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Maya Fox – A predestinada (Silvia Brena e Iginio Strafii) {Mês Especial do Halloween}

Escrito por Silvia Brena e Iginio Straffi e publicado pela Planeta Jovem, Maya Fox – A predestinada narra a história de Maya Fox, uma adolescente rebelde que tem problemas com a mãe e consegue se comunicar com os mortos. Só que as coisas nem sempre foram assim. A adolescente já foi feliz, tinha a família perfeita, mas depois que seu pai foi assassinado, tudo mudou. Por conta do seu dom de falar com os mortos, Maya é a única que pode desvendar a profecia que prevê o fim do mundo em 2012 e deve usar o seu poder para salvar o mundo.

Já falei um pouco sobre esse livro em outro post. Quando comecei a ler a história, não dava nada muito por ele, mas quando dei por mim, não conseguia parar. O livro é voltado para o público adolescente. A história da Maya Fox tem uma combinação de mistério, sobrenatural e suspense em doses bem altas e combinadas. E é perfeito! A narrativa é fluída, o livro é bem escrito, consegue prender o leitor e fazê-lo mergulhar na leitura para tentar desvendar os enigmas da trama. Outro ponto positivo é que o livro retrata um stalker psicopata que vem assassinando várias garotas em busca da “perfeição” e persegue Maya. E ainda tem a proximidade com o fim do mundo. Quer coisa melhor?

Enquanto pesquisava sobre esse livro, descobri que muitos leitores odiaram. A maioria questionou o comportamento da protagonista Maya, dizendo que ela era mimada e infantil. Sim, é verdade. Mas vamos enxergar por outro ângulo? A personagem era muito próxima do pai e quando ele morreu, além dela ser muito nova, foi um grande choque. No meio disso tudo, a garota descobre que consegue falar com os mortos. Sua mãe que é uma delegada, não a leva tão a sério e a trata como criança, o que faz com que as duas se afastem. Maya encontra consolo no “rock”, virando uma adolescente gótica e retraída. Sou eu agora que pergunto: vocês nunca se rebelaram na adolescência? Nunca tiveram a sensação de que ninguém os compreendia? Se vocês já tiveram 16 anos alguma vez na vida, aposto que se sentiram assim em algum momento. E bem, o livro foca NESSE MOMENTO. Outra coisa que chamou a minha atenção é que Maya não é uma das garotas mais populares, ela é a rebelde, se veste de preto e escuta The Smiths (a minha banda favorita de todos os tempos), mas nem por isso deixa de ter amigos. O desenvolvimento dos personagens foge um pouco daquele lugar comum e clichê que encontramos em histórias adolescentes. Maya tem a sua própria turma e ainda por cima pratica artes marciais. O livro aliás, tem várias referências a músicas, principalmente ao rock.

Achei o livro bem estruturado, apesar de ser uma trilogia (até onde sei só tem o segundo livro lançado por aqui, “Maya Fox – O quadrado mágico” que pretendo ler em breve), a história tem início, meio e fim. Ou seja, há uma situação que é explorada. Também há espaço para o romance, no qual os autores souberam colocar sem ficar meloso. Só achei que para um livro voltado para o público adolescente, algumas cenas são quentes demais para a faixa etária. O livro possui sim alguns problemas na narrativa, mas confesso que já li piores por aí. Também encontrei vários erros de revisão. Apesar disso, Maya fox – A predestinada tem a combinação de todos os elementos que mais amo em um livro. Não me arrependi de ter lido e pode até não ser o livro mais perfeito do mundo (talvez se ele não fosse uma trilogia ou duologia, daria mais certo. A história seria perfeita se fosse estruturada em um livro único ou HQ), indico sem pensar duas vezes. É uma ótima pedida para quem procura uma leitura despretensiosa, sobrenatural com direito a fantasmas e serial killers. Acredito que antes de julgar um livro, devemos ler e abrir a mente para ele. Maya Fox é especial de diversas formas e tem espaço para muita coisa: perseguições, amor, mistérios e o sobrenatural. E mais do que isso, é também uma história de como o amor pode sobreviver a diversidades da vida, até mesmo da morte.

Espero que estejam curtindo o nosso Mês Especial de Halloween. Estou me divertindo bastante e adorando poder compartilhar livros, séries e filmes com vocês! Agora quero saber o que andam lendo e assistindo. Compartilhem comigo ❤

P.s: Essa resenha foi postado em um antigo blog que eu tinha, mas achei bacana compartilhar aqui, já que se trata de uma história sombria com fantasmas e fim do mundo que tem tudo a ver com o Halloween.

