Tudo sobre o meu livro “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”

Quem me acompanha nas redes sociais, deve ter acompanhado a minha animação nos últimos tempos. Caso tenha caído de paraquedas em meu espaço, saiba que vazou a capa do meu primeiro livro. Na realidade, não era pra isso acontecer, a divulgação só seria feita em Agosto, mas como foi divulgado, achei justo apresentar a capa para os curiosos de plantão. Ontem, o Novos Escritores (site que como todo mundo sabe, faço parte) divulgou em primeira mão a capa oficial. Agora convido vocês a conhecerem o meu livro “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”

 

Segue a sinopse do livro:

 “Esse livro é uma maratona de contos assustadores.

  Ele começa com a história de Lily, uma Estudante apaixonada por filmes de terror que faz de tudo para assistir à pré-estreia de um filme ao lado dos seus amigos em uma “Sexta-Feira 13”, conto inicial, e termina com a “A casa nº 7”, uma casa mal assombrada em que um casal tem o azar de se abrigar.

   Para viver essas e outras histórias aterrorizantes, não deixe de ler “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”!

  Obs: Não leia à noite!”

 Quem é leitor do blog sabe que publicar um livro sempre foi meu grande sonho. Eu já falei sobre esse livro aqui em um post sobre curiosidades dele e contando como foi terminar de escrevê-lo, mas tudo começou em uma aula da Faculdade em que teríamos que criar contos. Eu escrevi vários e tive a ideia de reunir tudo em um livro. Maratona do Terror reúne não só contos de Terror, mas também de Fantasia, suspense, muuuuuuuuuuito Sobrenatural e Ficção Científica.

 E claro, vou aproveitar para convidar todos vocês para o lançamento que será realizado na Bienal do RJ 2015 no dia 6 de Setembro às 16 horas no Estande E19 (Estande da Qualis) no Pavilhão Azul. Estão todos convidados a participarem! Será um dia muito divertido *–*

 Em breve vou divulgar o link para a pré – venda, enquanto isso me sigam nas redes sociais em que atualizo as novidades 😀

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E o segundo livro chega ao fim ou “a síndrome de Jack Torrence”

Como vocês sabem, nos últimos meses e semanas ando ocupada com o final do meu segundo livro. No último post , vocês conferiram algumas curiosidades a respeito dele. Fiquei de fazer um post contando como foi o processo de escrita de Strangers, como apelidei carinhosamente a história. Na quinta-feira, FINALMENTE consegui terminar de escrever . Terminar um livro sempre vai ser uma das sensações mais estranhas do universo! Fica um vazio e ao mesmo tempo, sentimos um alívio enorme. São muitos sentimentos e ainda estou em choque! Por mil motivos. O primeiro é que conseguir concretizar isso me deixou muito feliz. Nem consigo acreditar que vou publicar o meu primeiro livro *O* Todos piram!  O outro motivo é que foi tão difícil chegar até aqui, que o processo de escrita de Strangers não vai passar em branco.

 

Tudo começou há um ano. 2014 foi um ano que pouco escrevi. Me envolvi muito com a faculdade e alguns cursos que fiz, o que foi ótimo. Consegui me profissionalizar como Revisora, fiz meu segundo curso de escrita e ainda por cima tive a oportunidade de conhecer mais sobre o mercado editorial. Eu sentia que precisava viver essa experiência, ter uma visão mais profissional do meio literário. Porque por mais que tenha decidido ser Escritora por amor e tudo tenha começado como um sonho, nunca foi segredo para ninguém que queria entrar nessa profissão. Sempre soube que era uma questão de tempo para a escrita deixar de ser hobby e virar profissão. Isso era sinal de que a coisa estava ficando séria. E se você quer ser Escritor e terminar um livro, precisa levar a sério. Já tinha aceitado também que por mais que a inspiração faça parte desse trabalho, o Autor precisa ter disciplina e escrever todos os dias. Independente de ser uma linha, um parágrafo ou um capítulo. O Escritor precisa ler muito, pesquisar sobre o que está escrevendo e viver o que chamamos de “experiência de campo”.

