172 horas na lua · Editora Novo Conceito · Ficção Científica · Johan Harstad · Sobrenatural · Spoilers · Teorias · [Livros] · [Terror]

172 horas na lua e muitas teorias com spoilers

O ano é 2018. Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez.

Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 – um lugar que, até então, só era conhecido pelos altos funcionários do governo americano.
Mia, Midore e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviado mais ninguém à Lua.
Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer…
Prepara-se para a contagem regressiva.

       Olá pessoas, tudo bem com vocês? É, eu sei que mais uma vez tomei chá de sumiço, mas dessa vez foi por um bom motivo. Estou me formando na faculdade e nos últimos meses fiquei envolvida demais com o meu tcc. Por causa disso, fiquei mais de 4 meses sem ler, nem escrever. Assim que terminei de escrever a monografia, tentei ler alguma coisa, mas não rolou. Acho que foram meses tão cansativos e de leituras tão puxadas que precisava me desintoxicar, fazer outras coisas e foi isso que eu fiz. Um dia, navegando no twitter tive a ideia de ler 172 horas na lua. Eu já tinha ouvido algumas @ que sigo por lá falando muito bem e a Barbara Herdy, minha amiga e autora de Apenas Respire, um conto quase de fadas, decidiu ler junto comigo, como em uma espécie de clube do livro. Não poderia ter sido uma ideia melhor!

      Primeiramente devo dizer que fazia muito tempo que não lia um livro tão bom quanto esse. E que poder ler um livro com essa magnitude, depois de tanto tempo parada, me ajudou demais. Também devo avisar a vocês que esse texto vai ser longo e que não é um daqueles que se trata de resenha da história, mas sim um texto cheio de teorias e com MUITOS spoilers. Então se você ainda não leu, volte depois que ler o livro e aproveite para comentar o que achou. Vamos lá?

       172 horas na lua foi escrito por Johan Harstad e publicado pela Editora Novo Conceito. O livro narra a história de três adolescentes que a NASA decide sortear em 2018 para embarcar em uma missão. Acontece que a NASA está passando por problemas financeiros e a escolha de 3 adolescentes seria ótimo para publicidade por unir diferentes gerações e patrocínio para a viagem. É óbvio que a notícia repercute entre a população que fica eufórica com a possibilidade de viajarem para a lua, mas logo de cara ficamos sabendo que apenas Mia, Midori e Antoine conseguem ser “os escolhidos”. Os três são de lugares diferentes – a primeira é Norueguesa, a segunda japonesa e o terceiro francês. E eles também são motivados por ideais diferentes. Mia por exemplo é a única que não curtiu a ideia. Ela foi inscrita pelos pais e só aceitou a ideia depois de muito custo por conta das amigas insistirem que seria ótimo para a sua banda de rock. Já Midori se inscreveu porque queria fugir do país opressor em que vivia e ter um futuro livre. Enquanto Antoine queria se afastar para esquecer sua ex – namorada Simone que o trocou por outro.

Relacionamentos deveriam vir estampados com a data de validade para que as pessoas pelo menos tivessem chance de cair fora antes que a coisa ficasse totalmente rançosa.

     Com o passar do tempo, os adolescentes são contagiados pela ideia de viajarem para a lua e ao lado dos outros astronautas, passam por uma série de testes e treinamentos que duram cerca de três meses antes da viagem. Uma coisa que senti falta foi do desenvolvimento dos personagens e do treinamento para os leitores. Só é narrado para quem lê que isso ocorreu, mas não vemos a amizade dos três se desenvolvendo, nem parte do treinamento. Só que antes de embarcarem, uma série de coisas estranhas acontecem como uma espécie de sinal para avisar aos adolescentes a não partirem. E diga-se de passagem que essas partes são bem sinistras. Os sinais são assustadores e deixa os competidores estremecidos e com medo. Mas os três embarcam mesmo assim, ignorando os sinais e de início ocorre tudo bem, apesar da ansiedade pelo acontecimento. A equipe vai passar 172 horas na lua (que dá uma semana e algumas horas, me desculpa sou de humanas) e nesse tempo, vão ficar na base DARLAH 2 no mar da tranquilidade na lua, no mesmo lugar que Neil Armstrong pisou. Tudo está se encaminhando bem até quando uma série de acontecimentos trágicos começa a se desenrolar. Nas primeiras 144 páginas pouca coisa acontece e o leitor tem a sensação de que a história demora a acontecer. Devo confessar que achei o romance entre Mia e Antoine desnecessário. Eles até são fofos juntos, só que o romance não cabe na história. Tanto que ele nem se desenrola. Ao mesmo tempo que dá pra compreender, já que o autor possivelmente fez isso para aproximar o leitor. Só que assim que pisam na base DARLAH 2, o livro começa a se desenvolver e a gente tem a sensação de que entramos em uma montanha russa com tanto plot twist.

