5 séries para assistir no Halloween · 5 séries para assistir no Halloween {Mês Especial do Halloween} · a Caça-Vampiros · Buffy the vampire slayer · Doctor Who · Grimm · Séries · The Haunting Hour · [Netflix] · [Supernatural]

5 séries para assistir no Halloween {Mês Especial do Halloween}

Todo Halloween que se preze, não pode faltar séries temáticas para maratonar no dia das bruxas ou durante o mês de Outubro. Não tem coisa melhor do que assistir vários episódios, um atrás do outro, nesse clima gostosinho que chegou junto com a primavera.

É claro que vim compartilhar com vocês 5 séries para assistir nesse mês do horror e que, por sinal são 5 séries que eu amo e se encontram no meu hall de favoritos. Prepara a pipoca e let’s go!

Grimm narra a história de Nick Burkhardt, um investigador do departamento de polícia de Portland que descobre ser um grimm. Ele descende de uma linhagem de caçadores que tem como objetivo manter a humanidade em segurança dos Wesen, criaturas mitológicas como lobisomens, ogros e bruxas que se passam por pessoas normais na aparência e possuem outra entidade. A série acompanha a evolução dos personagens, crimes e mistérios na cidade e a vida de Nick, pois é claro que o protagonista vai sofrer e muito no meio disso tudo. Eu não dava nada por essa série, mas desde o primeiro momento que assisti, me viciei, estou maratonando e ainda carreguei meu namorido junto comigo. A série tem um clima bem soturno, aterrorizante e é carregado de mistério. Destaque para os personagens Monroe e Hank, amigos e personagens incríveis que são destaques na trama e a mitologia que é incrível e super bem construída. Grimm segue os parâmetros dos contos de fadas originais que caso vocês não saibam, não tem nada de final feliz. A série é super bem produzida e tem tudo a ver com o Halloween, inclusive tem alguns episódios especiais. Ela está disponível na Netflix. Pretendo muito em breve fazer um post mais detalhado sobre a série, porque ela merece muito destaque. Dá o play e se joga

Buffy, a caça vampiros é uma das minhas séries favoritas de todos os tempos! Ela é maravilhosa e se tornou um clássico no universo de séries sobrenaturais. Digamos que Buffy é a mãe de muitas séries que surgiram depois. A série conta a história de Buffy Summers, uma adolescente que se muda para Sunnydale com a mãe. A série é derivada do filme de mesmo nome de 1992 e é uma espécie de continuação, depois de Buffy descobrir ser uma caça vampiros e “sem querer” coloca fogo na escola. Quando ela chega, a personagem tenta se afastar e fugir do seu destino, mas ser caça vampiros é uma coisa que não se escolhe e com o tempo, Buffy entende isso. Ela faz amizade com a doce e inteligente Willow e o Xander, um garoto pra lá de atrapalhado e muito engraçado pelo menos no início. Ao lado do sentinela Giles, eles investigam mistérios e assassinatos na cidade, lutando contra vampiros já que Sunnydale é nada mais, nada menos do que “a boca do inferno”, portal para a entrada de submundos e criaturas sinistras. E é claro que sobra pra Buffy limpar a sujeira. A série é muito bem construída. Sua mitologia é incrível e sou uma grande admiradora da história. Como se esquecer das cenas icônicas dos vampiros se transformando? Buffy fez história e deixou muitas saudades. Eu também pretendo dedicar um post só para essa série, que é dona do meu coração ❤

Doctor Who é a minha série favorita de todos os tempos, real oficial. Eu amo essa série em um grau que não consigo explicar! Estou para fazer um post só sobre ela, mas isso deve demorar. Sou fã demais e sei que vai ser um daqueles posts enormes. Caso você não saiba, Doctor Who narra a história do alienígena Doctor do planeta de Gallifrey, mais conhecido como o planeta dos senhores do tempo. Infelizmente ele foi extinto e Doctor é o único sobrevivente da sua raça. Se não bastasse isso, ele decide então viajar na sua nave TARDIS pelo espaço e tempo, salvando pessoas, fazendo amizades e se casando com personalidades famosas como Marilyn Monroe lol. Sim, a série é sobre ficção científica, mas a gente precisa abrir a mente para o gênero, uma vez que é possível sim ter terror também. E Doctor Who é repleto de enigmas, suspenses, mistérios e sobrenatural, por mais que tenha a ciência como pano de fundo. Existem vários episódios e criaturas que posso destacar como exemplos, mas acredito que Blink e Listen resumem bem esse caráter da série. Fica a dica aqui pra galera que está procurando uma coisa diferente e curte ficção científica.

The Haunting Hour é uma série de R. L. Stine que, como todo mundo sabe é autor de Goosebumps, A hora do Arrepio, Clube do Terror, etc. A série está disponível no Netflix e narra várias aventuras independentes (elas não possuem ligação entre si. Com exceção de um episódio ou outro) onde você vai encontrar terror, sobrenatural, mistério, fantasia e ficção cientifica. The Haunting Hour é mais voltada para o público infantojuvenil, mas eu diria que é mais juvenil. É uma série no estilo de Twilight Zone, que inclusive foi uma das inspirações para THH. A série conta com 4 temporadas e já resenhei ela por aqui. Ela é bem a cara de quem procura algo mais leve, mas ao mesmo tempo sombrio. Apesar de não ser tão pesada, a série é bizarra e me peguei refletindo em diversos momentos. Por trás de cada episódios e monstros que encontramos como vampiros, fantasmas e lobisomens, há um questionamento sobre moral e ética por trás. A série é perfeita para assistir nesse Halloween e ainda conta com episódios temáticos dessa época tão assombrada. Imperdível!