E eu sempre me entreguei a esse processo. Nunca reclamei, nem nada do tipo. Sei que a minha vida pode muitas vezes até ser solitária por causa disso, mas não me arrependo, foi isso que escolhi para a minha vida. O mais difícil é fazer com que família e amigos compreendam. Porque você não vai estar todos os dias disponível. Se você quer que seu livro seja publicado no tempo x, vai precisar deixar noitadas e a diversão um pouco de lado. Lembre-se, isso é uma profissão como outra qualquer. O Escritor pode fazer o seu horário, desde que cumpra. Não há sacrifício sem dor, ou seja, não tem como fugir.

Foi depois de uma aula de Escrita que veio a ideia para Strangers. Muita coisa já estava montada e aproveitei para desenvolver o restante. Não posso falar ainda do que a história se trata – estou esperando sair o registro para contar – mas acreditava que seria tranquilo. E não, foi bem longe disso.

Já falei anteriormente, mas Strangers não é o primeiro livro que termino de escrever. Ele é o segundo livro que termino e o primeiro que vai ser publicado. Na primeira vez que terminei um livro, coloquei prazos e cumpri, mesmo passando um pouco da data – dois dias precisamente. Com Strangers não foi assim que aconteceu. Então, senta em uma cadeira e me acompanha. A história é longa.

Primeiro, fiz o meu horário para escrever o livro. Até aí tudo bem. Fiz pesquisas, li e vi tudo a respeito. Estava praticamente pronta para me jogar. O que me salvou e me ajudou a terminar foi que desde que fiz meu primeiro curso de escrita, adquiri o hábito de criar uma espécie de “roteiro/ esqueleto/ esquema”. Nele, coloco cada coisa que vai acontecer de forma que enquanto escrevo não fico desorientada. Pode acontecer de mudar o roteiro algumas vezes – inclusive isso já aconteceu – mas ele me ajudou muito durante a escrita. Os problemas em escrever Strangers foram outros.

Para quem não sabe, não moro sozinha. Minha família é grande e infelizmente estou acostumada a ser interrompida enquanto escrevo. Foi por causa disso que passei a escrever ouvindo música. As canções me concentram e o que quer que aconteça lá fora – conversas, telefone ou campainha tocando – não conseguem a minha atenção. É por isso também que adoro escrever de madrugada. Todo mundo está dormindo, ninguém me atrapalha e o fluxo de ideias corre solto.

Só que foi durante o processo de escrita de Strangers que mais me atrapalharam. Obrigações familiares chamaram a minha atenção e várias vezes deixei de escrever por conta de um problema familiar. Na verdade foram mais de um. Se não bastasse isso, foi a época em que mais tive evento literário e festas de amigos para ir. Sempre que decidia escrever, tinha algum compromisso e mais uma vez o livro era deixado de lado. Isso aconteceu muitas vezes. Com o tempo, fui ficando muito irritada.  Sou apaixonada pelo filme O Iluminado e confesso que tenho MUITO medo de Jack Torrance, o personagem de Jack Nicholson, o Escritor que fica extremamente irritado quando não consegue escrever, a ponto de enlouquecer e tratar mal as pessoas ao redor.  Nesse meio tempo, senti que eu e ele estávamos ficando muuuito parecidos.

 

 

Para completar, não sou o tipo de pessoa que costuma ficar muito doente. Mas inexplicavelmente durante o processo de escrita de Strangers, foi o período que mais fiquei doente: dor de estômago, febre, dor de cabeça, alergia… Foram muitas vezes. Outras coisas bem loucas aconteceram: vire e mexe ficávamos sem luz aqui em casa (apagão em vários bairros e cidades, caminhão batendo no post e etc), fiquei sem computador três vezes – que era onde o livro estava. Oitra vez, em uma determinada madrugada, quando finalmente o livro estava fluindo, vi um vulto passando no cômodo que estava. Não sei se era verdade ou apenas a Escritora que vos escreve cansada, só sei que fui imediatamente dormir.

 

 

A sensação de que me impediam de escrever o livro cresciam e cheguei a conclusão de que não ia conseguir cumprir os prazos e terminar. Eu chorei de raiva várias vezes e comecei a “agir” de forma muito estranha. Passei a ficar mais antissocial, querer sair menos e estressada. Foi um montanha – russa de emoções.