Eu e a Barbara depois de terminar de ler o livro

       A escrita do autor é fluída e atraente. Eu fiquei lendo sem parar, pois não conseguia dar uma pausa. Talvez ele pudesse desenvolver mais algumas partes do livro – como mencionei anteriormente – mas o plot twits e o final compensam, pois 172 horas na lua – desculpem o palavreado – é um puta livro. O final é estarrecedor e chocante. Eu previ como o final seria, mas não imaginava que o autor tivesse coragem de ousar tanto. Na hora em que terminei de ler, me vi dividida por muitos sentimentos. Primeiro fiquei muito irritada porque não queria que tivesse terminado daquele jeito. Não basta todas aquelas mortes, todo o desespero, ainda tem que morrer mais uma? Eu jurava que Mia seria a única sobrevivente, até mesmo por conta de uma frase que Midori diz a ela fazendo uma referência a Robinson Crusoe: “- Imagina se você fosse a única a sobreviver e a voltar para a casa?” A frase pode soar meio solta, mas quem escreve sabe que talvez ela não tenha sido colocado ali a toa, mas fiquei triste ao ver que me enganei. Mas depois que se passaram alguns dias, cheguei a conclusão de que mesmo não gostando do final, o livro além de ser maravilhoso, faz muito sentido. Talvez se a Mia verdadeira realmente tivesse sobrevivido não teria tanta graça assim e o livro não teria o mesmo impacto. Uma parte de mim perdoa o autor.

         Assim que terminei de ler, fui comentar com a Barbara e chegamos a várias conclusões. Então todos os comentários e teorias que vão ler aqui são pensamentos e ideias que tivemos a respeito da história. De primeira vale a pena destacar que logo no prólogo, quando pessoas do alto escalão se reúnem para discutir sobre retomar as missões para a lua, eles estavam cientes de que a última viagem tinha tido problemas que o público desconhecia. E eles também dão a entender que estavam cientes de que havia alguma coisa na lua muito perigosa, eles sabiam que pessoas correriam riscos e ainda assim, permanecem com a ideia de levarem adolescentes. Eles não descartam a missão e nem a ideia. Vale também destacar que quem tem a ideia é o Dr. XXXXXX e que em nenhum momento conhecemos a sua identidade. Não falam o nome dele e o leitor não faz ideia de quem ele é. Ficamos totalmente no escuro. O anonimato a respeito do seu nome talvez não tenha sido em vão. Só que fica a dúvida: quem é ele? ele é um doutor mesmo? Lembrando que tanto um médico quanto uma pessoa pós graduada podem ter o título de “Doutor”. O que seria a ele? Fica evidente o quanto ele está animado para a missão, mesmo sabendo que pessoas podem morrer por causa disso e em nenhum momento demonstra estar preocupado com isso. Seria ele então uma cópia que sobreviveu da outra missão e ficou na terra? Ou seria alguém importante, tipo o presidente dos Estados Unidos? Isso não ficou claro e um ponto aberto que o autor deixou.

O tempo era uma lesma grudenta e poderosa. 