Muitos sonhos assombrados,

Ju

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Apaixonada por clipes · Gotye · Indie Rock · Kaiser Chiefs · Tags · [Franz Ferdinand] · [Músicas] · [Oingo Boingo] · [Pitty] · [Rock] · [Top]

[Tag]: Apaixonada por clipes

Como boa consumidora de cultura pop é claro que sou viciada em músicas e como não podia deixar de ser, apaixonada por videoclipes. Passei grande parte da minha infância e adolescência assistindo Disk MTV, VH1, Zapping Zone e vários outros programas de videoclipes. Eles fazem parte da minha história e mesmo não sendo tão assídua como antigamente (afinal, antes não tinha o que fazer) ainda tento acompanhar a indústria musical intimamente. Meus clipes preferidos são aqueles que tem alguma historinha ou visual legal. Algumas músicas que gosto não tem clips legais e tem aquelas músicas favoritas que tem clipes sensacionais. E o post de hoje é dedicado a isso, meus clipes favoritos das canções que faz o meu coração bater mais rápido (e que escuto sem parar). Não vi a tag em nenhum, só foi uma coisa que surgiu na minha cabeça e decidi investir. Preparados? Então vamos lá!

( Resolvi separar em seis vídeos para o post não ficar enorme. Lembrando que amo todos da mesma forma)

 Sou apaixonada por coisas antigas como filmes, moda e livros. Não é à toa que a década de 80 é minha década preferida. Além disso, sou apaixonada por trens. Histórias que se passam em trens? Viro fã fácil! É esse o caso de Walk Away da banda Franz Ferdinand. Já falei deles aqui no blog, quem acompanha sabe que sou muito fã de Indie Rock e o Franz é uma das bandas que está no meu top favoritas. Walk Away tem uma história toda baseada em filmes antigos. É simplesmente encantador. Quase um mini filme! Dá play e se joga!

 Como disse anteriormente, sou MUITO fã dos anos 80. Grande parte da culpa é do meu pai que me viciou nas bandas, músicas, séries e filmes daquela época. A questão é que Oingo Boingo é uma das minhas bandas favoritas. Para quem não sabe, antes de serem uma banda de rock, eles eram um grupo de teatro que apresentava peças. Só que a coisa evoluiu de tal forma que viraram banda, mas mantendo as performances. Adicione isso, com o estilo  gótico suave a lá anos 80 e temos uma banda que poderia ter saído de algum filme do Tim Burton. No clipe de Stay, também tem uma história de fundo, pra lá de “Caça – Fantasmas”, meio “O Clube do Terror”. É um clip que casa muito bem com o estilo misterioso da música. Ah, outra curiosidade é que o vocalista da banda, o Danny Elfman, depois que a banda acabou, virou produtor musical e é o responsável pela produção musical dos filmes do Tim Burton (o que eu falei? *–*) e também é criação dele a abertura da série – desenho “Os Simpsons”(TANTANTANTANTAN, lembra?). Danny é considerado uma inspiração pela Cantora Amy Lee e por mim. O cara é um gênio, quero ser como ele quando crescer. Com direito aos carões bizarros!

  A Pitty é uma das minhas cantoras favoritas. Também já falei dela aqui no blog. Uma coisa comum em seus clipes é que retratam histórias. Isso é intencional, coisa da cantora que diz se divertir “atuando”. Se vocês procurarem vão achar vários clipes, mas na minha opinião, o mais sensacional é Anacrônico. Me lembro que quando estreou não parava de ouvir. Agora analisando, vejo que o tema “Loucura” sempre me interessou. Culpa de Pretty Little Liars e Machado de Assis! “É claro que somos as mesmas pessoas…”

  Kaiser Chiefs é outra banda Indie que está tatuada no meu coração. O som do grupo é delicioso e “I Predict a riot” têm duas versões de clipes. Essa e uma outra, mais recente. Mas é claro que escolhi o preto e branco com uma história que poderia muito ser escrito pela Agatha Christie, né? Acho que o clima antigo, preto e branco combina com a música que tem um quê de mistério e mágico. Amo até o último fio de cabelo ❤

 Sou apaixonada pelo Gotye e tenho muita admiração pelo conceito dos clipes e letra das suas músicas. Apesar de “Somebody That I Used To Know” (feat. Kimbra) não ter propriamente uma história, amo o visual do vídeo, que é todo colorido com formatos geométricos e fofo. A música fez tanto sucesso que tem várias versões, em desenho e filme, paródias de Doctor Who, Star Wars e Snoopy. Outra coisa que adoro nesse clipe é que a forma como os dois cantam e interagem dá um clima de conversa/ discussão/ dr da relação. Fora a letra de arrepiar, né?