Supernatural é uma das séries mais famosas do universo dark e minha queridinha. Ela narra a história dos irmãos Winchester que “precisam” continuar o negócio da família que se iniciou com o pai. Assim com Grimm, eles são caçadores e estão sempre investigando crimes, assassinatos no qual há traços sobrenaturais por trás (como demônios, fantasmas e bruxas). Uma das coisas que mais admiro na série é que ela é muito bem construída e possui uma mitologia muito rica e única. No início morria de medo e tinha muito receio, mas com o tempo fui compreendendo o universo da história e analisando atualmente, podemos dizer que há traços muito em comum com Buffy. SPN apesar de ter sua própria personalidade, tem muito em comum com Buffy, principalmente em questão de enredo e trama. Também há espaço para o drama, uma vez que os mistérios se entrelaçam com a vida de Dean e Sam. É lindo a forma como a questão familiar é abordada na história. De uma forma delicada e carinhosa. Não é a toa que o próprio elenco virou uma família. Gostaria muito de fazer um post só sobre a série, mas como ela ainda está na ativa, acho meio difícil e teria que ir comentando temporada por temporada (conforme for renovada). Ainda não descarto a ideia de postar, mas assim como Doctor Who, vocês devem esperar um pouquinho pra isso acontecer. Supernatural tem vários eps especiais de Halloween e as primeiras temporadas são as melhores. A série deu uma caída lá pela 6ª temporada, mas recuperou o folego recentemente e vem fazendo bonito em sua audiência.

Espero que tenham curtido o post e que se divirtam bastante com a maratona de séries. Agora quero saber de vocês, quais séries me recomendam para o halloween? Já assistiram alguma delas? Me contem nos comentários que estou doida para conhecer coisas novas nesse dia das bruxas ❤

 

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Bem-Vindo à Casa dos Mortos · Bem-Vindo à Casa dos Mortos: Goosebumps · Goosebumps · Livros · R. L. Stine · Resenhas · série

Bem-vindo à casa dos mortos: Goosebumps {Mês Especial do Halloween}

Bem-vindo à casa dos mortos é um livro escrito por R. L. Stine e publicado pela Editora Fundamento (Welcome to Dead House no original). Descobri esse livro por causa da série de TV Goosebumps que como todo mundo sabe é inspirado na série de livros. O episódio Bem – vindo à casa dos mortos é o meu favorito e é claro, que fui conferir  a obra original e qual foi a minha surpresa ao constatar que além de ser bem fiel, é incrível? Primeiro a gente precisa deixar claro que a série Goosebumps é voltado para o público infantojuvenil, portanto o livro se trata de uma trama de terror sim, mas ao mesmo tempo um pouco mais leve. Mas não pense que isso diminui a história, R. L. Stine nunca decepciona quando se trata dos seus livros e principalmente dos seus finais, repletos de plot twist.

O livro conta a história dos irmãos Josh e Amanda, ele tem onze anos e ela doze. Os dois estão se mudando para a cidade Dark Falls (sacou a referência?), um lugar que nunca ouviram falar e faz parte do universo das cidades pequenas onde todo mundo se conhece. As crianças odeiam a mudança, porque não querem se distanciar dos amigos e da rotina que tem. Só que o pai deles é escritor e viu a oportunidade perfeita ao arrematar a casa naquela cidade.

Logo que eles chegam, sentem um clima diferente no lugar. A primeira vista todos são atenciosos e simpáticos, mas é a garota quem começa a sentir que tem alguma coisa de errado. Amanda começa a ver coisas, sentir presenças e achar o local pra lá de estranho. Até o cachorro da família, o Petey sente a mesma vibe e não consegue ir com a cara dos moradores.

A família tenta se misturar com a vizinhança, assim como as crianças tentam fazer novos amigos, mas logo eles descobrem que aquele lugar foi palco de um acontecimento muito tenebroso e eles evitam ficar expostos ao sol. Mais uma vez temos aqui um livro no qual R. L. Stine (que é um dos meus autores favoritos de todos os tempos) consegue capturar o clima do livro através da atmosfera. O clima, a estranheza, a ambientação e a forma como o autor insere são tão bem calculadas que nós leitores conseguimos adentrar na história, como se estivéssemos vendo, assistindo a série. As tramas do Stine são muito visuais. Não é a toa que foram adaptadas para TV e cinema.

No decorrer da trama, notamos a luta de Amanda em tentar entender o que se passa naquele lugar. Com o tempo, ela observa que as pessoas têm ações estranhas, ela é assombrada e tem pesadelos horríveis que tentam alertar de todas as formas que tem algo de estranho ali. Até que acontece o inevitável e a adolescente descobre que não é só a casa mal assombrada, mas como a cidade também. O que são aquelas pessoas? Vampiros? Zumbis?

A leitura é fluída e considero Bem – vindo à casa dos mortos um dos melhores títulos da série. Um detalhe curioso sobre a história é que esse foi o primeiro volume de Goosebumps a ser publicado (pelo menos lá fora). E é o primeiro episódio também da série de TV. Enquanto lia, fui devorada por muitos sentimentos. Sim, o livro possui muitos clichês das histórias dos anos 80 e 90, mas em nenhum momento isso deprecia o enredo. Muito pelo contrário. Um clichê bem feito pode construir uma história incrível, como é o caso desse. E apesar de ser uma história para o público infantojuvenil, Stine consegue nos deixar chocados e surpresos com a reviravolta do livro. Para os leitores que buscam um terror mais leve, Bem – vindo à casa dos mortos é uma ótima pedida, mas não se engane, Stine sabe muito bem brincar e é por isso que tem o título de mestre do horror. O livro possui um clima soturno e muito sombrio, fora a leitura que é muito gostosa.

Tentei encontrar o vídeo da série no youtube (que era por onde eu assistia), mas não encontrei. Quem tiver a oportunidade de assistir o episódio, se joga. É incrível a forma como o ep é elaborado, desde a narração até o desenvolvimento. Eles conseguiram captar muito o clima do livro.