Outro detalhe que não entendi foi a respeito do final. Eu li duas vezes e em nenhum momento vi algum indício de que a Mia doppelganger teria vindo para a terra. Só quando ela chega a terra e começa a agir estranhamente é que fica claro de que não se trata da verdadeira Mia. Também não entendi porque a Mia doppelganger assassinou o morador de rua, com quem ela esbarra antes de viajar no início do livro. Seria apenas um recurso narrativo do autor para mostrar ao leitor de que não se tratava da mesma pessoa ou então a Mia cópia teria as mesmas lembranças da original? Ainda assim não sustenta a morte. Também não entendi porque surgem tantas Mias no final – que o funcionário do hotel vê passando – se apenas uma Mia chegou a terra. Então ao doppelganger se multiplicaria? Outra explicação possível seria de que as pessoas atacadas, acabariam virando doppelganger. Outra questão que ficou mal explicada é que logo depois do final do livro, eles relatam que em missão para a lua de 2081, eles encontram o corpo de uma garota de 16 anos com uma carta ao lado de um homem que era o Coleman. A princípio acreditei que se tratava da Midori, pois ela foi pega pelo doppelganger ainda dentro da base DARLAH 2, mas na verdade é a Mia. Aí fica a dúvida no ar: a Mia que correu até a DARLAH 1 com a Midori cópia era um doppelganger? Então quem era a outra Mia que lutou com ela na hora de entrar na cápsula? Outra Mia doppelganger ou a verdadeira? Não faz muito sentido ser a verdadeira, porque ela não tinha mais oxigênio, como Mia conseguiu retornar para a DARLAH 2 e ainda escrever uma carta? Ou a carta seria a do irmão que foi esquecida com ela?  Também não faz sentido porque a carta ficou na Flórida onde ela treinou por 3 meses e acabou esquecendo dentro de um armário. Outro ponto que também não bate é que logo no final enquanto Coleman conversa com Mia e Midori, ele diz que se os doppelganger forem para a terra seria o fim do mundo. E no próprio livro descreve as Mias cópias atacando e matando todo mundo. Como teria sobrado alguém pra viajar em 2081 para a lua?

      Também não vi sentido na escolha de adolescentes para viajarem para a lua. Sim, eu sei que em vários momentos eles se comportaram de forma muito mais madura que os adultos. Tanto é que várias vezes me esqueci que tinham cerca de 16 – 17 anos. Sei que a escolha pode ter sido para criar público alvo para o livro, mas em questão de coerência com a história achei nada a ver. No final das contas, por mais que Mia e Midori foram as últimas a morrer, elas não adicionaram nada a missão. E eu fiquei sentida por isso, queria que eles tivessem mais espaço e conhecimento. Seria interessante ver aqueles adolescentes esfregando na cara dos adultos várias coisas. Outro ponto importante abordar e que não compreendi muito bem foi o velhinho, sr.  Oleg Himmelfarb. Ele era um dos sobreviventes/ espectadores da última missão e um dos poucos que sabia sobre o perigo que havia na lua, mas não sabemos se a memória dele tinha sido alterada e por isso ele pode ter sido considerado um inválido ou se estava mesmo doente, mas ainda lúcido com alguns lapsos de memória. É intrigante a forma como as memórias dele são despertadas e fica a dúvida no ar sobre o que realmente aconteceu com ele.

        Agora algumas questões que não ficaram claras e que adoraria que me explicassem: como o Antoine teve a visão do “QU”? Quem era a pessoa no banheiro com a Midori falando da J5? Quem foi que escreveu o 6E no casaco do morador de rua? Para isso não tem resposta e a gente fica na dúvida se foi algo sobrenatural, como os espíritos das pessoas nas outras missões querendo avisar ou algum tipo de sexto sentido externado. Fica confuso, pois foi como a Bárbara comentou. No caso de Antoine, ele leu e estudou sobre tudo que aconteceu, mas ele não menciona nenhum acidente. Eu acreditava que seria por conta do acidente de “Apollo 13” no qual uma parte onde tinha oxigênio explodiu e eles explicam no final do livro.

         Quando terminei de ler, fiquei confusa sobre qual seria o objetivo da viagem. Em nenhum momento fica claro qual era o principal motivo da missão. Eles dão a entender que seria para procurar tântalo setenta e três, mas a ideia e motivação do Dr. XXXXXX parecem outras (seria a intenção de povoar a terra de cópias?). No final, já estava achando que eles estavam ali para destruir a lua, mas ainda assim é uma ideia remota, uma vez que a missão é quase um reality show com o mundo inteiro voltado com os olhos para lá. Achei muito interesse o autor incluir lendas japonesas na trama. Tenho muito interesse em ler mais sobre isso, apesar de conhecer um pouco e saber que elas são sinistras. O Japão não brinca em serviço quando se trata de terror e a adição das lendas trouxe um charme a mais para a história. A inclusão do “doppelganger” também combinou com o enredo e achei que foi uma grande sacada do autor. Fiquei mais chocada ainda ao descobrir que existem vários relatos na internet sobre isso e em alguns casos bem reais. Aliás, descobri que vários detalhes do livro são reais e eu acho que nunca mais vou conseguir dormir de luz apagada?