 

 

 

 

 

O que me tranquilizou e me ajudou a ficar mais calma é que contei com o apoio do meu namorido e amigos que me incentivavam a escrever, ajudaram com ideias e dicas. Acho que se Strangers vai finalmente ser publicado, grande parte devo a eles.

Vocês devem estar se perguntando, e agora o que ela vai fazer? O processo de finalização de um livro é complicado e me encontro nesse momento em infinitas revisões. E claro, como não poderia deixar de ser, vou mergulhar na escrita de dois livros. Dois?! Isso mesmo! Nunca vou parar de escrever! Aos olhos dos outros, pode ser visto como loucura. Para mim, um sonho e um trabalho que me faz a cada dia mais feliz.

 

 

 

 

Curiosidades sobre o meu livro #1

Ficar esperando um livro ser publicado é chato, né?

Pensando nisso e tentando não ser tão cruel como tenho sido nos últimos tempos, decidi matar a curiosidade de alguns leitores que vem me pedindo detalhes a respeito do meu primeiro livro que vai ser publicado. Infelizmente,  não posso revelar tudo. O livro ainda não foi registrado e estou no processo final de escrita.

Já escrevi um livro antes, mas nunca imaginei que fosse ser tão difícil finalizar um livro. Está – literalmente – sendo um parto.

Agora chega de voltas e vamos ao que interessa >.<

A primeira coisa é que o livro já tem um nome, mas não posso revelar por mil motivos. Mas posso contar que apelidei carinhosamente a história de “Strangers”. Não, esse não vai ser o título do livro. Essa é a forma como posso me referir ao livro sem dar spoilers e revelações bombásticas. E apesar de ser o meu primeiro livro que vai ser publicado, Strangers não é o primeiro livro que escrevi. Já escrevi um livro antes que ainda não foi publicado. Esse é um plano para o futuro e assunto para um outro post.

A segunda coisa é que Strangers vai ser lançado ainda esse ano. Levei exatamente um ano para terminar e está sendo bem complicado escrever. Durante a escrita, passei por mil coisas que tentaram atrapalhar (um dia faço um post explicando), mas o mais importante é que o livro vai sair. Estou lutando bravamente por isso!

 

 

A terceira curiosidade é que uma das coisas que mais me inspirou a escrever esse livro foi a série “Buffy: A Caça – Vampiros”. Como quase todo mundo sabe, sou muito fã da série. Tão fanfirl que sempre sonhei em escrever algo do tipo. É claro que não copiei a história, mas Buffy me motivou a escrever no que acredito e amo. Até comentei no twitter que uma das certezas que tenho nessa vida é que vou escrever ficção sombria para sempre! Essa é a minha vida, esse é o meu clube ❤

 

 

A quarta curiosidade é que amo escrever ouvindo música. Ah tá! Eu sei que isso não é novidade para ninguém, mas durante grande parte da escrita desse livro ouvi MIL VEZES a mesma música. A determinada canção amaldiçoada é Hideaway da Kiesza. Para quem não conhece, a moça é uma cantora dance que ficou muito conhecida no ano passado. Curiosamente, o título dessa música faz referência ao nome de um grande cantor de dance music dos anos 90, o Haddaway que inclusive a Kiesza regravou uma cancão dele, What Is Love. Coincidência ou não, cresci ouvindo essa música e sou muito fã desse cantor. Como não acredito em coincidências, acho que todos esses detalhes estavam entrelaçados e tornam a criação de Strangers ainda mais interessante. Eu diria até que essa música é o livro em forma de canção. É muito amor ❤ Se curtirem, futuramente faço uma playlist do livro. Acho que alguns podem se surpreender. Durante a escrita do livro, ouvi MUITA dance music. Sim, você não leu errado rs.