Aproveitem o Halloween para ler e assistir, garanto que não vão se arrepender *O*

Muitos sonhos assombrados ❤

Beijos,

Ju

A bruxa de blair · Abracadabra · aprendiz de feiticeira · Clássicos · Da magia à sedução · Disney · Filmes · Filmes clássicos para assistir no Halloween · Halloweentown · Jovens Bruxas · Sabrina vai à Austrália · Sabrina vai à Roma · Scooby Doo e o fantasma da bruxa

Filmes clássicos para assistir no Halloween {Mês Especial do Halloween}

Apesar do Halloween ser uma data que não é muito comemorada no Brasil, desde que me entendo por gente sou apaixonada por esse dia. Não faço ideia de quando essa paixão começou, mas alguns meses atrás descobri uma fita minha com uns 5 anos de idade cantando alegremente uma música sobre bruxas.

Acho que é notório que sempre tive uma tremenda fixação e amor por elas, de um jeito que nunca vou conseguir explicar. E todos os anos que se preze, tenho os meus próprios rituais. Separo livros com a mesma temática para ler, filmes para assistir e todo ano assisto uma lista de filmes que considero clássicos do dia das bruxas. E acredito que todo mundo deve assistir. Para a galera que está começando a entrar nesse universo agora, se joga que a nossa lista está maravilhosa.

 

Scooby Doo e o fantasma da bruxa: É um filme do desenho animado e um grande precursor nas histórias de Salsicha e cia. Na história, a turma mistério S.A. é convidada pelo escritor Ben Ravencroft (alguém sacou a referência? lol) para desvendar o mistério de Oakhaven, no qual uma bruxa está assombrando a cidade natal de Ben. Bruxa essa aliás que dizem ser uma das antepassadas do autor. Não se engane a respeito desse filme. Scooby Do pode ser uma série para crianças, doce e ingênua, mas esse episódio é marcado por muito mistério e sobrenatural. Diria até que o filme introduz vários elementos da wicca. Como não se lembrar da aparição do grupo musical Hex Girls? As personagens fizeram tanto sucesso que aparecem em vários outros filmes e episódios de Scooby – Do. Acho que o mais marcante em O fantasma da bruxa é o plot twist da trama que mostrou que o filme não estava para brincadeira e por ser pioneiro com um final bem diferente quando se trata da série de Scooby. Amo o clima soturno e o visual – em tons roxo e laranja – que evocam o outono e Halloween na história. É ótimo para a galera que não curte um terror pesado e quer entrar no clima com um sobrenatural mais light. Esse é um dos meus filmes favoritos de todos os tempos!

 

Abracadabra: Apesar de ser um filme de 1993, ele é ainda muito popular e é um clássico quando falamos de filme de dia das bruxas. Eu cresci assistindo nas tardes de Halloween na Globo e alguns anos depois, de noite no SBT. Hocus Pocus – no título original – é um dos maiores responsáveis pelo meu amor pelas bruxas e pelo Halloween. Foi graças a ele que descobri que queria ser escritora, escrever sobre bruxas e para o público infantojuvenil. Ah, ele é também o responsável por ter me feito me apaixonar pela Disney e por musicais. Como não amar a cena icônica da Winifred Sanderson cantando I put a spell on you na festa de dia das bruxas de Salém? Awn, eu amo demais e acho que todo mundo deveria assistir! O filme tem uma vibe MUITO gostosa. Ao mesmo tempo que consegue ser sombrio e enigmático, ele é divertido e leve. É o tipo de filme para assistir com toda família. E vocês estão achando que termino por aqui? Negativo! Ainda pretendo fazer um post só sobre o filme, porque um clássico desses né bicho?

 

Jovens Bruxas:

 É outro clássico que a gente remete logo quando falamos de bruxa. Um clássico dos anos 90 que conta a história de Sarah, uma jovem que se muda de São Francisco para Los Angeles para começar uma nova vida. Sendo novata no colégio, ela conhece Rochelle, Bonnie e a inesquecível Nancy. Eu amo tudo nesse filme, mas principalmente o fato de que ele é muito mais próximo da wicca do que todos os outros. Existem várias curiosidades de bastidores sobre esse filme que um dia conto para vocês. Vale destacar também a trilha sonora maravilhosa, com direito a um cover de How soon is now, música da minha banda favorita de todos os tempos The Smiths e o visual anos 90 com direito a choker, jeans e muita roupa preta. Vamos dizer que foram as Jovens Bruxas as responsáveis por trazer a moda gótica suave feat anos 90 de volta. O filme é mais intenso e tem umas cenas muito macabras, aterrorizantes. Confesso que não vi nada demais, mas para a galera que busca um perfil mais sério, vale a pena conferir.

 

A bruxa de blair: Como falar desse filme que conheço muito e considero pacas? Eu amo a bruxa de blair em um grau que não consigo explicar Nunca vou me esquecer da primeira vez que assisti esse filme, no dia em que aluguei na locadora (sou velha, viu gente rs) e fiquei conversando com a atendente a respeito. Lembro que assisti no primeiro dia e apesar do medo, tive verdadeiro fascínio com esse filme. Caso você seja um alien e tenha caído na terra de paraquedas, saiba que esse filme é O clássico do terror quando se trata da década de 90. Ele era apenas um filme que seria exibido em um festival, mas fez o maior sucesso se tornando um blockbuster. Durante muito tempo as pessoas acreditaram que se tratava de imagens reais. Mas um tempo depois os produtores vieram a público e afirmaram se tratar de pura ficção com muito marketing por trás. A Bruxa de Blair narra a história de 3 cineastas que vão até a floresta de Maryland para gravar um documentário local sobre a bruxa. Muitas coisas acontecem, eles somem e anos depois a câmera é encontrada. O filme foi gravado no estilo de documentário e foi por isso que durante muito tempo se acreditou que se tratava de um caso real. Também quero muito fazer um post só sobre ele, porque o filme tem muitas informações loucas e incríveis que o tornam ainda mais bizarro hahaa. Uma ótima pedida pra galera que está a procura de cenas fortes e muito medo. O filme possui várias continuações que não repetiram o sucesso e nem valem a pena o seu tempo, vai por mim.