  Se eu pudesse adicionaria todos os clipes da Florence + The Machine aqui. É uma das minhas bandas favoritas e quase todos os clipes tem uma história ou são incríveis. Fiquei na dúvida entre “Spectrum” e “What the water gaves me”, mas como o último é a banda gravando a música no estúdio, achei que Spectrum ganha nesse aspecto. O clipe de Spectrum é LACRADOR e tem um visual incrível. Todo aquele coro de vozes e os bailarinos dançando torna tudo tão bonito que é impossível não dar o braço a torcer para a banda. Se vocês quiserem, faço um post só pra eles. Florence merece todos os corações do universo ❤ Acho especialmente essa música muito mágica e me inspira muito a escrever. Poderosa é pouco para descrever a banda.

E aí, curtiram o post? Me digam aí, quais os clipes preferidos de vocês? Como a tag foi criada por mim, sintam-se a vontade para responder. Nunca vai faltar assunto quando se trata de boas músicas ❤

A breve segunda vida de Bree Tanner · David Guetta · Dom Casmurro · Machado de Assis · Música eletrônica · Memórias · Memories · Stephenie Meyer · Tags · TV · [ A memória] · [Crônicas] · [Leitores] · [Literatura] · [Livros] · [Músicas] · [PHPoemaDay] · [Pitty] · [Poesia] · [Rock] · [Séries] · [Top]

[#PHPoemADay] 2. A memória

Em meios a provas, trollagens da internet e uma semana pra lá de louca, nada melhor do que dar um tempo e falar sobre cultura pop. Me aproveitando do tema do segundo dia do desafio PH Poem a Day, separei algumas músicas e livros que me remetem memórias. O mais curioso é que todas elas fizeram parte de vários momentos da minha vida.

1. Dom Casmurro (Machado de Assis) – O livro conta a história de Bento  Santiago e narra toda a trajetória dele, desde a adolescência até a velhice.  O próprio personagem diz que deseja escrever um livro de memórias,  que segundo palavras dele:  “O meu fim evidente era atar as duas pontas  da vida, e restaurar na velhice a adolescência.”  Esse livro é um dos meus preferidos e Capitu é uma das personagens mais fantásticas já criadas. Capitu é um enigma intrigante, rouba a cena, ofuscando Bentinho sempre que aparece.  Cada vez que leio tenho uma percepção diferente, isso faz com que mesmo sendo escrito há tempos, Dom Casmurro seja uma história atual. Isso também vale para o seriado, que foi adaptado pra TV por Luiz Fernando Carvalho e é muito fiel ao livro.

2 – Memórias (Pitty) – Pitty é uma das minhas cantoras favoritas e o CD Anacrônico é um disco que representa muito a minha adolescência. E tanto a música quanto o clip, me remetem a vários sentimentos e histórias. Uma coisa que adoro em Pitty é que seus clipes sempre tem uma história, um pano de fundo para abordar. E no caso de memórias, isso casou muito bem. Afinal, memórias são histórias, lembranças, situações ou pessoas que guardamos dentro de cada um de nós e algumas fazemos questão de esquecer ou esconder, como fantasmas. Mas de vez em quando, elas aparecem para nos assombrar como o clip aborda.
 3 –   A Breve segunda vida de Bree Tanner (Stephenie Meyer) – Todo mundo que leu  algum livro da Saga Crepúsculo sabe que a Stephenie Meyer se apegou tanto a  personagem Bree Tanner (personagem que aparece em Eclipse) que escreveu um Spin –  Off só para ela. O livro conta a história de Bree antes de se tornar vampira até  “conhecer” o clã dos Cullen.  Na época, não dava nada pelo livro,  até ler. Eu amei o  livro, ele é bem mais inserido no universo dos vampiros do que os outros livros.  Bree é  uma personagem cativante e vítima que rouba a cena fácil dos outros vampiros. Eu  fiquei muito revoltada com o fim que a Stephenie deu a personagem.  Você deve estar se  perguntando: Juliana gosta de Crepúsculo? Sim, não tenho nenhuma vergonha em  dizer. Até mesmo, porque se hoje sou uma leitora veroz e escritora é graças a  Crepúsculo e diversos outros livros.
4 – Memories (David Guetta feat. Kid Cuti) – Desde pirralha, sou fascinada pelas músicas do David Guetta. E apesar das canções dele serem consideradas “música para balada” e não ser a maior baladeira do pedaço, as músicas de Guetta me encantam e fizeram parte da minha adolescência. Memories é uma música/ clip super alto astral e que passa uma energia muito boa. É exatamente assim como me sinto ouvindo. Com os braços pro alto e cantando o refrão feito doida. O clip me remete a muitas memórias legais, engraçadas e inesquecíveis. É, eu tenho muitas histórias para contar. David Guetta fez parte das minhas aventuras quando adolescente e isso é uma coisa que não se esquece. (Ê, nostalgia). 