 

 

A quinta curiosidade é que o Escritor R. L. Stine foi uma grande inspiração para escrever Strangers. Amo a forma como o autor de O Clube do Terror, A hora do arrepio, Goosebumps, Horrorland e Eye Candy constrói e desenvolve as suas histórias. Sabe aquele autor que você quer ser como ele quando crescer? Pois então, é ele! Amo a forma como os detalhes, a mitologia e os acasos estão bem amarrados em suas obras e as surpresas que ele dá ao leitor no decorrer da trama. Eu tenho muito a agradecer ao Bob! Strangers nasceu dessa vontade de agradecê-lo tudo o que me proporcionou como leitora!

A sexta curiosidade é que tem um livro que me inspirou e influenciou muito a escrever a história. Não chegar a ter coisas em comum com o enredo, mas se Strangers ganhou forma, personalidade e atitude devo A Estrada da noite do Joe Hill que me ensinou a amar o gênero que escrevo e defendê-lo com unhas e dentes.

Queria contar mais coisas, mas não posso. Afinal temos que deixar as surpresas para mais tarde  haha. Ainda não tenho a data de lançamento do livro, eu e meu agente estamos acertando isso, mas fiquem tranquilos, pois quando menos esperarem vão ter Strangers em suas mãos. Espero que tenham curtido o post, já faz um tempinho que queria dividir essas curiosidades com vocês. Se toparem, posso fazer mais posts com curiosidades sobre os meus livros 🙂

Agora preciso ir, os detalhes finais do livro me esperam. Contando os minutos para ter o livro na minha mão ❤

 

[#PHPoemADay] 1. O Começo

No meio desse ano, tive a oportunidade de participar do desafio #PhPoemADay que consistia em escrever uma vez por dia sobre um determinado assunto. O objetivo do desafio era fazer com que os escritores praticassem a escrita e como todo mundo sabe, sou uma louca por desafios e viciada em escrever e é óbvio que entrei na onda. O desafio está de volta e dessa vez com novos temas. Tive então uma ideia mirabolante, decidi adaptar ao meu jeitão. Como assim, você deve estar se perguntando. Grande parte da galera que está participando optou por escrever textos poéticos. Eu acho isso lindo, mas como não sou poética 24 horas e nem 365 dias, escolhi escrever à minha maneira.
O tema do primeiro dia é o começo. Eu poderia escrever várias coisas sobre o começo, mas não faria o menor sentido se não falasse sobre a minha maior paixão que é escrever. No início, eu era apenas uma leitora curiosa que não largava os livros. Eu lia praticamente de tudo e tinha um carinho especial por gibis. A Turma da Mônica, TV Colosso e a turma do Tio Patinhas me acompanharam durante muito tempo. Alguns anos depois, procurei em livros histórias que nunca foram contadas. Cheguei a me aproximar de alguns enredos que se aproximavam do que queria ler, mas poucos abordavam a necessidade que eu tinha de ler sobre mundos paralelos, bruxas e alienígenas. Até que um dia pensei em escrever sobre esses assuntos. Já que não tinha nenhum livro que saciasse a minha sede, eu poderia escrever e me divertir também com essas histórias.
E foi assim que nasceu a escritora, naquela máquina de escrever, narrando a história de uma heroína ruiva que precisava proteger a espada encantada. Mais Rei Arthur impossível! Essa história nunca chegou ao fim, mas esse foi só o começo de uma série de heróis imaginários, aventuras inventadas e monstros escondidos embaixo da cama. Desde então, eu não parei mais.

Alguns chamam de maldição, mas eu chamo de amor.

 

Eis que a madrugada surge e com ela, vários reflexões atrevidas. Já passava da meia noite e comecei a pensar sobre a minha vida e como ela mudou – e muito – de uns tempos para cá. Há dois anos, era apenas uma jovem universitária andando no escuro correndo atrás de um sonho.

Escrever nunca foi “apenas” um hobby. Sempre escrevi por necessidade, nunca escrevi procurando “público”. Talvez seja assim que surgem os escritores, por acaso. Desde pequena, sempre amei ler. Minha tia sempre me incentivou muito, me contando histórias antes de dormir e por conta disso, passei a escrever em um diário todos os dias. Desde pensamentos até poesias (old times). Com seis anos, escrevi uma história em uma máquina de escrever. Uma mistura de Senhor dos anéis com A lenda do Rei Arthur.