 

Da magia à sedução: Conta a história das irmãs Sally e Gillian Owens, nascidas em uma família de mágicos que possuem uma maldição um tanto quanto peculiar. É claro que o fato de serem bruxas e em uma cidade pequena acaba criando muitas confusões com direito a um forasteiro com um olho de cada cor e um cadáver bastante obstinado quando se trata de vingança. Apesar de ser um filme com uma trama mais adulta, tem um clima bem sobrenatural, leve e despretensioso. Eu amo de paixão e acho ele bem um filme com a cara dos anos 90. Só faltou uma música da Alanis Morissette para ficar perfeito hahaa.

 

Halloweentown: 

Como não citar um dos maiores clássicos da sessão da tarde no Halloween da Disney? Halloweentown conta a história de Marnie, uma jovem de 13 anos que descobre que pertence a uma família de bruxas que luta contra criaturas sobrenaturais que querem dominar o mundo. É claro que ao descobrir isso, ela vai acabar se enfiando em várias aventuras rendendo muita diversão e enigmas. A série conta com 4 filmes e muitas mudanças aconteceram no decorrer, como mudança de atores, etc. O filme é super indicado para quem procura um clima bem sessão da tarde com uma vibe mais sobrenatural. Eu amo e acho um dos filmes mais fofos da lista, e possui uma mensagem muito bonita por trás. E fiquem tranquilos que essa não vai ser a última vez que vou falar sobre ele. Ainda vou dissecar os 4 filmes por aqui. E querem saber uma coisa engraçada? A atriz Kimberly J. Brown que interpretou a protagonista Marnie Piper publicou ano passado o seu 1º livro que fala nada mais, nada menos do que bruxas e Halloween. É, a vida imita a arte SIM ❤

 

Sabrina, aprendiz de feiticeira: Vocês acharam mesmo que eu não ia falar sobre a maior bruxinha adolescente que vocês respeitam? Sabrina é uma das maiores referências da minha vida, faz parte da minha infância! Me lembro até hoje de passar as tardes assistindo na Record. Para quem não se lembra, Sabrina é uma série baseada nos quadrinhos da Archie Comics e rendeu vários filmes (por isso ela está na lista). A série e os filmes contam a história de Sabrina, uma adolescente que descobre ser uma bruxa no dia do seu aniversário de 16 anos e vai morar com as suas tias e o seu gato falante Salém ❤ A série e os filmes são muito divertidos, possuem um clima engraçado, apesar da temática sobrenatural e possui uma mitologia bastante inteligente e inovadora. Eu lembro de assistir e ficar muito curiosa para saber mais sobre as feiticeiras. No meio disso tudo, ela tem que conciliar sua vida como bruxinha com o ensino médio, amigos e as paqueras. Sabrina é um grande clássico dos anos 90 e do universo das bruxas e sinto muita saudade de assistir. Netflix, seu lindo que tal adicionar o seu catálogo para a gente matar a saudade hein? A série rendeu vários filmes como Sabrina vai à Roma e Sabrina vai à Austrália que vocês devem assistir no dia das bruxas. Para quem quer assistir algo mais divertido e leve, os filmes e a série da Sabrina são uma ótima pedida. E sim, vai ter post especial sobre a série. Que dizem aliás que deve ter um reboot mais sinistro com a Dove Cameron. Será? Eu adoraria ❤

 

Eu espero que tenham curtido o post. Todos esses filmes e séries além de clássicos, fazem parte da minha lista pessoal de favoritos e são grandes referências do universo de bruxas e Halloween para mim. Acho que deu para perceber que estava empolgada né? rs Fazia muito tempo que estava doida para falar sobre as minhas paixões por aqui e estou muito feliz de poder compartilhar. Queria citar mais filmes, mas o post ficaria logo demais. A missão agora é de vocês! Me contem nos comentários qual filme/ série/ desenho que ficou faltando? Qual filme não pode faltar nos clássicos do Halloween para nos assombrar e divertir?

Mil beijos assombrados,

Ju ❤

Músicas · Playlist Oficial do Mês Especial do Halloween

Playlist Oficial do Mês Especial do Halloween

Outubro chegou e como não podia deixar de ser, nós temos uma playlist oficial no Spotify que nos acompanha com músicas para entrar no clima, nos inspirar e deixar rolar nas festinhas de dia da bruxas ❤

Escolhi músicas e artistas que curto muito, músicas que por acaso tratem do tema ou clipes que tenham ligação com o dia das bruxas. Tem para todos os gostos: desde músicas da Disney até rock’n roll. Achou que ficou faltando alguma música? Então deixem nos comentários para poder acrescentar em nossa playlist e a gente poder curtir muito o Dia das Bruxas com muita música. Não sei vocês, mas sempre achei que música pop combina muito com o Halloween!

Mês Especial do Halloween

Sejam bem – vindos ao Mês Especial do Halloween

Está aberta a temporada do Mês Especial do Halloween!

É com muita alegria que informo que a programação especial do dia das bruxas se inicia no Juliana Skwara. Minha 2ª data favorita do ano – depois do meu aniversário – é claro. Todos vocês estão convidados para participar!

Vamos ter posts especiais falando sobre criaturas místicas, lendas, filmes, livros, séries, cultura pop, mundo gótico, Disney, músicas e tudo o que nós que amamos o Halloween temos direito.

Espero que vocês curtam e se divirtam bastante! Estou preparando várias coisas legais como Bruxas, fantasmas, vampiros, zumbis, fadas, lobisomens, aliens e sereias *–* Prometo que não vai faltar post para assombrar vocês nesses 31 dias assombrados. E aí, quem vem comigo?