E vocês, quais são as músicas, livros, séries e bandas que fazem parte das suas memórias?

 

Indie Rock · [As mais pedidas] · [Bandas] · [Franz Ferdinand] · [Músicas] · [Oingo Boingo] · [Pitty] · [Rock] · [The Cure] · [The Smiths]

As mais pedidas

Eu sou uma pessoa movida a música. Por causa do meu pai que é outro aficionado, música virou combustível e faz parte da minha vida. Ouço quando estou triste, alegre, escrevendo ou até mesmo lendo um livro. Já até estudei para uma prova com um som rolando. Música me acalma, me traz paz e a sensação de que a vida pode ser simples. E meu pai, mais uma vez tem culpa nisso. Cresci ouvindo TODAS as músicas dos anos 80 e quem me conhece sabe o quanto sou apaixonada e obcecada por essa década ❤ A melhor década de filmes, músicas e séries, época que adoraria ter vivido. Foi assim que descobri o Rock’n Roll e a partir daí, selamos a nossa união. Nesse meio tempo, percebi uma maior afinidade com o rock clássico e as bandas Indies contemporâneas.  Então tive a ideia de fazer o top 5 das bandas que mais escuto e que me inspiram. Eu escuto pelo menos uma vez por dia qualquer som deles. É uma terapia que indico qualquer um a fazer *–*

1º – The Smiths 

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The Smiths é nada mais, nada menos do que a minha banda favorita de todos os tempos e ocupa definitivamente o primeiro lugar da lista. Se deixar fico falando sobre a banda o dia inteiro, mas vou tentar resumir a nossa história para vocês. Quando pequena, meu pai ouvia muito “Bigmouth strikes again” e me apaixonei sem saber que era dos Smiths. Era apaixonada por aquele vocal feminino e voz fininha que fazia coro com o Morrissey. Cresci e quando completei 15 anos naquela fase rock’n’roll, redescobri The Smiths que veio para ficar. The Smiths é aquela banda que escuto quando estou alegre, triste, desanimada e esperançosa.  Já criei muitas histórias a partir das canções deles. Todas elas tem um pouco dos Smiths. O que mais me cativou era aquela mistura de melancolia e ironia presente nas letras que parecem fazer parte de mim. É caso de vidas passadas. Tenho vários discos preferidos da banda e não consigo não gostar de algum álbum deles. Poderia até indicar alguns, mas prefiro falar das músicas que mais mexem comigo. A minha canção favorita é Nowhere Fast, essa música liberta tudo o que há de bom em mim. É alegria, é amor, rodinha punk com tudo de bom que tem direito. Infelizmente a banda acabou, mas Morrissey continua com a sua carreira solo que acompanho por motivos de fangil. Para quem não sabe, ele é o meu cantor preferido. Chorei horrores quando ele cancelou o show que faria aqui no Rio no ano passado. Se curtiu a banda, procure também as minhas outras preferidas: Rubber Ring, How soon is now?, Stop me if you think you’ve heard this one before e Sheila take a bow. Obs: Alto índice de vício.