Como assim algumas coisas de 172 horas na lua são reais?

          Uma das partes mais sinistras para mim é quando quase no final do livro, Coleman narra para Mia e Midori uma conversa que teve com o seu amigo pastor. Ele fala para Coleman que a lua poderia ser o inferno e é nesse momento em que toda a história faz sentido e isso me deixou literalmente no chão e com muitas vibes sobrenaturais. Um detalhe interessante é a crítica que o autor faz de certa forma velada aos EUA por conta da necessidade da NASA esconder dos soviéticos a existência de DARLAH 1 e 2. É aquela velha história de se preocupar com o próprio umbigo e pouco se importar com as reais consequências ao redor. Um ponto negativo e que vale a pena destacar é que achei um tanto incoerente o fato dos pais não fazerem perguntas para os funcionários da NASA que parecem desviar das delas. Os filhos embarcam e é notório que os pais sabem muito pouco da missão. Como a Jella em prosa diz em seu vídeo sobre o livro: “- Os personagens parecem fazer as perguntas erradas.”

          Apesar de todas essas questões e muitas ressalvas, o livro é muito bem escrito e possui momento eletrizantes que poderiam facilmente ser adaptado para o cinema. O livro possui uma linguagem bem trabalhada para roteiro, já que é um enredo muito visual. A edição é linda, o livro possui várias gravuras e ilustrações com mapas e indicações de situações que se passam na história. Até o presente momento, 172 horas na lua é um stand alone (livro solo) e a princípio não terá uma continuação, mas seria muito bom se o autor criasse um livro spin off explicando os vários pontos em aberto e o que aconteceu depois das cópias terem ido para a terra. Não tem necessidade de um livro dois, mas sim um complemento para essas brechas.

          Acho que depois de todas essas teorias e comentários, não há dúvidas para ler 172 horas na lua. É uma trama completa de suspense, terror e ficção cientifica. Já estou caçando outros livros do autor para ler e eu super indico para a galera que curte esse gênero e tramas como Doctor Who, Perdido em Marte, Star Trek e Interestelar. Cinco estrelas e favoritado.

           Para quem ainda não viu, participei da seção “Livros de Cabeceira” da Revista Geração Bookaholic e listei meus cinco livros favoritos da vida. Corre lá para descobrir quais são. E em Janeiro tive a oportunidade de participar de um bate papo com a Escritora Roxane Norris e Katy Navarro no programa Conversa com o Autor da rádio MEC AM sobre livros, escrita, Maratona Do Terror e romance. Para ouvir é só acessar o site.

Adam Lambert · Halloween · Laverne Cox · Musicais · Remake · Ryan McCartan · Sobrenatural · The Rocky Horror Picture Show · Victoria Justice · [Comédia] · [Filmes] · [Terror]

Remake de The Rocky Horror Picture Show (2016) estreia em Outubro

Depois de 40 anos da exibição do clássico The Rocky Horror Picture Show, o remake do filme vai estrear em Outubro no clima de Halloween na TV Americana com Laverne Cox como Dr. Frank N Furte, papel que foi de Tim Curry no original.
O filme conta a história do ingênuo casal formado por Brad (Ryan McCartan, o Diggie de Liv e Maddie <3) e Janet (Victoria Justice *–*) que estão viajando de carro, mas no meio do caminho, o veículo quebra e eles vão parar no castelo do Dr. Frank N Furter. Ele é um cientista maluco, “sexualmente ambíguo” que quer criar Rocky Horror, um homem que possa satisfazer seus desejos sexuais.
O telefilme de Kenny Ortega (que também produziu o primeiro) é baseado no musical de Richard O’Brien. O programa terá duas horas de duração e também tem no elenco: Adam Lambert, Annaleigh Ashford, Reeve Carney e Christina Milian.
Eu já assisti o original e curti muito, mas acho que vou curtir ainda mais o romake. Se quiserem, posso fazer um post a respeito dele por aqui *—*
Confira os trailers do filme para a TV. Eu já estou ansiosa ❤