Bate papo · Brasil · Terror

Sim, eu escrevo Terror no Brasil

Olá seres que habitam esse universo (e todos os outros que vagam por aí)! Espero que esteja tudo bem aí do outro lado, por aqui está tudo bem.

Já faz um tempinho desde o último post nesse site – como é típico da minha parte – mas como já sabem essas coisas acontecem. Coincidentemente sentia muita saudade de postar aqui e além disso, fui surpreendida com os gráficos de visitas do blog. Não ocorre atualização desde Junho, mas isso não impediu que o site continuasse sendo visitado – muito bem – diga-se de passagem. Isso me animou bastante e me deixou muito surpresa. Que notícia incrível para receber! Yaaaaaay, passamos das 19 mil visitas! (Sim, vai ter post especial sobre isso) Muitas coisas aconteceram enquanto estive longe e uma delas foi uma fase bem chata, que me encontrei desanimada e desacreditada com o meu trabalho. Eu poderia não falar sobre isso, fingir que essa crise não aconteceu, mas não acho certo, nem justo com vocês. E foi assim que surgiu a ideia do post de hoje, em um clima mais intimista, ao mesmo tempo trocando umas ideias que já queria faz muito tempo com vocês.

Caso você tenha caído aqui de paraquedas, sou autora de Maratona Do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio. Meu livro foi publicado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro em 2015. Sim, faz 2 anos que meu livro foi publicado. Mas precisamente no dia 6 de Setembro e a data passou em branco, porque a Bienal estava rolando e achei mais justo comemorar depois que a Bienal passasse e em Outubro, já que é um mês que tem tudo a ver com o meu livro.

Bem, são dois anos oficialmente como escritora de terror. 2 anos de experiência, na pele e lutando para divulgar o meu livro. E se você pensa que é fácil… Não, não é. Na realidade acho que é o dobro da dificuldade que um escritor nacional enfrenta. Pelo simples fato de que escrever terror no Brasil é MUITO, mas MUITO difícil. Por quê? É o que vamos debater nas próximas linhas.

O dia mais incrível da minha vida: o dia em que lancei meu 1º livro *O*

Estamos no ano de 2017 e não é segredo para ninguém que a literatura – apesar de ter evoluído muito nos últimos anos, principalmente por conta das adaptações cinematográficas e lançamentos de livros de youtubers – anda mal das pernas no Brasil. O país está passando por uma crise (que crise?) e sempre que isso acontece, quais são os primeiros setores a sofrer com a queda? Sim, a cultura e a educação. Além disso, vamos concordar que o Brasil não é muito reconhecido por conta da sua literatura de horror. Apesar de termos André Vianco e Zé do Caixão como grandes exemplos em nossa literatura, o cenário literário do país é mais reconhecido pelos romances, sejam comédias ou dramas. Se vocês forem pesquisar a lista dos livros mais vendidos, vão encontrar esses títulos por lá. E ok, tá tudo bem. Eu consumo esse tipo de conteúdo, mas a questão é que o terror também existe e vive. Como lidar com isso? Como trabalhar com isso em um país no qual grande parte da população ainda não lê e quando lê, se dedica ao romance e é cheio de dedos com a contracultura? E ah, tem mais um ponto importante que eu ~ acho ~ que complica bastante a vida de quem trabalha com contracultura no país, o Brasil é um país predominante religioso e por conta disso, a arte mais sombria no país é vista com MUITO preconceito. Posso falar isso com propriedade pois: 1) trabalho com isso, 2) algumas pessoas da minha família que são religiosas nem se deram ao trabalho de ler o meu livro, por puro e simples preconceito.

Meu livro é direcionado para o público infantojuvenil e confesso que encontro muita resistência por parte dos pais e das escolas. Só de falar de que meu livro é de terror, elas se protegem com 7 pedras, alho e crucifixo. Encontrei muitos pais que apoiaram seus filhos e compraram o livro, mas também encontrei aqueles que não deram apoio. Foi muito decepcionante. É meio surreal que em plen0 2017, a gente ainda encontre esse tipo de resistência. Se eu ganhasse um real por cada pessoa que me olha como se eu escrevesse sobre exorcismos e rituais com demônios, eu estaria ryca em Paris. E mesmo se eu escrevesse, não teria problema nenhum. Esse é o meu trabalho. Olha aí Stephen King fazendo bonito!

Desde que lancei o livro, optei por eu mesma cuidar da minha carreira e confesso que essa atitude me deu mais confiança e segurança. Sou microempresária, gosto de ter controle de tudo. É claro que infelizmente isso pode ser desgastante e quando as crises chegam, tudo desmorona.

Ser autor nacional já é bem difícil, porque além de escritor, você é vendedor, faz o marketing, propaganda, etc. Mesmo que você consiga uma editora grande, você vai ter que trabalhar na divulgação (claro que de forma menos pesada, mas ainda assim vai ter). Quando se é autor de terror, a coisa se complica ainda mais. Não basta tentar encontrar e se conectar com o seu público alvo nas redes sociais, você também tem que pesquisar onde o seu livro pode ser aceito (como eventos, blogs, lojas, etc) porque nem todo mundo curte terror, mesmo que ele seja infantojuvenil. Porque pode acontecer de você participar de um evento que vão estar falando de romance e o público não se conectar com o que você vai falar, etc.

Eu conheço muitos blogueiros por causa do Novos Escritores e a quantidade que lê terror é baixíssima. Não estou querendo de forma alguma desmotivar alguém, mas acho que estava na hora da gente tocar nesse assunto. O nosso país já é um lugar que infelizmente não apoia a cultura, muito menos quando ela não se configura na categoria popular.