2º – Pitty

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Conheci Pitty e cia em 2003 quando estava me iniciando “no mundo do rock” e pirei com o primeiro cd “Admirável chip novo”. Na época, passava por uma fase rebelde e Máscara  virou meu hino e a minha canção preferida. O rock e as letras de Pitty me libertaram. Eu escutei tanto aquele disco que não faço ideia de como não furou. O meu amor por essa banda é tanto que já devo ter ido a uns 4 shows e já planejo ir no show que eles vão fazer no Circo Voador em Agosto. Tive a oportunidade de ter meu cd de ACN autografado pela Pitty, conhecer a própria em um show e bater um papo com o guitarrista Martin. A questão é que me identifico demais com as músicas da Pitty que sempre pregaram a originalidade, honestidade e atitude. Todos os cd’s fizeram parte da minha adolescência. Teve uma época em que Pitty deu uma parada na banda e criou o Agridoce que acompanhei, mas meu coração sempre foi do Rock. Recentemente, ela voltou com tudo com “Setevidas” que inclusive ouvi o disco inteiro antes de sair a pré-venda. Fã é fã né? Foi através da Pitty que conheci clássicos como Aldous Huxley e George Orwell. Não sei se gosto mais dos solos de guitarra ou aquele sotaque baiano cheio de fúria. Se caso não conheça a banda, ouça: Só de Passagem. 8 ou 80 e Guerreiros são guerreiros.

3º – The Cure

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Descobri o The Cure por causa do meu pai e eles são uma das melhores bandas que aconteceu nos anos 80. Sou apaixonada por muitas músicas deles e fica difícil definir uma como favorita. Mas confesso que a fase mais romântica, fofa e light da banda é a que mais me amarro. Como comentei no outro post do filme E se fosse verdade, vocês já sabem que a minha preferida é Just like heaven por motivos óbvios né? A banda é recheada de letras lindas, algumas românticas e outras reflexivas. The Cure parece ser aquela banda que saber dosar vocal com guitarra que dá uma mistura irresistível. Eles poderiam ser facilmente enquadrados no romantismo e alternam alguns momentos com o gótico. Se ainda não ouviu, é bom correr e se jogar em Lullaby, Friday I’m In Love,  Let’s go to bed Fascination street. 

4º – Oingo Boingo

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Oingo Boingo é uma das bandas mais famosas dos anos 80 e grande parte das suas músicas fizeram parte dos filmes dessa época. A banda que antes de ser “banda” era um grupo de teatro, combina rock com performance no palco. Para mim, Lady Gaga tinha se inspirado neles. Uma coisa que amo na banda é que os clips deles são repletos de historinhas a la Tim Burton com aquele clima de anos 80 no ar. A banda acabou, mas as músicas continuam tocando por aí. O vocalista Danny Elfman é famoso pelas trilhas sonoras famosas que criou como a música do seriado dos Simpsons e alguns filmes do Tim Burton (AAAAh *–*). Ele é considerado uma das influências do Evanescence, outra banda que amo muito.  A minha música preferida é a famosa Stay, mas você também pode ouvir bem alto: Weird Science (trilha sonora do filme dos anos 80), Just another day, Dead man’s party (outra trilha sonora de filme) e Spider.

5º – Franz Ferdinand

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Eles são a única banda contemporânea da minha lista do top 5 e isso me faz pensar o quanto sou velha haha.  Por ser fã de bandas indies, Franz é uma grande referência para mim e escrevi meu primeiro livro ao som deles. O que mais me chamou a atenção é que apesar de novinhos, a banda mantem aquele clima vintage, retrô, meio filme B dos anos 50. E eu nem gosto né? A alma velha aqui se identifica horrores com os clips, as letras, as referências aos anos 50 e filmes. Mas ainda assim, há algo de futurista neles. Vejo Franz como uma banda MUITO psicodélica e lamento muito não ter ido a nenhum show deles (eles vieram várias vezes ao Rio). Tudo indica que esse ano vai ter Franz no rio. VAI TER FRANZ SIM E SE RECLAMAR VAI TER MAIS. A minha música preferida é Lucid Dreams  e indico ouvirem na noitada com os amigos: Walk away, No you girls, Outsiders (MEU HINO), Michael e Dark of the matinee. Na dúvida, escute todos os discos da banda. E isso é uma ordem!

Só depois de terminar o post é que percebi que a maioria das fotos são preto e branco. Deve ser algum sinal. Essas foram as 5 bandas que não saem da minha playlist e que escuto sem parar. Sou extremamente viciada e muito fã. Dizem que “quem canta seus males espanta”. Ao som deles, não tenho dúvidas disso!