 

Comédia Sobrenatural · Minha babá é uma vampira · My Babysitter's a Vampire · Sobrenatural · Vampiros · [Comédia] · [Disney] · [Filmes] · [Terror]

Minha babá é uma vampira (My Babysitter’s a Vampire – O Filme)

 

Os pais do adolescente Ethan Morgan resolvem contratar uma babá para cuidar do menino e sua irmã mais nova Jane. A escolhida é Erica, uma menina que decide deixar o serviço para ir em uma festa. Sarah assume o lugar da garota, mas Ethan começa a desconfiar que ela é uma vampira. Ao lado do melhor amigo, ele vai viver uma aventura muito perigosa.

Minha babá é uma vampira (My Babysitter’s a Vampire) é um filme da Disney , produzido no Canadá que virou série após o seu estrondoso sucesso e arrebatar muitos fãs. O filme conta a história de Ethan Morgan, um adolescente que após se envolver em muitas encrencas ao lado do seu melhor amigo, Benny e não cuidar da sua irmãzinha Jane é obrigado pelos pais a ter uma babá. Se o mico não fosse suficiente, a babá em questão é Erica, sua colega de escola. Ethan é o típico geek, aficionado por games e ficção científica, o que traz um tom mais cômico para o enredo.

Enquanto isso, Erica anda chateada com a sua melhor amiga Sarah. Nos últimos tempos, as duas andam afastadas desde que a primeira começou a namorar Jesse, o cara mais gato da turma do teatro e pra lá de sombrio. Chateada com a amiga que anda com um comportamento estranho e pouco se importando com a estreia do filme de vampiros Penumbra –  que as duas são fãs – Erica decide ir a uma festa com a turma de Jesse e deixa a amiga e o emprego de lado.  Sarah que fica estranha sempre que Jesse, seu ex – namorado está por perto, tenta impedir a amiga de ir, mas ela ignora. Sarah então vai no lugar da amiga para o trabalho de babá.

Ao se deparar com a chegada da babá, Ethan e Benny notam que Sarah se comporta de um jeito estranho. Ela não tem reflexo no espelho e é super misteriosa.  Eles não esperavam que Sarah fosse uma vampira e que ela tivesse sido mordida por  Jesse. A partir daí, os dois se envolvem em muita confusão e vão tentar de tudo para salvar Sarah e seus amigos, Erica e Rory.  Acontece que Jesse é o líder da gangue do mal dos vampiros, quer roubar as almas dos habitantes de Whitechapel  para prender em um cubili animus e trazer os antigos vampiros para acabar com a paz do lugar. E ele pretende fazer isso na estreia de Penumbra 3, justamente no dia em que o cinema vai estar lotado de jovens.

 

Os vampiros de My Babysitter’s a Vampire conseguem andar no sol, mas precisam usar óculos escuros e no caso de Sarah, que é uma novata, tem 28 dias para se alimentar de sangue humano ou o seu corpo morre de verdade para sempre. Daí a pressa para acabar com os vampiros, rola um clima entre Ethan e Sarah que fazem um casal bem fofinho.

Para completar, Ethan descobre que é um vidente e Benny um bruxo, descendente de uma linha de feiticeiros que está prometido para uma coisa grandiosa. Dispostos a salvar a cidade e não deixar Jesse seguir com o seu plano doentio, Ethan e seus amigos se metem em uma luta contra vampiros muito perigosa, com direito a sabres de luz a lá Star Wars (só quem viu o filme vai entender haha).

Minha babá é uma vampira é mais um filme da safra de modinha de vampiros de 2010. É um filme de terror e sobrenatural para o público infantojuvenil, mas não deixa de ser uma comédia indicada para todas as idades. As confusões entre Ethan, Benny e Rory são hilárias. Eles são super nerds e muito atrapalhados! A história tem um pé no trash por conta dos efeitos especiais (estamos falando da Disney né?), mas de um jeito legal e não apelativo. O filme faz várias referências a Crepúsculo e várias outras obras que seguem a linha sobrenatural- vampiro, já que Penumbra 3 é uma sátira a saga. (A história de Penumbra 3 gira em torno de uma garota comum que se apaixona por um vampiro).