Não penso de forma alguma desistir ou deixar de escrever terror. Aqui estou eu, livre, forte e me preparando para o mês especial de Halloween (que sim, vai ter esse ano), mas ciente de que ainda existem muitas barreiras e preconceitos que tenho que vencer. Há dias mais tranquilos, mas também aqueles dias devastadores que eu me pergunto porquê escrevo, passo noites em claro pensando em fazer alguma coisa que me ajude a pagar as minhas contas e não tire o meu sono.

Tem uma outra questão que queria muito abordar aqui, que tem me incomodado bastante nos últimos anos. É a questão da literatura de horror ser lembrada apenas no Dia das Bruxas. Eu amo/ sou Halloween. É a minha segunda data preferida do ano – depois do meu aniversário – é claro rs. Adoro ver meus leitores me mencionando e lembrando de Maratona Do Terror nessa época, mas é MUITO complicado ser lembrado APENAS nessa época. O terror vive e existe nos 365 dias do ano. É possível sim ler, fazer vídeos sobre livros de terror, sobrenatural, ficção científica, fantasia e mistério no Carnaval, no Natal, dia dos namorados, dia dos avós e nas férias. Isso ajuda muito quem produz esse tipo de conteúdo. Nossas obras são lembradas, vendemos e nossos nomes circulam por aí. Que é o que todo autor nacional mais quer. É como costuma dizer a minha avó: quem não é visto, não é lembrado.

No meio desse ano, pedi indicações de autores nacionais de terror nas minhas redes sociais. Recebi muitos comentários, muitas dicas e separei em uma lista. Pretendo fazer alguma coisa sobre isso algum dia. Criar uma lista aqui no site, quem sabe um projeto de leitura, mas isso demanda bastante tempo. E vocês sabem, infelizmente quando a gente não vive só disso (no caso eu), não tem como dar prioridade. Por enquanto estou tentando levar e ter compromisso aqui no site como leitora, por mais que seja meu site de autora. É o jeito que tenho de alimentar e contribuir com as coisas que mais gosto e não tem tanto espaço no cotidiano. Falando nisso, recentemente criei um perfil no wattpad para divulgar os meus escritos. Tem sido uma experiência incrível, apesar da minha resistência com o site e achar ele BEEEEEEM bugado (palavras de quem já administrou uma rede social de livros e tem experiência ;)). Deixei uma prévia de Maratona Do Terror, criei 505 (uma pasta para divulgar textos aleatórios como contos, crônicas e poemas) e minhas fanfics. Comecei super animada, mas já aceitei e deixei claro que vou postar quando puder. Infelizmente ainda não vivo só disso, trabalho com outras coisas e quando essas coisas que me dão dinheiro me dão tempo, é que eu me dedico aos livros. Infelizmente vai ser assim enquanto a escrita não for o meu ofício integral. Fazer o que é, né?

A questão é que queria muito dividir com vocês algumas coisas e pontos que andam flutuando na minha mente sobre ser escritora de terror nesse país de meu Deus. Eu queria mostrar que sim, escrevo terror no Brasil. E sim, eu existo e insisto! Muitos pontos ficaram de fora, porque não cabiam aqui e o texto ficaria bem longo. Porém pretendo abordar e debater no futuro.

Mas agora quero saber de vocês autores e leitores de terror, como é a vida de vocês? Contem como é rotina de vocês. Dificuldades, histórias, feitos e coisas legais que já aconteceram. Prometo que volto em breve e com mais informações sobre o mês das Bruxas que está quase batendo na porta.

Bons sustos :*

Beijos,

Ju

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A casa do penhasco – Agatha Christie

“Adoro esses pequenos fatos curiosos. Dizem muita coisa. Eles nos mostram caminhos”.

A primeira vez que li Agatha Christie, tinha apenas 13 anos e foi amor à primeira vista. Já contei a minha experiência aqui no blog com os livros da escritora e é necessário dizer que sou super fangirl de suas obras. Agatha Christie tem o dom de escrever histórias intrigantes com finais surpreendentes e enredos muito bem construídos. O mais difícil para os seus leitores é descobrir a identidade do assassino do crime. Já perdi a conta de quantos livros da autora que li, mas só descobri o assassino de um deles depois de quase 13 anos lendo seus livros. Descobrir a identidade do vilão é aquele típico caso que acontece dentre um de um milhão haha. Mas esse post fica para outro dia.

Em A casa do penhasco publicado pela L&PM Pocket, temos o detetive Hercule Poirot que está passando as férias na praia com o seu parceiro, o detetive Hastings. Tudo seria perfeito, senão fosse pelo fato dos dois esbarrarem com uma jovem chamada Miss Buckley que conta para eles sobre as várias tentativas de assassinato que vem sofrendo nos últimos dias. Curioso, Hercule Poirot percebe que o mistério o chama, não perde tempo, cancela suas férias e se encarrega de descobrir o que se passa na misteriosa casa do penhasco. A partir daí, a história começa a ficar interessante. Poirot é um detetive inteligente, brilhante e tem um faro terrível. De repente, todos se tornam suspeitos. Da melhor amiga até os vizinhos de Miss Buckley. Mas por quê tentariam assassinar essa jovem? A situação aponta para um caminho, mas durante a leitura surgem outras direções. Jogo de intrigas, enigmas, mentiras e charadas sempre tão presentes na atmosfera de Agatha, se encontram nesse livro.

O mais interessante nas histórias da autora é que  “as coisas nunca são como aparentam”. Em seus livros, os personagens vão além das aparências, sempre há algo mais. Chegamos a conclusão de que todos no universo da Agatha Christie carregam segredos. E com mais segredos, mais pistas e verdades escondidas.

