líderes do grupo e vivem disputando pra ver quem manda. Ele é o certinho, o justo e com coração bom. Ela, a mandona, severa e misteriosa. Adivinha o que acontece? Uma atração inevitável e um amor desenfreado. E é claro, o meu shipper lá na lua.  Quando menos esperar, vai estar torcendo pra ter muita pegação entre os dois que tem uma senhora química.

Essa foto resume bem o que quero dizer.

• Os episódios são repletos de reviravolta. NÃO há um episódio que não acontece nada ou que seja parado. Sempre acontece alguma coisa, principalmente nos minutos finais, o que pode fazer você xingar os produtores até o fim da vida.  É de ter um heart attack! É quase impossível não maratonar essa série e não se viciar (disse a pessoa que assistiu os dois últimos episódios um atrás do outro, depois de ficar uma semana sem internet). Um personagem que vive surgindo nesses momentos é o Three, aquele tipo de cara intragável e o vilão que amamos odiar ❤

Agora corre para assistir a série e vir comentar comigo! Depois me falem o que acharam ❤ Vamos surtar juntos e descobrir o mistério que envolve essa nave!

Se você ainda tem dúvidas, deixo o diálogo entre o Six e a Five que me fez chorar oceanos. Talvez fora do contexto vocês não entendam, mas acredito que vão captar a mensagem 🙂

– Sabe que isso não é real, não é? Pensei que tínhamos perdido você. Que você tinha esquecido que eram só memórias.
– Ás vezes, eu esqueço.
– Você tem que voltar comigo. Seu corpo está morrendo. Sua mente se foi e sem ela…
– Ponha – me em estase, vou ficar bem.
– Por que, para você ficar aqui? Nem é sua memória.
– Vi algumas de minhas memórias, não, obrigada.
– Isso é muito para eu entender.
– Então me deixe ficar.
– Admito que, no mundo exterior, temos nossos problemas. Talvez isso seja eufemismo. Mas aqui, não tenho controle. Só está curtindo o momento.
– Mas é isso que eu gosto. Não preciso pensar, nem me preocupar.
– Mas não pode durar. Por mais que seja legal, tem uma tempestade vindo… E você sabe disso. Quem cresceu aqui não acaba naquela nave sem que algo aconteça a ele, algo ruim. Talvez o pai chegue bêbado um dia e mate a mãe. Talvez terroristas armem uma bomba. Quem sabe? Mas o que aconteceu comigo e com você, vai acontecer com ele. Talvez tudo acabe mal no mundo exterior também, mas, de novo, talvez não. Aqui não podemos mudar nada. Lá fora, podemos, ao menos, tentar.

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Tudo sobre o meu livro “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”

Quem me acompanha nas redes sociais, deve ter acompanhado a minha animação nos últimos tempos. Caso tenha caído de paraquedas em meu espaço, saiba que vazou a capa do meu primeiro livro. Na realidade, não era pra isso acontecer, a divulgação só seria feita em Agosto, mas como foi divulgado, achei justo apresentar a capa para os curiosos de plantão. Ontem, o Novos Escritores (site que como todo mundo sabe, faço parte) divulgou em primeira mão a capa oficial. Agora convido vocês a conhecerem o meu livro “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”

 

Segue a sinopse do livro:

 “Esse livro é uma maratona de contos assustadores.

  Ele começa com a história de Lily, uma Estudante apaixonada por filmes de terror que faz de tudo para assistir à pré-estreia de um filme ao lado dos seus amigos em uma “Sexta-Feira 13”, conto inicial, e termina com a “A casa nº 7”, uma casa mal assombrada em que um casal tem o azar de se abrigar.

   Para viver essas e outras histórias aterrorizantes, não deixe de ler “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”!

  Obs: Não leia à noite!”

 Quem é leitor do blog sabe que publicar um livro sempre foi meu grande sonho. Eu já falei sobre esse livro aqui em um post sobre curiosidades dele e contando como foi terminar de escrevê-lo, mas tudo começou em uma aula da Faculdade em que teríamos que criar contos. Eu escrevi vários e tive a ideia de reunir tudo em um livro. Maratona do Terror reúne não só contos de Terror, mas também de Fantasia, suspense, muuuuuuuuuuito Sobrenatural e Ficção Científica.

 E claro, vou aproveitar para convidar todos vocês para o lançamento que será realizado na Bienal do RJ 2015 no dia 6 de Setembro às 16 horas no Estande E19 (Estande da Qualis) no Pavilhão Azul. Estão todos convidados a participarem! Será um dia muito divertido *–*

 Em breve vou divulgar o link para a pré – venda, enquanto isso me sigam nas redes sociais em que atualizo as novidades 😀

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