Depois do sucesso, o filme virou série e conta com duas temporadas. Mas isso é um assunto para outro post.  Se você curte um filme no maior estilo teen, meio Goosebumps, meio High School musical nerd sombrioterror Disney e “aquele clima de tudo pode acontecer”, Minha babá é uma vampira é o título certo. Corre que o filme e a série estão disponíveis no Netflix (e corre mesmo, porque vire e mexe, eles tiram do ar haha).

campos de Wolfsberge · Festival Wolfsberge Moonlight Mania · Hit me baby one more time · Lobisomens · Nickelodeon · Sobrenatural · The Boy Who Cried Werewolf · Vampiros · Victoria Justice · [Britney Spears] · [Comédia] · [Filmes] · [Netflix] · [Supernatural] · [Terror]

Castelo do Medo

Em Castelo do Medo, depois de passar por alguns problemas financeiros, a família Sands descobre que herdou um antigo castelo na Romênia. Sem melhores opções, David e seus filhos, Hunter e Jordan, se mudam para a misteriosa cidade de Wolfsberge. Isto é extremamente excitante para o filho mais novo que é obcecado por monstros. E ele não irá se desapontar. A partir daí algumas coisas começam a se transformar na família, principalmente com sua filha mais velha, Jordan Sands.

 

Estrelado por Victoria Justice e produzido pela Nickelodeon, Castelo do Medo (The Boy Who Cried Werewolf  no título original) conta a história da família Sands que é liderada pelo pai, David e passa por problemas financeiros. Ele tem dois filhos: Hunter e Jordan. O primeiro é o mais novo e viciado em terror, ocultismo e seres sobrenaturais, enquanto Jordan é a típica filha certinha, nerd, vegetariana e tem uma queda pelo cara mais popular da escola. Clichê, eu sei. Desde a morte da mãe, Jordan vem ajudando o pai com os afazeres domésticos e cuidando do irmão. Só que além dos problemas financeiros, David enfrenta outra adversidade. Por conta do comportamento de Hunter que anda sem limites  e fazendo várias pegadinhas na escola, ele vem tendo dor de cabeça para impor regras ao filho. Hunter não se conformou com a morte da mãe e nem aceita que seu pai siga em frente. Porém tudo muda quando um homem misterioso deixa um envelope na frente da casa da família e muda suas vidas.

Acontece que a mãe das crianças recebeu uma herança que por consequência é deles. A família Sands descobre que herdaram um antigo castelo na Romênia, na misteriosa cidade de Wolfsberge e partem para o lugar dispostos a descobrir mais sobre suas raízes. O castelo pertencia ao Tio avô Dragomir, que faleceu em um acidente. Desde a sua morte, o local é cuidado pela Madame Varcolac que era braço direito dele.

Não é porque não acredita que não é verdade

Lançado em 2010 – (o filme faz parte de uma série de séries e filmes que surgiram no boom do sobrenatural no ano de 2010. Esse ano rendeu uma safra muito boa. Vamos falar disso em outro post.) – o filme tem uma pegada sombria, dark e é repleto de mistérios e enigmas. O visual da história é lindo, as produções da Nick nunca decepcionam. P.s: Eles são um dos meus canais favoritos. 

Assim que chegam ao lugar, Hunter e Jordan percebem que tem algo errado naquele castelo. Hunter descobre que chegaram na época do Festival Wolfsberge Moonlight Mania, época em que a fera de Wolfsberge aparece para os espectadores em uma noite de lua cheia. O garoto se amarra na ideia e se envolve em várias confusões ao lado da irmã que também não fica atrás, já que está entediada longe das amigas e da sua rotina. Para completar, a governanta é sinistra, eles escutam uivos o tempo todo e o castelo parece esconder muitos segredos.