Elementos como o mistério e o suspense são o ponto alto da trama, o que faz com que o leitor fique preso a narrativa e não descanse enquanto o criminoso não for revelado. Hercule Poirot é um personagem fascinante que investiga a fundo quem poderia querer se livrar da garota. Enquanto Hastings é uma figura pra lá de engraçada com a sua inocência e bondade fora do comum, o que rende boas risadas no decorrer da trama. A relação dos dois é muito cômica. Hercule e Hastings possuem duas personalidades diferentes que complementam um ao outro e mesmo que o detetive bigodudo insista em chamá-lo de cabeça dura, acredito que não chegaria ao veredito sem a ajuda do amigo.

Outro destaque no enredo de Agatha é a presença do psicológico. Os crimes estão sempre ligados a algum motivo que é psicologicamente explicado. Nenhum crime é à toa, tudo tem um porquê. Em A casa do penhasco, a autora não deixou a desejar no final. As revelações conseguem sempre ser impressionantes por conta dos plot twists que viram a trama de cabeça para baixo levando o leitor a loucura, assim como nessa história. Ela consegue enganar o leitor direitinho com uma resolução coerente e lúcida.

Mesmo não esperando o tipo de desfecho que há em A casa do penhasco, fiquei de cara com o final. Como não podia deixar de ser, o livro entrou para a lista dos meus favoritos. Agatha é o tipo de autora que independentemente de descobrir o final ou não, nunca vai perder a graça. E seus leitores sempre vão ler e seguir as suas histórias.

Durante a leitura, pude notar um paralelo com a série de livros Pretty Little Liars que também virou série de TV. Tenho a sensação de que a autora Sara Shepard se inspirou em Agatha para escrever as suas histórias. Não sei se esse é o caso, mas é uma feliz coincidência de se ver. Prova viva de que a obra da escritora vai sempre influenciar os outros escritores e estará mais viva do que nunca na cultura pop.

Vocês já leram esse livro? Me contem nos comentários. Espero que estejam curtindo os posts quase todos os dias. Estou amando poder retornar e produzir coisas novas para o blog. Como podem ter observado, tem muita coisa mudando para melhor por aqui. Quero que o site fique cada vez mais a minha cara e acho que vocês estão conseguindo captar isso ❤ Obrigada pelos comentários, curtidas e compartilhamentos. Foi por vocês que voltei ❤

Beijos,

Ju.

P.s: Essa é uma das resenhas que recuperei do meu antigo site e não é que ficou bacana? ❤

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Geek Girl – Livro 01 (Holly Smale)

Caso você tenha caído de paraquedas por aqui, saiba que apesar de curtir muito ficção sombria, também sou muito fã de comédias. Sejam elas românticas, teens, young adults, etc. É claro que foi amor à primeira vista por Geek Girl que é um livro muito fofo. Apesar de ter o público infatojuvenil como alvo, a galera não só pode, como deve se aventurar por essa série que é pura diversão!

Geek Girl é um livro escrito pela Holly Smale (que é uma fofa e já me respondeu no twitter <3) publicado pela Editora Fundamento e narra a história de Harriet Manners, uma garota inteligente que sofre bullying por “não se encaixar” entre os adolescentes da sua idade. Nat, sua melhor amiga sonha em ser modelo e a arrasta para ajudá-la a realizar o seu sonho. Harriet só não esperava que o jogo mudasse e ela entrasse no meio do caminho (e do sonho) da melhor amiga. Em pouco tempo, a personagem é jogada no meio do mundo da moda sendo vista como uma promessa e tendo que trabalhar com um modelo muito gatinho. Seu pai comemora a novidade enquanto a sua madrasta reluta em aceitar. A relação dos pais dela (sim, a madrasta a criou como filha) rende muitas risadas, os dois são muito engraçados e fogem um pouco do “estereótipo” de pais comuns.

Apesar de não ter sido nerd durante a adolescência e nem uma ótima aluna em matemática e álgebra como a personagem, me identifiquei muito com a Harriet. Principalmente na parte desastrada. Assim como ela, tenho o dom de sair caindo por aí. Somos um imã para esse tipo de coisa. A Harriet é uma jovem ingênua, simples e fiel aos seus amigos e família. A personagem quer viver a sua vida comum, mas é contagiada pelo “E se…” e decide apostar em um futuro diferente. De início, é claro que ela fica com receio com a vida nova. Afinal, Harriet desconhece esse universo da moda, ela vem de outro mundo: o dos livros. A história é muito divertida, bem estruturada e possui uma narrativa super gostosa. A escrita da autora é viciante e a composição dos personagens faz com que os leitores se identifiquem com eles. É um daqueles livros que perdemos a noção do tempo e só notamos quando chegamos ao fim.

Geek Girl é o primeiro da série que leva o mesmo nome do título. Ou seja, têm muitas aventuras da Harriet por aí. A história possui vários plot twits, o que talvez seja surpreendente para muitas pessoas por conta do gênero. Como um bom livro para adolescentes, é claro que não poderia faltar aventuras e muitas confusões. GG também aborda questões importantes como amizade, família, bullying, padrão de beleza e identidade. Geek Girl é um livro bem no clima das séries da Disney e nickelodeon, não duvido nada que no futuro uma dessas emissoras faça uma adaptação para a TV. Aliás, os livros funcionariam muito bem como série de TV, até mesmo por conta da forma como o romance foi criado. Um detalhe que me deixou curiosa é que na época em que li o livro, a capa era igual a que postei lá em cima, mas vi vários blogs e sites divulgando a capa abaixo como a capa do livro 1 (que por sinal é igual a capa original e achei o máximo, porque ela é mil vezes mais linda <3). Que bom que a Editora modificou, já que as capas originais são muito bonitas, divertidas e funcionam bem em grupo.

Acho que ficou claro que me diverti muito com Geek Girl. Foi uma história que me ganhou e deixou um gostinho de quero mais, estou doida pra ler a continuação e saber o que acontece com Harriet e cia. Tem alguém aí que já leu esse livro? Conta para mim, estou doida para saber o que acharam ❤

Beijos,

Ju.