Alguns anos se passaram e um belo dia, uma amiga que também escrevia me alertou. Ela me chamou de escritora. Olhei para ela surpresa, isso nunca passou pela minha cabeça. Era apenas uma brincadeira, Possivelmente ser nomeada era tudo o que precisava para as histórias começarem a surgir. A brincadeira virou coisa séria e quando menos esperava, comecei a criar muitas histórias. Nunca me arrependi disso. Eu não tive escolha, meu coração sempre foi da escrita.

É claro que tive que escolher o mais difícil. Uma profissão complicada, cheia de riscos e que muitas pessoas olham torto. Já estou acostumada com : E então, com o que você trabalha? Como se escritor não fosse uma profissão. Às vezes, fico pensando o porquê escolher justamente isso. Logo o mais difícil, o quase impossível.

Atualmente penso que deveria jogar tudo para o alto. Escrever um romance fofo e quem sabe, ficar rica. Dar entrevistas e conquistar um público fiel. Ter um emprego seguro, trabalhar durante o dia com hora para chegar e para sair. Mas não. Joguei tudo para o alto para viver dos livros. Resolvi dar um basta na minha antiga vida que aos meus olhos não tinha nada de interessante. Abandonei a licenciatura sem medo depois de sofrer durante dois anos dando aula. Demorou, mas cheguei a conclusão que não nasci para dar aula. Sempre foram os livros, vão ser sempre eles.

Optei por essa nova vida e trabalho sob pressão. Ter prazos me instiga e me enlouquece. Quando a noite cai, eu desperto. Me joguei na fantasia sombria sem pensar duas vezes. Escrevo sobre seres que não existem e que me perturbam até em sonhos. Eu não faço o menor sentido. Escolhi o mais difícil, o impossível me fascina. Talvez a vida tenha mais graça assim. Vai entender…

Tem momentos que não vou negar, dá vontade de desistir. E então me lembro de tudo que passei, de tudo que vivi. Do quanto ralei para chegar até aqui. E penso que se abandonar a escrita, toda a magia que vejo na vida vai se perder. Alguns chamam de maldição, mas eu chamo de amor.

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Sigam-me os bons ;)

Olá gafanhotos,

Ando meio ocupada com o Novos Escritores, a produção do livro entre outras coisas.  Passei aqui rápidinho para passar todas as minhas redes sociais caso vocês queiram me adicionar, me seguir e ficar por dentro das novidades. Estou contando os minutos para contar tudo para vocês  ^-^

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Estou esperando vocês! 😉

Beijos,

Ju!

Procura-se betas

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Procuro leitores betas que estejam disponíveis para serem críticos e darem uma opinião sincera sem eufemismos do tipo “que fofo”e blabla. É muito importante para o autor ler uma opinião sincera sobre o seu livro, crescemos muito com isso também. Caso alguém tenha interesse, só entrar em contato comigo e não se esqueça de enviar o link do blog/ site. Vou escolher os que achar mais compatíveis com o meu estilo 😉

O que vem por aí…

Vou soltar um spoiler sobre os meus livros. Quem quer?

Quem tem curiosidade para saber do que meus livros se tratam?

A escritora que tem cara de boazinha, mas não dispensa um terror. E com uma líder de torcida no meio ainda.

Aguardem 😉

Beijos,

Ju!

O começo

 

Tudo começou com uma garotinha que vivia lendo muitos livros.

Não satisfeita, achou que era hora de escrever histórias que gostaria de ler e que nunca viu em lugar nenhum.  E assim, surgiram as histórias, os personagens e novos mundos. Desde então, ela não parou mais.

E aqui estou eu com o meu primeiro site oficial como Escritora.  Senti que era hora de ter um cantinho só meu como a “contadora de histórias”.

Infelizmente não posso adiantar algumas coisas sobre o meu primeiro livro – sabe como é, com surpresa  é mais gostoso – mas muita calma nessa hora gafanhotos, tenham certeza de que essa espera valerá a pena.

Por enquanto é isso, vou voltar mais vezes para confabular com vocês. Mas sinto que chegou a hora das histórias ganharem vida, ou melhor, páginas.

Sonhem muito e voem o mais alto que puder,

Beijos,

Juliana Skwara