A força do bando está no lobo e a força do lobo está no bando

O que a família Sands não sabia é que algumas pessoas estavam de olho no lugar. Como a imobiliária Paulina que demonstra interesse em David, o que Hunter não curte nem um pouco. A família fica dividida entre retornar para a cidade de origem ou permanecer na Romênia. No decorrer do filme, Hunter e Jordan descobrem que sua família têm muitos segredos, que o sobrenatural existe e que precisam lutar pelos campos de Wolfsberge, se quiserem que a luta do seu Tio Dragomir não tenha sido em vão. Eles compreendem que a fera de Wolfsberge não é apenas folclore local e uma guerra entre vampiros e lobisomens se inicia.

Apesar da temática sombria, a história também é muito divertida com direito a momentos engraçados, principalmente com os irmãos que se envolvem em muitas  aventuras. A Madame Varcolac  também rende momentos super divertidos na trama. A personagem dela é incrível! Eu não conseguia parar de rir quando descobri que o toque de celular dela era Hit me baby one more time da Britney Spears. Adoro músicas pops em filmes sobrenaturais haha  Aliás, Castelo do Medo é cheio de referências a cultura pop!

Castelo do Medo é um filme para todas as idades e muito leve. Se estiver interesse em assistir, corre que o filme ainda está disponível no Netflix.  O filme é perfeito para aqueles momentos sessão da tarde que você está afim de assistir um filme para se divertir. Coloca a pipoca no microondas e se joga.

 

Curiosidades sobre o filme:

– O nome da Madame Varcolac tem como origem a palavra romena “vârcolac”, que significa lobisomem.

– Enquanto pesquisava sobre o filme para esse post, descobri que a atriz que interpreta a Madame Varcolac é a Brooke Shields. A Brooke!!! A eterna mocinha de lagoa azul!!! Fiquei chocada. Ela atuou tão bem e está tão bem caracterizada que nem reconheci. Chocadaney!!!

– A Victoria Justice gravou a música Not Somebody Else que faz parte especialmente da trilha sonora do filme. Para ouvir, clique aqui.

– No final do filme tem um extra super engraçado que vão adorar. Assiste o filme até o fim, não dá pause e nem tira antes de dar umas boas gargalhadas com a “surpresinha”.

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Tudo sobre o meu livro “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”

Quem me acompanha nas redes sociais, deve ter acompanhado a minha animação nos últimos tempos. Caso tenha caído de paraquedas em meu espaço, saiba que vazou a capa do meu primeiro livro. Na realidade, não era pra isso acontecer, a divulgação só seria feita em Agosto, mas como foi divulgado, achei justo apresentar a capa para os curiosos de plantão. Ontem, o Novos Escritores (site que como todo mundo sabe, faço parte) divulgou em primeira mão a capa oficial. Agora convido vocês a conhecerem o meu livro “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”

 

Segue a sinopse do livro:

 “Esse livro é uma maratona de contos assustadores.

  Ele começa com a história de Lily, uma Estudante apaixonada por filmes de terror que faz de tudo para assistir à pré-estreia de um filme ao lado dos seus amigos em uma “Sexta-Feira 13”, conto inicial, e termina com a “A casa nº 7”, uma casa mal assombrada em que um casal tem o azar de se abrigar.

   Para viver essas e outras histórias aterrorizantes, não deixe de ler “Maratona do Terror: Perdidos – Contos de Arrepio”!

  Obs: Não leia à noite!”

 Quem é leitor do blog sabe que publicar um livro sempre foi meu grande sonho. Eu já falei sobre esse livro aqui em um post sobre curiosidades dele e contando como foi terminar de escrevê-lo, mas tudo começou em uma aula da Faculdade em que teríamos que criar contos. Eu escrevi vários e tive a ideia de reunir tudo em um livro. Maratona do Terror reúne não só contos de Terror, mas também de Fantasia, suspense, muuuuuuuuuuito Sobrenatural e Ficção Científica.

 E claro, vou aproveitar para convidar todos vocês para o lançamento que será realizado na Bienal do RJ 2015 no dia 6 de Setembro às 16 horas no Estande E19 (Estande da Qualis) no Pavilhão Azul. Estão todos convidados a participarem! Será um dia muito divertido *–*

 Em breve vou divulgar o link para a pré – venda, enquanto isso me sigam nas redes sociais em que atualizo as novidades 😀

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