P.s: Essa resenha foi postada anteriormente em meu skoob e blog, mas achei legal compartilhar com vocês e claro, com o texto adaptado ❤

Playlist da felicidade ♡ · Spotify · Tags · [Músicas] · [Top]

Playlist da felicidade ♡

Depois daquele texto que postei sobre ser feliz e cultivar good vibes, tive a ideia de compartilhar com vocês uma das minhas playlists. Afinal, tem coisa melhor que música? Eu sou a louca do Spotify, amo criar listinhas musicais e há um tempinho fiz uma playlist super alto astral para me divertir. Todo mundo pode ouvir no carro, enquanto está na internet, faz faxina, etc. Enfim, só tem som maravilhoso que eu amo ❤ Espero que se divirtam muito e que essas músicas animem vocês!

Estou amando postar todos os dias aqui e solta o som, DJ! Bom sábado, amores! Divirtam-se e me contem o que acharam das músicas ❤

Beijos,

Ju!

Autoajuda · Brida (Paulo Coelho) · Editora Planeta · Misticismo · Paulo Coelho · Resenhas · [Editora Rocco] · [Literatura] · [Livros]

Brida (Paulo Coelho)

Cresci lendo as colunas do Paulo Coelho em jornais e pessoas viviam me indicando os seus livros quando descobriam que era devoradora de livros. Eu cresci, nunca li e ouvia muitos comentários sobre as obras do Paulo Coelho. Alguns anos atrás, me deram um exemplar de Brida bem velhinho, com a capa antiga ainda e bateu AQUELA vontade de ler. Enrolei um pouco por causa do TCC, mas no mês passado criei coragem e li. Não poderia ter feito coisa melhor!

O livro conta a trajetória de Brida, uma jovem Irlandesa de 21 anos  que deseja encontrar seu lugar no mundo. Brida está em um processo para se encontrar e quer aprender mais sobre a magia e a wicca. Ela procura o mago de folk, um homem misterioso e respeitado como sábio que a aceita como discípula. No decorrer da narrativa, a personagem descobre que precisa passar por muitos obstáculos e superar os seus medos. O mago explica a garota, que a magia pode ser ensinada através da tradição do sol e da tradição da lua.

Acompanhamos o crescimento da personagem ao descobrir a sua identidade. Brida se encontra na wicca com a ajuda do mago. Juntos, eles aprendem muitas coisas e acabam ensinando um ao outro, coisas que haviam esquecido.

Tenho muitas coisas para falar sobre esse livro e a primeira é que a minha experiência com essa história foi incrível. O livro superou as minhas expectativas. Sempre tive muito receio com literatura de autoajuda e não vou negar, julguei muito. Mas se alguém, algum dia me dissesse que em 2017 leria um dos maiores autores de autoajuda que existe e me tornaria fã dele, riria na cara dessa pessoa. Só que as coisas mudam e como mudam…

Primeiro preciso dizer que o leitor pode ler Brida de diversas formas, assim como fiz. Primeiro como leitora, aberta para a criação de Paulo Coelho, sua ficção, ensinamentos sobre a wicca e lições de autoajuda. Segunda como uma autora de fantasia/ mística; Paulo não cria uma mitologia, mas é interessante como ele conecta a magia a trama, de uma forma que a torna crível para a história, sem soar clichê ou falso. Terceiro como admirador da wicca/ wiccano; eu não sou wicca e desconheço a religião, mas foi bacana ler a respeito, saber mais sobre as tradições do sol e da lua, sobre os rituais e sobre como tudo na vida é importante. O que fazemos aqui, o quanto nos doamos pelas pessoas que amamos, pelas pessoas que ajudamos e etc, tudo isso é válido como experiência e conta muito se você quer encontrar o seu lugar no mundo. Se você se encaixa em alguma dessas opções, acredito que terá uma experiência muito bacana com Brida.

Terminei de ler Brida muito rápido e lamentei muito, porque é aquele tipo de livro que você não quer acabar. A leitura é envolvente, gostosa e o vocabulário do autor e sua linguagem são bem simples, mas que DE forma alguma diminua sua importância. Pelo contrário, isso a torna mais aberta. As mensagens que Brida passa podem não ser novas, pode estar escrito ou dito em algum lugar – como a bíblia – por exemplo, mas é incrível como Paulo consegue atrelar isso a trama de forma única. Sei que Brida não é o livro queridinho de quem curte as obras do escritor, mas mesmo sem ter lido suas outras obras, tenho um carinho imenso por Brida, já que foi o meu primeiro contato com o autor e que ensinou muito sobre literatura, vida, amor e sobre mim mesma. Brida carrega uma dose forte de misticismo, mas não é preciso ser religioso para ler. Só é necessário querer ouvir a história da personagem, que nada mais é do que a jornada do herói, do ser humano pela busca da sua identidade, para ter uma vida melhor e poder fazer a diferença, com boas ações. Para quem não sabe, Brida foi inspirada em uma bruxa que Paulo Coelho conheceu em suas andanças pela Irlanda. O livro foi um sucesso e também foi adaptado para a TV manchete em formato de novela nos anos 90.

Ler esse livro foi uma oportunidade incrível para quebrar preconceitos, iniciar uma nova jornada nesse gênero e por que não com os livros do autor? É um livro que sem dúvidas me transformou e trouxe muitas questões e pensamentos para a minha vida. Brida tem muito good vibes e me foi aquele livro que li feliz da vida, sabe? Trouxe aquele quentinho para o meu coração ❤ Já estou louca para ler O alquimista e o diário de um mago.

Apesar da foto do livro ser da Editora Planeta, li o exemplar da Editora Rocco. Esse da foto bem velhinho e que se tornou meu queridinho. 

E aí, curtiram o post? Não se esqueçam de comentar. Estou amando postar todos os dias, está sendo uma experiência fantástica para mim e espero que para vocês também ❤

Beijos,

Ju.